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dc.creatorBrito, Maria Roneide de-
dc.date.accessioned2019-01-09T15:01:38Z-
dc.date.available2018-11-29-
dc.date.available2019-01-09T15:01:38Z-
dc.date.issued2018-11-09-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/12874-
dc.description.abstractA Escravidão é considerada uma das mais graves práticas de violação aos direitos humanos. Essa forma de exploração que se caracteriza pela redução de seres humanos à condição de “coisa/objeto”, constitui-se numa lucrativa fonte de riqueza. No Brasil, há exatos 130 anos foi assinada a Lei Áurea, todavia, as evidências históricas apontam que a escravidão foi oficialmente abolida muito mais por conveniência, que propriamente por motivos humanitários. Entre 2003 e 2017, 43.428 pessoas foram libertadas de condições análogas à de escravo, na maioria desses casos a terceirização foi o elo que ligou o escravo ao aliciador, principalmente nos casos em que exploradores desenvolvem uma espécie de cegueira deliberada da exploração. No combate à escravidão contemporânea, o Brasil se baliza em normas como a Constituição Federal, art. 243 no que tange à expropriação de terras, o art. 149 do Código Penal, e no Protocolo de Palermo. Já em 2017 foi aprovada a Reforma Trabalhista (Lei 13.465/2017), e as Portarias MTB 1.129/2017 e MTB 1293/2017, que modificaram o conceito de trabalho escravo. Pretende-se, pois, debater estas e outras questões que estão ligadas à escravização moderna com intuito de investigar e discutir os principais legados dos longos anos de escravidão no Brasil e que, mesmo após a assinatura da Lei Áurea em 1988, a exploração permaneceu de formas tão cruéis quanto as da época da escravidão colonial, por vezes, até mais cruéis. Quanto a abordagem metodológica utilizou-se inicialmente o Método hipotético-dedutivo, no intento de investigar como se apresenta a escravidão contemporânea na sociedade brasileira, inferindo os porquês dessa prática nunca ter sido erradicada. Foi empregada também uma pesquisa documental indireta, através da qual, dados bibliográficos dos principais autores e dos órgãos Oficiais como MTE/OIT, bem como relatórios de pesquisas realizados por institutos, MPT e IBGE acerca da temática, complementados pela análise de publicações relacionadas ao tema em livros, artigos científicos, teses, dissertações, monografias, periódicos e sites.pt_BR
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso Restritopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectEscravidão Contemporâneapt_BR
dc.subjectPolíticas Públicapt_BR
dc.subjectReforma Trabalhistapt_BR
dc.titlePolíticas públicas de combate à escravidão contemporânea e a efetivação da dignidade do trabalhador no Brasil: perspectivas e desafiospt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Araújo, Jailton Macena de-
dc.description.resumoA Escravidão é considerada uma das mais graves práticas de violação aos direitos humanos. Essa forma de exploração que se caracteriza pela redução de seres humanos à condição de “coisa/objeto”, constitui-se numa lucrativa fonte de riqueza. No Brasil, há exatos 130 anos foi assinada a Lei Áurea, todavia, as evidências históricas apontam que a escravidão foi oficialmente abolida muito mais por conveniência, que propriamente por motivos humanitários. Entre 2003 e 2017, 43.428 pessoas foram libertadas de condições análogas à de escravo, na maioria desses casos a terceirização foi o elo que ligou o escravo ao aliciador, principalmente nos casos em que exploradores desenvolvem uma espécie de cegueira deliberada da exploração. No combate à escravidão contemporânea, o Brasil se baliza em normas como a Constituição Federal, art. 243 no que tange à expropriação de terras, o art. 149 do Código Penal, e no Protocolo de Palermo. Já em 2017 foi aprovada a Reforma Trabalhista (Lei 13.465/2017), e as Portarias MTB 1.129/2017 e MTB 1293/2017, que modificaram o conceito de trabalho escravo. Pretende-se, pois, debater estas e outras questões que estão ligadas à escravização moderna com intuito de investigar e discutir os principais legados dos longos anos de escravidão no Brasil e que, mesmo após a assinatura da Lei Áurea em 1988, a exploração permaneceu de formas tão cruéis quanto as da época da escravidão colonial, por vezes, até mais cruéis. Quanto a abordagem metodológica utilizou-se inicialmente o Método hipotético-dedutivo, no intento de investigar como se apresenta a escravidão contemporânea na sociedade brasileira, inferindo os porquês dessa prática nunca ter sido erradicada. Foi empregada também uma pesquisa documental indireta, através da qual, dados bibliográficos dos principais autores e dos órgãos Oficiais como MTE/OIT, bem como relatórios de pesquisas realizados por institutos, MPT e IBGE acerca da temática, complementados pela análise de publicações relacionadas ao tema em livros, artigos científicos, teses, dissertações, monografias, periódicos e sites.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCiências Jurídicaspt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITOpt_BR
Appears in Collections:TCC - Direito - João Pessoa

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