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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/19887
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorCANDEIA, Gabriel José da Rocha-
dc.date.accessioned2021-03-28T21:17:27Z-
dc.date.available20-04-24-
dc.date.available2021-03-28T21:17:27Z-
dc.date.issued20-03-23-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/19887-
dc.description.abstractO presente trabalho situa-se na área do Direito Civil e analisa a (ir)responsabilidade dos provedores de pesquisas à luz do direito ao esquecimento, inclinando-se a investigar a possibilidade de se impor certas obrigações às suas atividades. O relevo fático-social do proposto circunda na plena e exponencial interferência dos suportes cibernéticos às nossas vidas, principalmente concernente às características da imediaticidade e perenização do fluxo informacional. Neste enfoque, faz-se imperioso, pois, tangenciar a pauta do direito ao esquecimento em sede da nascente realidade social. O núcleo discursivo repousa sobre a frágeis e incipientes respostas lançadas por nossos tribunais no tocante à proteção de individualidade personalística do ser, notadamente quanto ao contexto de expurgar fatos não versantes de interesse público, em suporte ao inexpugnável teor principiológico irradiante da dignidade humana. Destarte, ciente da relevância atinente à temática ora posta, o objetivo geral deste trabalho inclina-se em verificar a possibilidade de imposição obrigacional perante as atividades dos provedores de pesquisas quanto ao contexto do direito ao esquecimento, em análise do substrato argumentativo conferido pelo nosso ordenamento jurídico. Em noções metodológicas, utilizou-se no presente estudo o método de abordagem hipotético-dedutivo, amparando-se no conjunto normativo, doutrinário e jurisprudencial envolvente ao tema, numa pesquisa exploratória. Outrossim, fez-se uso de pesquisa bibliográfica e qualitativa, bem como a técnica da documentação indireta. Diante do exposto, despontou-se, em contornos finais, a viabilidade jurídica da imposição obrigacional perante as atividades dos provedores de pesquisas a fim de promover e tutelar a dignidade humana e efetivar o imperativo da máxima proteção dos direitos fundamentais.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by lucimário dias (luciocam@hotmail.com) on 2021-03-28T21:17:27Z No. of bitstreams: 1 GJRC230320.pdf: 384465 bytes, checksum: 258cf0efb41165972b38679d0514e975 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2021-03-28T21:17:27Z (GMT). No. of bitstreams: 1 GJRC230320.pdf: 384465 bytes, checksum: 258cf0efb41165972b38679d0514e975 (MD5) Previous issue date: 20-03-23en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.subjectResponsabilidade civilpt_BR
dc.subjectDireito ao esquecimentopt_BR
dc.subjectImposição obrigacionalpt_BR
dc.subjectDignidade humanapt_BR
dc.title(IR)RESPONSABILIDADE DOS PROVEDORES DE PESQUISAS À LUZ DO DIREITO AO ESQUECIMENTOpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1CABRAL, André Luiz Cavalcanti-
dc.description.resumoO presente trabalho situa-se na área do Direito Civil e analisa a (ir)responsabilidade dos provedores de pesquisas à luz do direito ao esquecimento, inclinando-se a investigar a possibilidade de se impor certas obrigações às suas atividades. O relevo fático-social do proposto circunda na plena e exponencial interferência dos suportes cibernéticos às nossas vidas, principalmente concernente às características da imediaticidade e perenização do fluxo informacional. Neste enfoque, faz-se imperioso, pois, tangenciar a pauta do direito ao esquecimento em sede da nascente realidade social. O núcleo discursivo repousa sobre a frágeis e incipientes respostas lançadas por nossos tribunais no tocante à proteção de individualidade personalística do ser, notadamente quanto ao contexto de expurgar fatos não versantes de interesse público, em suporte ao inexpugnável teor principiológico irradiante da dignidade humana. Destarte, ciente da relevância atinente à temática ora posta, o objetivo geral deste trabalho inclina-se em verificar a possibilidade de imposição obrigacional perante as atividades dos provedores de pesquisas quanto ao contexto do direito ao esquecimento, em análise do substrato argumentativo conferido pelo nosso ordenamento jurídico. Em noções metodológicas, utilizou-se no presente estudo o método de abordagem hipotético-dedutivo, amparando-se no conjunto normativo, doutrinário e jurisprudencial envolvente ao tema, numa pesquisa exploratória. Outrossim, fez-se uso de pesquisa bibliográfica e qualitativa, bem como a técnica da documentação indireta. Diante do exposto, despontou-se, em contornos finais, a viabilidade jurídica da imposição obrigacional perante as atividades dos provedores de pesquisas a fim de promover e tutelar a dignidade humana e efetivar o imperativo da máxima proteção dos direitos fundamentais.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentDireito Privadopt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITOpt_BR
Aparece nas coleções:TCC - Direito - João Pessoa

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