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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/12895
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorDore, Bruno Gentil-
dc.date.accessioned2019-01-10T13:20:06Z-
dc.date.available2018-11-28-
dc.date.available2019-01-10T13:20:06Z-
dc.date.issued2018-11-12-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/12895-
dc.description.abstractO presente trabalho de conclusão de curso tem como tema central de pesquisa a judicialização do acesso aos medicamentos órfãos. Os medicamentos órfãos são drogas destinadas a pessoas com doenças raras. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), doença rara é toda enfermidade que acomete até 65 pessoas em cada 100 mil indivíduos. Em 2017, a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa – Interfarma apurou que, a cada vinte pedidos pela via judicial a respeito de medicamentos, treze são medicamentos órfãos e sete são drogas tradicionais. Em razão do crescente quadro de ações judiciais versando sobre matéria relativa a medicamentos órfãos, muitos requerimentos de drogas desse tipo têm esbarrado em obstáculos de várias naturezas, principalmente no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS. Diante desse quadro, este estudo tem como objetivo principal investigar porque os doentes raros necessitam recorrer frequentemente à justiça para obter esses fármacos. Para elucidar esse questionamento, o trabalho contemplará a análise de obstáculos enfrentados pelos doentes raros, no caso, os de natureza política, burocrática, mercadológica e jurisdicional. Com a finalidade de ilustrar essas dificuldades, será apresentado o caso prático de Patrick, que ao requerer judicialmente o medicamento órfão Vimizim, destinado ao tratamento da doença rara Mucopolissacaridose tipo IV (Síndrome de Morquio), teve seu pleito julgado improcedente. O presente estudo não pretende apenas endereçar os obstáculos, mas também, oferecer possíveis soluções para superar cada um deles. O método de estudo predominante é o jurídico-propositivo, com técnicas de pesquisa bibliográficas e de documentação indireta, sobretudo com base doutrinária e artigos científicos, incluindo livros, revistas especializadas, monografias, teses de mestrado e doutorado, legislação pertinente e também análise de precedentes judiciais oriundos do Supremo Tribunal Federal, Superior Tribunal de Justiça e outros tribunais nacionais.pt_BR
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso restritopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectDireito sanitáriopt_BR
dc.subjectDireito à saúdept_BR
dc.subjectDireito Constitucionalpt_BR
dc.subjectMedicamentos órfãospt_BR
dc.subjectJudicialização da saúdept_BR
dc.subjectDoenças raraspt_BR
dc.subjectSUSpt_BR
dc.titleJudicialização da Saúde: Obstáculos ao acesso a medicamentos órfãos.pt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Costa, José Guilherme Ferraz da-
dc.description.resumoO presente trabalho de conclusão de curso tem como tema central de pesquisa a judicialização do acesso aos medicamentos órfãos. Os medicamentos órfãos são drogas destinadas a pessoas com doenças raras. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), doença rara é toda enfermidade que acomete até 65 pessoas em cada 100 mil indivíduos. Em 2017, a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa – Interfarma apurou que, a cada vinte pedidos pela via judicial a respeito de medicamentos, treze são medicamentos órfãos e sete são drogas tradicionais. Em razão do crescente quadro de ações judiciais versando sobre matéria relativa a medicamentos órfãos, muitos requerimentos de drogas desse tipo têm esbarrado em obstáculos de várias naturezas, principalmente no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS. Diante desse quadro, este estudo tem como objetivo principal investigar porque os doentes raros necessitam recorrer frequentemente à justiça para obter esses fármacos. Para elucidar esse questionamento, o trabalho contemplará a análise de obstáculos enfrentados pelos doentes raros, no caso, os de natureza política, burocrática, mercadológica e jurisdicional. Com a finalidade de ilustrar essas dificuldades, será apresentado o caso prático de Patrick, que ao requerer judicialmente o medicamento órfão Vimizim, destinado ao tratamento da doença rara Mucopolissacaridose tipo IV (Síndrome de Morquio), teve seu pleito julgado improcedente. O presente estudo não pretende apenas endereçar os obstáculos, mas também, oferecer possíveis soluções para superar cada um deles. O método de estudo predominante é o jurídico-propositivo, com técnicas de pesquisa bibliográficas e de documentação indireta, sobretudo com base doutrinária e artigos científicos, incluindo livros, revistas especializadas, monografias, teses de mestrado e doutorado, legislação pertinente e também análise de precedentes judiciais oriundos do Supremo Tribunal Federal, Superior Tribunal de Justiça e outros tribunais nacionais.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentDireito Públicopt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITOpt_BR
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