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https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/12825Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Maroja, Isabella Mangueira | - |
| dc.date.accessioned | 2019-01-08T14:08:29Z | - |
| dc.date.available | 2018-11-28 | - |
| dc.date.available | 2019-01-08T14:08:29Z | - |
| dc.date.issued | 2018-11-13 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/12825 | - |
| dc.description.abstract | O presente trabalho tem como tema Criminalização Reversa: O Pequeno Traficante tratado como Usuário para fins de Política Pública de Desencarceramento, a partir de uma interpretação sugerida pela Lei 11.343/2006 que tipifica o crime de tráfico de drogas no seu artigo 33, bem como dispõe sobre a política nacional de combate aos entorpecentes, adotando um modelo restaurativo e descarcerizador para o usuário. O tema insere-se majoritariamente no campo do Direito Penal e Processual Penal, dialogando com o Direito Constitucional e os Direitos Humanos. Tratando sobre a problemática social atual, tanto na esfera nacional, quanto na internacional, sobre o consumo de substâncias ilícitas, tanto quanto sobre a necessidade dos usuários destas de reabilitação e reintegração à sociedade, bem como, sobre a importância da descaracterização do crime de tráfico de drogas de pequenas quantidades para consumo próprio como meio de proporcionar a prisão como ultima ratio. A possibilidade de descriminalização, ou ao menos de descarcerização do uso de entorpecente já é discutida e possui legislação ampla e específica em alguns países, tais como: Holanda, Portugal, Espanha, Estados Unidos, Uruguai, Colômbia, Argentina, Itália e Alemanha, sob os sistemas dos quais poderemos analisar méritos e falhas deste movimento político criminal. Assunto recente no cenário jurídico e de importante relevância social para a sociedade atual, o tráfico de drogas figura entre as principais causas para a prisão temporária no Brasil. Relevante parcela da população carcerária atual se encontra privada de sua liberdade de locomoção pela prática dos delitos da Lei 11.343/06. Destarte, se faz de suma importância o diálogo a respeito desta epidemia criminal de modo a reconfigurar a política criminal brasileira de combate às drogas sob o enfoque das políticas antiproibicionistas – direito penal mínimo – e dos programas de redução de danos. Por fim, esta pesquisa teve como metodologia o estudo documental e bibliográfico com base, principalmente, em quatro autores renomados, dentre outros, imprescindíveis para construção desse método de exposição dedutivo, quais sejam Luigi Ferrajoli, Salo de Carvalho, Rosa Del Olmo e Vera Malaguti Batista. | pt_BR |
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| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal da Paraíba | pt_BR |
| dc.rights | Acesso restrito | pt_BR |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil | * |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ | * |
| dc.subject | Pequeno Tráfico de Drogas | pt_BR |
| dc.subject | Descarcerização | pt_BR |
| dc.subject | Punitivismo | pt_BR |
| dc.subject | Descriminalização | pt_BR |
| dc.title | Criminalização reversa: o pequeno traficante tratado como usuário para fins de política pública de desencarceramento. | pt_BR |
| dc.type | TCC | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Batista, Gustavo Barbosa de Mesquita | - |
| dc.description.resumo | O presente trabalho tem como tema Criminalização Reversa: O Pequeno Traficante tratado como Usuário para fins de Política Pública de Desencarceramento, a partir de uma interpretação sugerida pela Lei 11.343/2006 que tipifica o crime de tráfico de drogas no seu artigo 33, bem como dispõe sobre a política nacional de combate aos entorpecentes, adotando um modelo restaurativo e descarcerizador para o usuário. O tema insere-se majoritariamente no campo do Direito Penal e Processual Penal, dialogando com o Direito Constitucional e os Direitos Humanos. Tratando sobre a problemática social atual, tanto na esfera nacional, quanto na internacional, sobre o consumo de substâncias ilícitas, tanto quanto sobre a necessidade dos usuários destas de reabilitação e reintegração à sociedade, bem como, sobre a importância da descaracterização do crime de tráfico de drogas de pequenas quantidades para consumo próprio como meio de proporcionar a prisão como ultima ratio. A possibilidade de descriminalização, ou ao menos de descarcerização do uso de entorpecente já é discutida e possui legislação ampla e específica em alguns países, tais como: Holanda, Portugal, Espanha, Estados Unidos, Uruguai, Colômbia, Argentina, Itália e Alemanha, sob os sistemas dos quais poderemos analisar méritos e falhas deste movimento político criminal. Assunto recente no cenário jurídico e de importante relevância social para a sociedade atual, o tráfico de drogas figura entre as principais causas para a prisão temporária no Brasil. Relevante parcela da população carcerária atual se encontra privada de sua liberdade de locomoção pela prática dos delitos da Lei 11.343/06. Destarte, se faz de suma importância o diálogo a respeito desta epidemia criminal de modo a reconfigurar a política criminal brasileira de combate às drogas sob o enfoque das políticas antiproibicionistas – direito penal mínimo – e dos programas de redução de danos. Por fim, esta pesquisa teve como metodologia o estudo documental e bibliográfico com base, principalmente, em quatro autores renomados, dentre outros, imprescindíveis para construção desse método de exposição dedutivo, quais sejam Luigi Ferrajoli, Salo de Carvalho, Rosa Del Olmo e Vera Malaguti Batista. | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Direito Público | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFPB | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITO | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | TCC - Direito - João Pessoa | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
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