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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/14353
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorFormiga, Caio César Caroca Borborema-
dc.date.accessioned2019-05-21T12:34:16Z-
dc.date.available2019-05-10-
dc.date.available2019-05-21T12:34:16Z-
dc.date.issued2019-05-03-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/14353-
dc.description.abstractO presente trabalho tem como objetivo analisar a constitucionalidade da execução provisória da pena no ordenamento jurídico brasileiro, tema de enorme relevância para o Direito, por envolver a liberdade de ir e vir dos indivíduos. Os debates que o envolvem, discutem a possibilidade da execução da pena após a condenação em segunda instância, em face do princípio da presunção de inocência. Embora este seja garantido expressamente no artigo 5º, inciso LVII da Constituição Federal, determinando que ninguém pode ser considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória, parte da doutrina e da jurisprudência entende que sua extensão é limitada a decisão de segunda instância. Com isso, a execução penal poderia iniciar logo após a decisão do tribunal. Esta interpretação decorre da ausência de efeito suspensivo nos recursos extraordinários, conforme o artigo 637 do Código de Processo Penal; da ausência de análise fática e probatória, neles; e da busca, na sociedade atual, de uma maior eficiência jurídica. Todavia, esses argumentos não são suficientes para prevalecer em relação à expressa e clara garantia constitucional, como será visto. Uma decisão contrária fere a segurança jurídica, a separação de poderes e a Constituição Federal. Embora seja necessária a busca pela eficácia do ordenamento jurídico, ela deve ser realizada pelos meios devidos. A mudança da extensão do princípio da presunção de inocência não cabe ao Poder Judiciário.pt_BR
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectExecução provisória da penapt_BR
dc.subjectPrincípio da presunção de inocênciapt_BR
dc.subjectTrânsito em julgadopt_BR
dc.titleA (IN)CONSTITUCIONALIDADE DA EXECUÇÃO PROVISÓRIA DA PENA EM FACE DO PRINCÍPIO DA PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIApt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Cavalcanti, Eduardo-
dc.description.resumoO presente trabalho tem como objetivo analisar a constitucionalidade da execução provisória da pena no ordenamento jurídico brasileiro, tema de enorme relevância para o Direito, por envolver a liberdade de ir e vir dos indivíduos. Os debates que o envolvem, discutem a possibilidade da execução da pena após a condenação em segunda instância, em face do princípio da presunção de inocência. Embora este seja garantido expressamente no artigo 5º, inciso LVII da Constituição Federal, determinando que ninguém pode ser considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória, parte da doutrina e da jurisprudência entende que sua extensão é limitada a decisão de segunda instância. Com isso, a execução penal poderia iniciar logo após a decisão do tribunal. Esta interpretação decorre da ausência de efeito suspensivo nos recursos extraordinários, conforme o artigo 637 do Código de Processo Penal; da ausência de análise fática e probatória, neles; e da busca, na sociedade atual, de uma maior eficiência jurídica. Todavia, esses argumentos não são suficientes para prevalecer em relação à expressa e clara garantia constitucional, como será visto. Uma decisão contrária fere a segurança jurídica, a separação de poderes e a Constituição Federal. Embora seja necessária a busca pela eficácia do ordenamento jurídico, ela deve ser realizada pelos meios devidos. A mudança da extensão do princípio da presunção de inocência não cabe ao Poder Judiciário.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentDireito Processual e Prática Jurídicapt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITOpt_BR
Aparece nas coleções:TCC - Direito - João Pessoa

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