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https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/12894Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Pereira, Nayra Luiza Vilarim. | - |
| dc.date.accessioned | 2019-01-10T12:53:47Z | - |
| dc.date.available | 2018-11-26 | - |
| dc.date.available | 2019-01-10T12:53:47Z | - |
| dc.date.issued | 2018-11-09 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/12894 | - |
| dc.description.abstract | RESUMO Pretende-se demonstrar, através de uma abordagem hipotético-dedutiva, a hipervulnerabilidade da mulher gestante e lactante nas relações empregatícias, tendo em vista a aprovação da Lei 13.467/2017 e a consequente alteração do art. 394-A da Consolidação das Leis do Trabalho, a qual reduziu ainda mais a autonomia da vontade e a capacidade de autodeterminação da trabalhadora gestante ou lactante. Parte-se, então, do seguinte problema: Como a mudança do art. 394-A da CLT, pela Reforma Trabalhista revela a hipervulnerabilidade da trabalhadora, quando em estado gestacional ou de lactação? Para responder o questionamento, será utilizada a pesquisa bibliográfica para atestar essa categoria específica na qual a trabalhadora está inserida, que tem a maternidade como uma de suas justificativas e exige especial proteção do Estado contra a abusividade característica do art. 394-A da CLT, através da atuação do Poder Judiciário, em sede de controle difuso de constitucionalidade, a fim de que não somente ingressem, mas permaneçam no mercado de trabalho em condições dignas e de igualdade com os demais. É óbvio que não existem relações de trabalho neutras, mas a flexibilização das normas trabalhistas avivam as forma mais estereotipadas das relações de sexo. A esta evidência, o trabalho da mulher passa a ser alvo dos maiores retrocessos perpetrados pela Reforma Trabalhista, uma vez que a precarização que atinge o trabalhador acaba por tornar ainda mais profunda a vulnerabilidade feminina, ampliando-a, de forma clara, para uma nova categoria de hipervulnerabilidade que fragiliza ainda mais fortemente as relações laborais assentadas no gênero. Palavras-chave: Reforma Trabalhista. Trabalhadora. Maternidade. Hipervulnerabilidade. | pt_BR |
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| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal da Paraíba | pt_BR |
| dc.rights | Acesso restrito | pt_BR |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil | * |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ | * |
| dc.subject | Reforma Trabalhista | pt_BR |
| dc.subject | Trabalhadora | pt_BR |
| dc.subject | Maternidade | pt_BR |
| dc.title | Reforma Trabalhista: o trabalho da gestante e da lactante em ambiente insalubre e a hipervulnerabilidade da mulher trabalhadora | pt_BR |
| dc.type | TCC | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Araújo, Jailton Macena de. | - |
| dc.description.resumo | RESUMO Pretende-se demonstrar, através de uma abordagem hipotético-dedutiva, a hipervulnerabilidade da mulher gestante e lactante nas relações empregatícias, tendo em vista a aprovação da Lei 13.467/2017 e a consequente alteração do art. 394-A da Consolidação das Leis do Trabalho, a qual reduziu ainda mais a autonomia da vontade e a capacidade de autodeterminação da trabalhadora gestante ou lactante. Parte-se, então, do seguinte problema: Como a mudança do art. 394-A da CLT, pela Reforma Trabalhista revela a hipervulnerabilidade da trabalhadora, quando em estado gestacional ou de lactação? Para responder o questionamento, será utilizada a pesquisa bibliográfica para atestar essa categoria específica na qual a trabalhadora está inserida, que tem a maternidade como uma de suas justificativas e exige especial proteção do Estado contra a abusividade característica do art. 394-A da CLT, através da atuação do Poder Judiciário, em sede de controle difuso de constitucionalidade, a fim de que não somente ingressem, mas permaneçam no mercado de trabalho em condições dignas e de igualdade com os demais. É óbvio que não existem relações de trabalho neutras, mas a flexibilização das normas trabalhistas avivam as forma mais estereotipadas das relações de sexo. A esta evidência, o trabalho da mulher passa a ser alvo dos maiores retrocessos perpetrados pela Reforma Trabalhista, uma vez que a precarização que atinge o trabalhador acaba por tornar ainda mais profunda a vulnerabilidade feminina, ampliando-a, de forma clara, para uma nova categoria de hipervulnerabilidade que fragiliza ainda mais fortemente as relações laborais assentadas no gênero. Palavras-chave: Reforma Trabalhista. Trabalhadora. Maternidade. Hipervulnerabilidade. | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Ciências Jurídicas | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFPB | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITO | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | TCC - Direito - João Pessoa | |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| NLVP26112018RESUMO.pdf | 395,22 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir Solicitar uma cópia |
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