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dc.creatorSilva, Rosangela Lopes da-
dc.date.accessioned2019-08-14T16:29:08Z-
dc.date.available2019-05-29-
dc.date.available2019-08-14T16:29:08Z-
dc.date.issued2019-05-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/15286-
dc.description.abstractThis study searched to know the young’s opinions of the Education of Youth and Adults (EJA) about their school experiences. The proposition understands that the phenomenon of school retention produces the dropout, unlike the young who returns to the schooling process after the age of majority, from the practices of failure school. We know that the problem of access and permanence is still challenges that needs to be overcome. The empirical research is qualitative-quantitative (GIL, 2002). This is a bibliographical and documentary research was done in the public school in Cabedelo-PB. The individual file and the class diaries were analyzed the years of 2017 and 2018, interviews with a semi-structured instrument with five young enrolled in cycles III and IV of the EJA. The organization and processing of data are based on content analysis (BARDIN, 1977). The results indicate that the youngs go to the EJA classes, or they are "obliged" by the education system itself, as opposed to the production of school retention and dropout promoted by the school, as we observed in the research. Added to this, other negative effects are related to their lack of adaptation in heterogeneous groups, due to the difference of age in the same classroom. The issue of prejudice is also observed in juvenile narratives from the perception of adults when they are “labeled of uncanny”. The absence of identity with regard to school spaces is also pointed out by the interviewees. The relationship between learning and teaching, there is inadequacy of these contents, which, consequently, have no relation with their daily life. In the composition of the classes, they claim that there is a difference in behavior/attitude and "rhythm" of learning in relation to adults and the elderly. In this context, these variables corroborate the exclusion process of the school in the EJA classes.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Janete Duarte (janetesd@yahoo.com.br) on 2019-08-14T16:29:08Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) RLS29052019.pdf: 879097 bytes, checksum: ffbca5296038f8e0b4d935e5057f1243 (MD5)en
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectEducação de jovens e adultospt_BR
dc.subjectEvasão escolarpt_BR
dc.subjectEnsino - aprendizagempt_BR
dc.titleDa retenção escolar à evasão nas turmas da EJA: o olhar juvenil sobre suas trajetórias escolarespt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Costa, Eduardo Antonio de Pontes-
dc.description.resumoEste estudo buscou conhecer as opiniões dos jovens da Educação de Jovens e Adultos (EJA) sobre suas experiências escolares. A premissa da presente investigação entende que o fenômeno da retenção escolar produz o sujeito da evasão da EJA, diferentemente do jovem que retorna ao processo de escolarização após a maioridade, a partir das práticas de reprovação e de retenção escolar. Sabemos que o problema do acesso e da permanência ainda se constitui em desafios que precisam ser superados. Do ponto de vista metodológico, o estudo é de caráter quali- quantitativo (GIL, 2002). Trata-se de uma pesquisa bibliográfica e documental realizada numa escola da rede pública de ensino do município de Cabedelo/PB. Foram analisados a ficha-individual e o Diário de Classe referentes aos anos de 2017 e 2018 bem como foram realizadas entrevistas semiestruturadas, apoiadas com cinco jovens matriculados nos Ciclos III e IV da EJA. A organização e o tratamento dos dados baseiam-se na análise de conteúdo (BARDIN, 1977). Os resultados indicam que os jovens vão para as turmas da EJA, ou são “obrigados” pelo próprio sistema de ensino, frente à produção da retenção e da evasão escolar promovida pela escola, como observamos na pesquisa. Somado a esse, outros efeitos negativos dizem respeito à sua falta de adaptação nas turmas heterogêneas, em função da diferença de faixa etária na mesma sala de aula. A questão do preconceito também é observada nas narrativas dos jovens a partir do olhar do adulto quando os “rotulam de intrusos”. A ausência de identidade com relação aos espaços escolares é também apontada pelos entrevistados. A relação entre aprender e ensinar, eles afirmam que há inadequação desses conteúdos, os quais, consequentemente, não fazem relação com a sua vida cotidiana. Na composição das turmas, eles alegam que há diferença de comportamento/atitude e de “ritmo” de aprendizagem em relação aos adultos e idosos. Nesse contexto, essas variáveis corroboram o processo de exclusão da escola nas turmas da EJA.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEducaçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO::TOPICOS ESPECIFICOS DE EDUCACAO::EDUCACAO DE ADULTOSpt_BR
Appears in Collections:TCC - Pedagogia - CE

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