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https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/23190Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | SILVA, Thamirys Pereira Soares da | - |
| dc.date.accessioned | 2022-06-28T12:47:43Z | - |
| dc.date.available | 2020-05-04 | - |
| dc.date.available | 2022-06-28T12:47:43Z | - |
| dc.date.issued | 2020-03-21 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/23190 | - |
| dc.description.abstract | Levando em consideração a recente criminalização das práticas homotransfóbicas no Brasil, promovida pelo Supremo Tribunal Federal, em razão do julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão nº 26 e do Mandado de Injunção nº 4.733, o presente trabalho tem por objetivo analisar se a criminalização da LGBTfobia se reveste de legitimidade à luz da teoria funcionalista teleológica de Claus Roxin, que impõe a proteção subsidiária de bens jurídicos como função do Direito Penal. Nesse intento, aponta-se os fundamentos teóricos dos sistemas penais que antecedem e servem de base ao funcionalismo penal, a fim de determinar as circunstâncias legitimadoras de uma criminalização na perspectiva de Roxin; revisa-se os conceitos elementares de orientação sexual, homofobia, identidade de gênero e transfobia; disserta-se acerca da trajetória histórico-jurídica das tentativas de proibição penal da LGBTfobia no Brasil, evidenciando a lógica argumentativa que culminou em sua criminalização pelo STF; e analisa-se a subsunção da criminalização da homotransfobia ao princípio da igualdade, ao postulado normativo da proporcionalidade e à proteção subsidiária de bens jurídicos. Vale-se, para tanto, de revisão da literatura jurídica e sociológica acerca do tema, bem como do exame de documentos elaborados pelo Senado Federal e da análise das teses jurídicas veiculadas pelas ações constitucionais em questão. Diante disso, verifica-se que as criminalizações se justificam na perspectiva do funcionalismo de Roxin quando visam proteger valores constitucionais essenciais à garantia da convivência social pacífica e harmônica, sempre que isso não se possa ser realizado por intermédio de outros meios menos gravosos aos direitos humanos; que a criminalização da LGBTfobia intenta proteger o valor constitucionalmente previsto da não discriminação, cuja tutela poderia, no entanto, se dar, sem maiores prejuízos, por meios cíveis ou por meios penais menos lesivos, o que impõe a constatação de que a criminalização da LGBTfobia no Brasil não é necessária, não atendendo ao princípio da subsidiariedade, sendo, portanto, ilegítima | pt_BR |
| dc.description.provenance | Submitted by lucimário dias (luciocam@hotmail.com) on 2022-06-28T12:47:43Z No. of bitstreams: 1 TPSS210320.pdf: 515662 bytes, checksum: fd023834e71697c65c2de08649d6ca1d (MD5) | en |
| dc.description.provenance | Made available in DSpace on 2022-06-28T12:47:43Z (GMT). No. of bitstreams: 1 TPSS210320.pdf: 515662 bytes, checksum: fd023834e71697c65c2de08649d6ca1d (MD5) Previous issue date: 2020-03-21 | en |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal da Paraíba | pt_BR |
| dc.rights | Acesso aberto | pt_BR |
| dc.subject | Criminalização da LGBTfobia. | pt_BR |
| dc.subject | Legitimidade | pt_BR |
| dc.subject | Princípio da subsidiariedade | pt_BR |
| dc.subject | Claus Roxin | pt_BR |
| dc.title | ANÁLISE DA LEGITIMIDADE DA CRIMINALIZAÇÃO DA LGBTFOBIA NO BRASIL À LUZ DO FUNCIONALISMO TELEOLÓGICO DE CLAUS ROXIN | pt_BR |
| dc.type | TCC | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | BATISTA, Gustavo Barbosa de Mesquita | - |
| dc.description.resumo | Levando em consideração a recente criminalização das práticas homotransfóbicas no Brasil, promovida pelo Supremo Tribunal Federal, em razão do julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão nº 26 e do Mandado de Injunção nº 4.733, o presente trabalho tem por objetivo analisar se a criminalização da LGBTfobia se reveste de legitimidade à luz da teoria funcionalista teleológica de Claus Roxin, que impõe a proteção subsidiária de bens jurídicos como função do Direito Penal. Nesse intento, aponta-se os fundamentos teóricos dos sistemas penais que antecedem e servem de base ao funcionalismo penal, a fim de determinar as circunstâncias legitimadoras de uma criminalização na perspectiva de Roxin; revisa-se os conceitos elementares de orientação sexual, homofobia, identidade de gênero e transfobia; disserta-se acerca da trajetória histórico-jurídica das tentativas de proibição penal da LGBTfobia no Brasil, evidenciando a lógica argumentativa que culminou em sua criminalização pelo STF; e analisa-se a subsunção da criminalização da homotransfobia ao princípio da igualdade, ao postulado normativo da proporcionalidade e à proteção subsidiária de bens jurídicos. Vale-se, para tanto, de revisão da literatura jurídica e sociológica acerca do tema, bem como do exame de documentos elaborados pelo Senado Federal e da análise das teses jurídicas veiculadas pelas ações constitucionais em questão. Diante disso, verifica-se que as criminalizações se justificam na perspectiva do funcionalismo de Roxin quando visam proteger valores constitucionais essenciais à garantia da convivência social pacífica e harmônica, sempre que isso não se possa ser realizado por intermédio de outros meios menos gravosos aos direitos humanos; que a criminalização da LGBTfobia intenta proteger o valor constitucionalmente previsto da não discriminação, cuja tutela poderia, no entanto, se dar, sem maiores prejuízos, por meios cíveis ou por meios penais menos lesivos, o que impõe a constatação de que a criminalização da LGBTfobia no Brasil não é necessária, não atendendo ao princípio da subsidiariedade, sendo, portanto, ilegítima | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Direito Público | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFPB | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITO | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | TCC - Direito - João Pessoa | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
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