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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/13209
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorPrado, Rosivera Beatriz Alves do-
dc.date.accessioned2019-02-04T18:42:31Z-
dc.date.available2018-12-07-
dc.date.available2019-02-04T18:42:31Z-
dc.date.issued2018-11-05-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/13209-
dc.description.abstractNo abstract.pt_BR
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectTestemunhas de Jeovápt_BR
dc.subjectTratamentos Hemotransfusionaispt_BR
dc.subjectDignidade da pessoa humanapt_BR
dc.subjectAutonomia da vontadept_BR
dc.subjectLiberdade religiosapt_BR
dc.titleO direito de escolha do paciente: dignidade humana, autonomia da vontade e liberdade religiosapt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Leão, Demétrius Almeida-
dc.description.resumoEsse trabalho propôs como tema analisar as bases que dão suporte à rejeição dos tratamentos hemotransfusionais. Inicialmente foi preciso averiguar a mudança de paradigma na ética médica, pois o antigo e rigoroso modelo paternalista atribuía ao médico o poder de decisão sobre o que era melhor para o paciente, entretanto não levado em conta os interesses, anseios e desejos deste. É oportuno explicar que o paternalismo se refere ao dilema bioético, se o respeito à autonomia do paciente cabe restrição à autonomia do médico de exercer sua autoridade profissional. De modo mais simples, paternalismo significa o governo paternal, em que o pai se responsabiliza em prover seus dependentes, com total autoridade, restringindo suas liberdades. O paternalismo se constitui na forma de exercer ação, objetivando beneficiar a pessoa, cuja vontade ou interesses deixam de ser respeitados. Porém, foi constatado que nos últimos anos foi reconhecida a autonomia do paciente, nesse cenário, o paciente deixou de ser um objeto da prática médica e passou a ser um sujeito de direitos fundamentais. Cumpre explorar, os sentidos possíveis da ideia de dignidade da pessoa humana, assim como o conteúdo dos dois principais direitos fundamentais que concorrem no tema: o direito à vida e a liberdade religiosa, prevista no artigo 5º da Constituição Federal de 1988.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCiências Jurídicaspt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITOpt_BR
Aparece nas coleções:TCC - Direito - Santa Rita

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