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metadata.dc.type: Dissertação
Title: Avaliação emocional e rastreamento ocular no transtorno de ansiedade social
metadata.dc.creator: Claudino, Rianne Gomes e
metadata.dc.contributor.advisor1: Alves, Nelson Torro
metadata.dc.description.resumo: O presente estudo buscou investigar o reconhecimento de expressões faciais associado com a varredura ocular em sujeitos com sintomatologia de ansiedade social e voluntários controle. Participaram 56 voluntários, sendo 28 com sintomatologia de TAS e 28 controles em duas tarefas experimentais. Em uma delas era solicitado o reconhecimento das faces estáticas de alegria, nojo, raiva e tristeza exibidas nas intensidades de 25, 50, 75 e 100%, além da atribuição emocional a faces neutras; e a outra requeria o reconhecimento de faces dinâmicas das mesmas emoções e intensidades. Enquanto os sujeitos observaram a face e reconheciam a emoção, um eye tracker Tobii TX300 fez a captura binocular dos movimentos oculares. As médias de acertos no reconhecimento das expressões faciais foram submetidas a uma ANOVA para medidas repetidas. Com as frequências de atribuição emocional à face neutra realizou-se um teste Qui-quadrado de independência geral e outro separado por sexo do participante. A partir dos registros de movimentação ocular analisamos três parâmetros para faces emocionais e neutras: 1) número total de fixações nas regiões de interesse; 2) duração total das fixações; e 3) tempo médio das fixações. Em relação ao reconhecimento, não houve diferença entre os grupos. As faces dinâmicas apresentaram taxa de reconhecimento maior. Para as faces neutras, os dois grupos atribuíram mais frequentemente tristeza aos estímulos, com maior taxa para os que tinham sintomatologia de TAS. Referente ao registo ocular, observou-se uma hipervigilância por parte do grupo com sintomatologia. Houve maior número de fixações nas fotografias, enquanto que o tempo total e médio das fixações nos vídeos foi maior. A área do nariz teve maior quantidade de fixações, e os olhos a menor. Nas fotografias, os participantes fixaram mais nos olhos, enquanto que nos vídeos foi mais na boca. Na análise das faces neutras, houve maior tempo de fixação pelo grupo controle. Em relação as faces neutras, o padrão de rastreamento foi semelhante com a expressão de tristeza, consequentemente essa foi a emoção mais atribuída. Pode-se concluir que o movimento da face influencia o reconhecimento apenas para algumas emoções menos intensas. Os padrões de movimentação ocular revelaram que os participantes se utilizaram de estratégias diferentes para reconhecer fotografias e vídeos. Os sujeitos com sintomatologia de TAS revelaram um padrão de hipervigilância, com taxa de reconhecimento maior para a face de tristeza com menor intensidade emocional.
Abstract: This research aimed to study the recognition of facial expressions associated with eye tracking in subjects with symptoms of social anxiety and control volunteers. 56 volunteers participated, 28 of which presented SAD symptoms and 28 controls. Two experimental tasks were conducted in randomized order: one required the recognition of static faces of happiness, disgust, anger and sadness, displayed in intensities of 25, 50, 75 and 100%, apart from the emotional attribution to neutral faces; the other required recognition of the dynamic faces of the same emotions and intensities. While the participants watched the face and recognized the emotion, an eye tracker Tobii TX300 captured binocular eye movements. The averages of correct recognition of facial expressions were subjected to an ANOVA for repeated measures. With the frequency of emotional attribution to the neutral face, it was performed a chi-square test of general independence and other separated by gender. From the eye movement records, three parameters were analyzed by an ANOVA, to emotional faces and to neutral faces: the total number of eye fixations in the regions of interest; the total length of fixations; and the average time of fixations. Regarding to recognition, there was no difference between the groups. Dynamic faces showed higher recognition rate. For neutral faces, both groups more often related sadness to stimulus, however, participants with SAD symptoms had higher allocation of that emotion. Regarding the eye register, there was hypervigilance on the group with SAD symptoms. There was a greater number of fixations in the photographs, while the total and average time of fixations in the videos was higher. The nose area had the biggest number of fixations, while the eyes had the smaller. In the photographs, the participants fixed more over the eyes, while tin he video the fixation was more in the mouth. In the neutral faces analysis, the control group fixated for longer. Regarding the neutral faces, the trace pattern was similar to the expression of sadness, therefore, this was the most related emotion. It can be concluded that the face movement influences the recognition only for some subtle emotions. Eye movement patterns revealed that participants used different strategies to recognize photos and videos. Subjects with SAD symptoms revealed a pattern of hypervigilance, with greater recognition rate for the face of subtle sadness. Keywords: Facial expression, social anxiety disorder, eye movements; ocular fixation.
Keywords: Expressão facial
Transtorno de ansiedade social
Movimentos oculares
Fixação ocular
Facial expression
Social anxiety disorder
Eye movements
Ocular fixation
metadata.dc.subject.cnpq: CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA
metadata.dc.language: por
metadata.dc.publisher.country: Brasil
Publisher: Universidade Federal da Paraíba
metadata.dc.publisher.initials: UFPB
metadata.dc.publisher.department: Psicologia
metadata.dc.publisher.program: Programa de Pós-Graduação em Neurociência Cognitiva e Comportamento
metadata.dc.rights: Acesso Aberto
URI: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/11589
Issue Date: 26-Feb-2016
Appears in Collections:Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) - Programa de Pós Graduação em Neurociências Cognitiva e Comportamento

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