Skip navigation

Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/16210
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorSantana, Guilherme Henrique Lima de.-
dc.date.accessioned2019-10-30T18:47:05Z-
dc.date.available2019-09-30-
dc.date.available2019-10-30T18:47:05Z-
dc.date.issued2019-09-23-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/16210-
dc.description.abstractOs escritos que seguem objetivam fomentar problematizações jurídico-sociais acerca da possível fixação, colonização e exploração de recursos no planeta Marte pelos seres humanos, na hipótese de não mais ser possível a perpetuação da espécie no atualmente habitado. A sobrecarga sofrida pela Terra, a qual dá constantes sinais de desgastes quase que irremediáveis, aliada à curiosidade e à permanente inquietude humana, além dos inúmeros adventos tecnológicos ao longo dos anos, fizeram materializar o sonho marciano. Projetos científicos, cujos objetivos vão desde fixar uma colônia de povoamento no planeta vermelho, até a exploração de recursos naturais em diferentes corpos celestes, já são rotina nos mais avançados centros de pesquisa espalhados pelo mundo. A nova etapa da corrida espacial foi aberta. Resta oxigenar as discussões acerca de posse e propriedade no espaço exterior, a fim de produzir bases jurídicas sólidas para precaver futuros embates a inviabilizar missões. É bem verdade que já existem iniciativas legislativas coletivas, as quais limitam-se a estabelecer parâmetros genéricos e objetivos gerais, e privadas que, por sua vez, buscam atender aos anseios internos do país que a confeccionou. Quem poderá reivindicar para si esse ou aquele território no espaço sideral? Como se dará a distribuição das terras marcianas e a exploração de seus recursos? Admita-se, a priori, que a atual organização nada racional de exploração dos recursos naturais terráqueos levou o planeta ao colapso. Discussões como as que são aqui travadas certamente estimulam a priorização do bem estar coletivo e a reformulação da sistemática atualmente vigente de divisão de propriedades e exploração dos recursos disponíveis.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by VÂNIA MARIA RAMOS DA SILVA (vania.ufpb@gmail.com) on 2019-10-30T18:47:05Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) GHLS30092019.pdf: 949404 bytes, checksum: f7c16f80138ca53a2bda72f6037a2b38 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2019-10-30T18:47:05Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) GHLS30092019.pdf: 949404 bytes, checksum: f7c16f80138ca53a2bda72f6037a2b38 (MD5) Previous issue date: 2019-09-23en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectMartept_BR
dc.subjectEspaço sideralpt_BR
dc.subjectColonizaçãopt_BR
dc.subjectRegulação Jurídicapt_BR
dc.subjectDireito a Propriedadept_BR
dc.subjectPropriedadept_BR
dc.subjectPossept_BR
dc.titleRaízes romanas, frutos marcianos: Como regular a utilização do espaço em terras onde o Direito jamais chegou?pt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Godinho, Adriano Marteleto.-
dc.description.resumoOs escritos que seguem objetivam fomentar problematizações jurídico-sociais acerca da possível fixação, colonização e exploração de recursos no planeta Marte pelos seres humanos, na hipótese de não mais ser possível a perpetuação da espécie no atualmente habitado. A sobrecarga sofrida pela Terra, a qual dá constantes sinais de desgastes quase que irremediáveis, aliada à curiosidade e à permanente inquietude humana, além dos inúmeros adventos tecnológicos ao longo dos anos, fizeram materializar o sonho marciano. Projetos científicos, cujos objetivos vão desde fixar uma colônia de povoamento no planeta vermelho, até a exploração de recursos naturais em diferentes corpos celestes, já são rotina nos mais avançados centros de pesquisa espalhados pelo mundo. A nova etapa da corrida espacial foi aberta. Resta oxigenar as discussões acerca de posse e propriedade no espaço exterior, a fim de produzir bases jurídicas sólidas para precaver futuros embates a inviabilizar missões. É bem verdade que já existem iniciativas legislativas coletivas, as quais limitam-se a estabelecer parâmetros genéricos e objetivos gerais, e privadas que, por sua vez, buscam atender aos anseios internos do país que a confeccionou. Quem poderá reivindicar para si esse ou aquele território no espaço sideral? Como se dará a distribuição das terras marcianas e a exploração de seus recursos? Admita-se, a priori, que a atual organização nada racional de exploração dos recursos naturais terráqueos levou o planeta ao colapso. Discussões como as que são aqui travadas certamente estimulam a priorização do bem estar coletivo e a reformulação da sistemática atualmente vigente de divisão de propriedades e exploração dos recursos disponíveis.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCiências Jurídicaspt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITOpt_BR
Aparece nas coleções:TCC - Direito - João Pessoa

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
GHLS30092019.pdf927,15 kBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Este item está licenciada sob uma Licença Creative Commons Creative Commons