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metadata.dc.type: TCC
Title: Fluxo salivar em pacientes pediátricos oncológicos comparado ao de crianças e adolescentes saudáveis
metadata.dc.creator: Bezerra, Paula Maria Maracajá
metadata.dc.contributor.advisor1: Valença, Ana Maria Gondim
metadata.dc.description.resumo: A hipossalivação é uma comorbidade que acomete pacientes oncopediátricos, desencadeando maior risco de desenvolvimento de outros agravos orais. A literatura aponta relação entre tal agravo e o tratamento antineoplásico, porém são raras as pesquisas que avaliam as propriedades salivares antes do protocolo terapêutico ser iniciado. Neste sentido, o presente estudo se propôs a verificar se há diferença entre o fluxo salivar de pacientes oncopediátricos antes de iniciarem o tratamento antineoplásico e de pacientes pediátricos saudáveis. Para tanto, delineou-se um estudo transversal, observacional, cuja amostra foi composta por 120 crianças e adolescentes de 3 a 18 anos. Os pacientes do grupo caso (G1; n=30) foram selecionados por conveniência no Hospital Napoleão Laureano em João Pessoa – PB. O grupo controle (G2; n=90) foi composto por indivíduos atendidos nas Clínicas Escola de Odontologia da Universidade Federal da Paraíba, pareados por idade. A coleta de dados foi realizada em duas etapas, para ambos os grupos. As informações relativas à identificação do paciente e sua saúde foram adquiridas por meio de questionamentos aos responsáveis e busca nos prontuários médicohospitalares, em G1, enquanto, para G2, por meio de questionamento aos responsáveis. A coleta de saliva foi realizada utilizando-se método padrão em ambos os grupos; sendo o fluxo salivar não estimulado (FSNE) o volume médio expelido em 1 minuto. Os dados foram analisados descritiva e inferencialmente pelos testes Shapiro-Wilk, Kolmogorov-Sminorv e Mann-Whitney (α=5%). Além disso, cada grupo foi subdivido, por faixa etária,em crianças (pacientes com idade inferior a 10 anos) e adolescentes (pacientes com idade igual ou superior a 10 anos). A média de FSNE para G1 e G2 foi de 0,52 ml/min e 0,66 ml/min, respectivamente, e em ambos os grupos foi observada diferença estatisticamente significante (p<0,05) entre os valores médios de FSNE dos seus subgrupos, sendo o de adolescentes superior. Não foi observada diferença significante entre os valores de fluxo salivar de G1 e G2. Conclui-se que não há diferença do fluxo salivar não estimulado em pacientes pediátricos oncológicos antes de iniciarem o tratamento antineoplásico em comparação com pacientes pediátricos saudáveis.
Abstract: Hyposalivation is a comorbidity that affects pediatric patients with cancer, causing greater risk of development of oral infections. The literature shows the relationship between this condition and the antineoplastic treatment, but few studies evaluate the salivary properties before the therapeutic protocol had been initiated. This study proposed to verify if there is difference between the salivary flow of pediatric patients with cancer before initiating the antineoplastic treatment and healthy pediatric patients. For that, an observational, transversal research was conducted, whose sample consisted of 120 children and adolescents. Patients in the case group (G1; n=30) were selected for convenience at Hospital Napoleão Laureano in João Pessoa - PB. The control group (G2; n=90) was composed of individuals attended at the School of Dentistry Clinics of the Federal University of Paraíba, homogeneous regarding gender and age with the case group (p> 0.05). Data collection was performed in two stages, for both groups. The information related to the patient's identification and health was made through questioning the caregivers and searching the medical-hospital records in G1, while, for G2, by questioning those responsible. The saliva collection was performed with standard method in both groups; the unstimulated salivary flow (USF) being the volume quotient resulting from the active expiration of the buccal fluid for 2 minutes by the time of the examination. Data were analyzed descriptively and inferentially by the Shapiro Wilk, Komogorov Sminorv and Mann Whitney tests (α=5%). In addition, each group was subdivided, by age cluster, in children (younger than 10 years) and adolescents (aged 10 years or more). The mean USF for G1 and G2 was 0.52 ml/min and 0.66 ml/min, respectively, and in both groups a statistically significant difference (p<0.05) was observed between the mean USF values of their subgroups, being that of adolescents superior. No statistical difference was observed between the salivary flow values of G1 and G2. The conclusion is that there’s no decrease in unstimulated salivary flow in pediatric oncology patients before to initiating antineoplastic treatment compared to healthy pediatric patients.
Keywords: Saliva
Câncer
Odontopediatria
Odontologia
metadata.dc.subject.cnpq: CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ODONTOLOGIA
metadata.dc.language: por
metadata.dc.publisher.country: Brasil
Publisher: Universidade Federal da Paraíba
metadata.dc.publisher.initials: UFPB
metadata.dc.publisher.department: Odontologia
metadata.dc.rights: Acesso Aberto
Attribution-NoDerivs 3.0 Brazil
metadata.dc.rights.uri: http://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/
URI: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/13907
Issue Date: 20-Nov-2017
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