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https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/11392Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Rodrigues, Thaís Bandeira | - |
| dc.date.accessioned | 2018-08-22T23:13:42Z | - |
| dc.date.available | 2017-11-28 | - |
| dc.date.available | 2018-08-22T23:13:42Z | - |
| dc.date.issued | 2017-11-03 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/11392 | - |
| dc.description.abstract | No Abstract. | pt_BR |
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| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal da Paraíba | pt_BR |
| dc.rights | Acesso aberto | pt_BR |
| dc.rights | Attribution-NoDerivs 3.0 Brazil | * |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/ | * |
| dc.subject | Família | pt_BR |
| dc.subject | Socioafetividade | pt_BR |
| dc.subject | Multiparentalidade | pt_BR |
| dc.title | Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas: análise sobre o paternidade socioafetiva, a multiparentalidade e seus efeitos jurídicos | pt_BR |
| dc.type | TCC | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Ormond, Adriana dos Santos | - |
| dc.description.resumo | Historicamente, o Brasil passou por diversas alterações na sua estrutura de entidade familiar, o que gerou uma demanda de adaptação da lei à realidade. Embora tenha havido uma certa resistência em reconhecer as novas formas de composição da família pelo ordenamento jurídico, a Constituição de 1988 e o Código Civil de 2002, abandonando grande parte do caráter patrimonialista e conservador das antigas normas, oportunizaram a inserção de conceitos mais harmonizados com a conjuntura social, garantindo a dignidade de todos os envolvidos. Ainda assim, algumas temáticas ficaram omissas ou sem legislação direta, como é o caso da socioafetividade, que hoje é regulada através de doutrina e jurisprudência. O presente trabalho teve como objetivo dedicar-se a analisar o reconhecimento da socioafetividade aplicada na dupla paternidade e seus efeitos jurídicos, bem como observar o seu posicionamento em consonância com as outras formas de constituição de entidade familiar. As relações desenvolvidas com base no afeto ganharam um reconhecimento antes não visto. O afeto passou a ter valor jurídico e materializou-se na multiparentalidade, permitindo a coexistência entre as paternidades biológica e socioafetiva. Entretanto, os efeitos gerados por esse reconhecimento eram diversificados de acordo com o entendimento de cada jurisprudência, até que o Recurso Extraordinário 898060 harmonizou os entendimentos sobre o tema. Para o desenvolvimento deste trabalho, o método de abordagem foi o dedutivo, enquanto o método de procedimento foi o monográfico. A técnica utilizada foi a de documentação indireta, mediante pesquisas bibliográfica e documental. O que se pode observar deste trabalho é que a paternidade socioafetiva alcançou o status de paternidade real de fato e de direito, devido principalmente ao empenho de muitos doutrinadores e juízes, mas que ainda há o que se avançar para que o direito abarque todas as formas de constituição de família. | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Ciências Jurídicas | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFPB | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITO | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | TCC - Direito - Santa Rita | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| TBR28112017.pdf | 1,41 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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