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dc.creatorSilva Filho, Antonio Francisco da-
dc.date.accessioned2019-02-01T21:13:42Z-
dc.date.available2019-02-01-
dc.date.available2019-02-01T21:13:42Z-
dc.date.issued2018-07-31-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/13177-
dc.description.abstractThe present dissertation is a theoretical-bibliographical research about eudemonology as the possibility of living less unhappy in the world according to the thinking of the voluntarist philosopher Arthur Schopenhauer. In order to explain how it is possible to find in the philosopher father of pessimism the possibility of living in a world that ontologically is Will. It is the axis of Schopenhauer's philosophy. For the thinker, the Will is in everything and manifests itself in everything, presents itself phenomenally in the most varied degrees. It is the noumenon, the thing-in-itself mentioned in Kant's philosophy. Thus this world may be considered the worst of all possible worlds, not being born as the greatest of all sorts, and this world is likened to true hell. It must be realized that if existence is attached to what we understand as Will, this is itself chaotic, the possibility of and eudemonology is rejected by the deterministic ontology itself that conceives of all in a condition of eternal dissatisfaction, reason why the world would be nothing more than a oscillation between pain and boredom. The eudemonology will be euphemistic expression, because in the philosophical structure presented by Schopenhauer it is impossible to be happy. Nevertheless, the philosopher already at the end of his life, elaborated the Parerga and Paralipomena, to which belong the Aforismas of Wisdom of Life. These, together with The Art of Being Happy, contain advice for a less unhappy life, in keeping with the whole conjuncture of his philosophical "organism." In this context, we will try to demonstrate that there is no discrepancy in these two spheres of Schopenhauer's philosophy, but that, on the contrary, we can treat them extra. Our main objetive will be to analyze how the "father of pessimism" evidences rules for a possible eudemonology: that of living less unhappy.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Flávia Sena da Silva (flaviasena.s@gmail.com) on 2019-02-01T21:13:42Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) Arquivototal.pdf: 92505570 bytes, checksum: 90af892b7ead2ee45cb818a44a856847 (MD5)en
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dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectVontadept_BR
dc.subjectEudemonologiapt_BR
dc.subjectPessimismo metafísicopt_BR
dc.subjectViver menos infelizpt_BR
dc.subjectWillpt_BR
dc.subjectEudemonologypt_BR
dc.subjectMetaphysical pessimismpt_BR
dc.subjectLiving less unhappypt_BR
dc.titleEudemonologia: a possibilidade de se viver menos infeliz no mundo segundo Arthur Schopenhauerpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Silva, Bartolomeu Leite da-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2677624869642234pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6549557861447407pt_BR
dc.description.resumoA presente dissertação constitui-se de uma pesquisa teórico-bibliográfica acerca da eudemonologia como possibilidade de se viver menos infeliz no mundo segundo o pensamento do filósofo voluntarista Arthur Schopenhauer. No intuito de explicar como é possível encontrar no filósofo pai do pessimismo a possibilidade de se viver num mundo que ontologicamente é Vontade. Ela é o eixo da filosofia de Schopenhauer. Para o pensador, a Vontade está em tudo e manifesta-se em tudo, apresenta-se fenomenalmente nos mais variados graus. Ela é o númeno, a coisa-em-si mencionada na filosofia de Kant. Assim este mundo poderá ser assim considerado o pior dos mundos possíveis, cabendo ao não nascer como a maior de todas as sortes, sendo comparado esse mundo a um verdadeiro inferno. Coube percebermos que se a existência está presa ao que entendemos como Vontade, esta em si é caótica, a possibilidade de uma eudemonologia é rejeitada pela própria ontologia determinística que concebe a todos numa condição de eterna insatisfação, razão pela qual o mundo não passaria de uma oscilação entre dor e tédio. A eudemonologia será expressão eufemística, pois na estrutura filosófica apresentada por Schopenhauer é impossível ser feliz. No entanto, o filósofo já no término de sua vida, elaborou os Parerga e Paralipomena, aos quais pertencem os Aforismas para Sabedoria de Vida. Estes juntamente com A Arte de ser feliz, contêm conselhos para uma vida menos infeliz, em consonância a toda conjuntura de seu "organismo" filosófico. Nessa conjuntura, procuraremos demonstrar que não há discrepância nessas duas esferas da filosofia de Schopenhauer, mas que, pelo contrário, podemos tratá-las suplementares. Nosso principal objetivo será analisar como o "pai do pessimismo" evidencia regras para uma possível eudemonologia: a de se viver menos infeliz.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFilosofiapt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofiapt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIApt_BR
Appears in Collections:Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) - Programa de Pós-Graduação em Filosofia

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