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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/14269
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorSilva, Camila Raquel Palmera da-
dc.date.accessioned2019-05-16T16:20:33Z-
dc.date.available2019-05-10-
dc.date.available2019-05-16T16:20:33Z-
dc.date.issued2019-04-30-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/14269-
dc.description.abstractO instituto da união estável desde o seu reconhecimento na Constituição Federal como entidade familiar, sofreu diversas adaptações para responder a mudanças sociais. Este estudo tem a finalidade de confrontar o instituto da união estável brasileiro e o Le Pacte Civil de Solidarité– PACS previsto pelo ordenamento jurídico francês. Esta análise trata sobre as garantias apresentadas pelos institutos, especificamente, a influência da autonomia privada na formação das uniões não-maritais, seguida pelos efeitos dessa autonomia durante as uniões e, por fim, as consequências na dissolução. Por meio de método comparativo foram analisados o modelo de união estável adotado no Brasil e o PACS, na França. Através de pesquisa exploratória, pode-se explanar desde o reconhecimento dos institutos, o que lhes deu causa, bem como suas implicações práticas. Observados os mecanismos de constituição e os efeitos dos institutos de forma individual, posteriormente comparados. Confrontadas as similaridades e diferenças, por meio de técnica de pesquisa bibliográfica, destaca-se a presença do instituto do contrato nos dois modelos, porém, com atuação distinta. Destaca-se que no Brasil, os contratos de convivência são facultados às partes e não são estes os responsáveis pela existência da união estável, o que difere em completo do modelo de união estável adotado na França, onde o PACS apenas se dá por meio de objeto contratual. Diante da importância e da garantia demandada pelo instituto do contrato no PACS, o estudo desenvolve hipóteses resolutivas acerca da problemática apontada no instituto de união estável brasileiro.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by lucimário dias (luciocam@hotmail.com) on 2019-05-16T16:20:33Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) CRPS10052019.pdf: 643578 bytes, checksum: 55de534552798f723ed14394c889cf2a (MD5)en
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectunião estávelpt_BR
dc.subjectautonomia da vontadept_BR
dc.subjectPACSpt_BR
dc.subjectcontratopt_BR
dc.titleA relação contratual na união estavélpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Lima, Raquel Morais de-
dc.description.resumoO instituto da união estável desde o seu reconhecimento na Constituição Federal como entidade familiar, sofreu diversas adaptações para responder a mudanças sociais. Este estudo tem a finalidade de confrontar o instituto da união estável brasileiro e o Le Pacte Civil de Solidarité– PACS previsto pelo ordenamento jurídico francês. Esta análise trata sobre as garantias apresentadas pelos institutos, especificamente, a influência da autonomia privada na formação das uniões não-maritais, seguida pelos efeitos dessa autonomia durante as uniões e, por fim, as consequências na dissolução. Por meio de método comparativo foram analisados o modelo de união estável adotado no Brasil e o PACS, na França. Através de pesquisa exploratória, pode-se explanar desde o reconhecimento dos institutos, o que lhes deu causa, bem como suas implicações práticas. Observados os mecanismos de constituição e os efeitos dos institutos de forma individual, posteriormente comparados. Confrontadas as similaridades e diferenças, por meio de técnica de pesquisa bibliográfica, destaca-se a presença do instituto do contrato nos dois modelos, porém, com atuação distinta. Destaca-se que no Brasil, os contratos de convivência são facultados às partes e não são estes os responsáveis pela existência da união estável, o que difere em completo do modelo de união estável adotado na França, onde o PACS apenas se dá por meio de objeto contratual. Diante da importância e da garantia demandada pelo instituto do contrato no PACS, o estudo desenvolve hipóteses resolutivas acerca da problemática apontada no instituto de união estável brasileiro.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentDireito Privadopt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITOpt_BR
Aparece nas coleções:TCC - Direito - João Pessoa

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