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https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/14361Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Costa, Samara Batista Vieira da | - |
| dc.date.accessioned | 2019-05-21T13:30:48Z | - |
| dc.date.available | 2019-05-10 | - |
| dc.date.available | 2019-05-21T13:30:48Z | - |
| dc.date.issued | 2019-05-03 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/14361 | - |
| dc.description.abstract | A presente monografia tem como objetivo analisar a colaboração premiada na operação Lava Jato à luz do princípio constitucional da legalidade. A delação premiada é instituto jurídico polêmico, em torno do qual giram discussões de cunho ético e acerca de sua constitucionalidade e legitimidade. Em que pese toda discussão que o circunda, tem-se que ele é instituto existente e em franca expansão em nosso ordenamento jurídico. A edição da Lei nº 12.850/2013 e a operação Lava Jato trouxeram-lhe notoriedade. Tal operação iniciou-se em março de 2014 com o objetivo principal de combater a corrupção e a lavagem de dinheiro. Buscou-se, por intermédio do estudo de caso, verificar a maneira como a colaboração premiada vem sendo utilizada na operação Lava Jato. Os acordos de delação entre o Ministério Público Federal e Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef foram os escolhidos para a análise à luz do princípio da legalidade, pois consistem em acordos basilares da operação, a partir dos quais foi possível direcionar a investigação a novos fatos e sujeitos. Para a análise dos acordos, fez-se necessária a compreensão do procedimento, dos requisitos e limites premiais previstos na Lei nº 12.850/2013. Coube avaliar, ainda, se referidos acordos estavam em consonância com os ditames legais e, portanto, com o princípio da legalidade. Da análise empreendida, verificou-se que os acordos não se amoldam ao previsto na lei que rege o instituto jurídico da colaboração premiada, além de violarem direitos e garantias fundamentais previstos na Constituição, como a separação de poderes e a reserva de jurisdição. Em razão disso, tem-se que o instituto jurídico necessita ser aperfeiçoado, inclusive com o aprimoramento da legislação de regência, assim como com a obediência, por parte dos agentes públicos, ao princípio da legalidade. | pt_BR |
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| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal da Paraíba | pt_BR |
| dc.rights | Acesso aberto | pt_BR |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil | * |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ | * |
| dc.subject | Colaboração premiada | pt_BR |
| dc.subject | Operação Lava Jato | pt_BR |
| dc.subject | Princípio da legalidade | pt_BR |
| dc.title | COLABORAÇÃO PREMIADA NO ÂMBITO DA OPERAÇÃO LAVA JATO: ANÁLISE À LUZ DO PRINCÍPIO CONSTITUCIONAL DA LEGALIDADE | pt_BR |
| dc.type | TCC | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Meirelles, Lenilma Cristina Sena de Figueiredo | - |
| dc.description.resumo | A presente monografia tem como objetivo analisar a colaboração premiada na operação Lava Jato à luz do princípio constitucional da legalidade. A delação premiada é instituto jurídico polêmico, em torno do qual giram discussões de cunho ético e acerca de sua constitucionalidade e legitimidade. Em que pese toda discussão que o circunda, tem-se que ele é instituto existente e em franca expansão em nosso ordenamento jurídico. A edição da Lei nº 12.850/2013 e a operação Lava Jato trouxeram-lhe notoriedade. Tal operação iniciou-se em março de 2014 com o objetivo principal de combater a corrupção e a lavagem de dinheiro. Buscou-se, por intermédio do estudo de caso, verificar a maneira como a colaboração premiada vem sendo utilizada na operação Lava Jato. Os acordos de delação entre o Ministério Público Federal e Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef foram os escolhidos para a análise à luz do princípio da legalidade, pois consistem em acordos basilares da operação, a partir dos quais foi possível direcionar a investigação a novos fatos e sujeitos. Para a análise dos acordos, fez-se necessária a compreensão do procedimento, dos requisitos e limites premiais previstos na Lei nº 12.850/2013. Coube avaliar, ainda, se referidos acordos estavam em consonância com os ditames legais e, portanto, com o princípio da legalidade. Da análise empreendida, verificou-se que os acordos não se amoldam ao previsto na lei que rege o instituto jurídico da colaboração premiada, além de violarem direitos e garantias fundamentais previstos na Constituição, como a separação de poderes e a reserva de jurisdição. Em razão disso, tem-se que o instituto jurídico necessita ser aperfeiçoado, inclusive com o aprimoramento da legislação de regência, assim como com a obediência, por parte dos agentes públicos, ao princípio da legalidade. | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Direito Processual e Prática Jurídica | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFPB | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITO | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | TCC - Direito - João Pessoa | |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
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