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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/23253
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorJESUS, Ingrid Santos-
dc.date.accessioned2022-06-30T16:47:35Z-
dc.date.available2020-08-31-
dc.date.available2022-06-30T16:47:35Z-
dc.date.issued2020-08-11-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/23253-
dc.description.abstractO tema da transexualidade tem adquirido mais visibilidade na sociedade civil, sobretudo fora da militância pelos direitos das pessoas LGBTs, porém, mesmo assim, ainda é pouco discutida a transgeneridade em crianças e adolescentes. Sendo assim, seria possível um adolescente se submeter ao tratamento de bloqueio hormonal ainda que em conflito com decisão de um dos pais? Qual vontade deverá prevalecer: do adolescente, com base no princípio do melhor interesse da criança e do adolescente ou a vontade do genitor? Para isso foi utiliza-se a metodologia bibliográfica, com revisão textual, de autores, artigos e doutrinas, assim como análise da Constituição Federal (1988), do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n° 8.069/90) e da Declaração dos Direitos da Criança (1959), além do filme “Meu nome é Ray”, que tem como temática a transgeneridade na adolescência. O objetivo deste trabalho é, portanto, verificar a possibilidade de resguardo da autonomia do adolescente, no caso de conflito com o exercício do poder familiar. Porém, o intuito não é de esgotar o tema e sim trazer uma perspectiva crítica sobre, ao defender a autonomia do adolescente frente ao poder familiar.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by lucimário dias (luciocam@hotmail.com) on 2022-06-30T16:47:35Z No. of bitstreams: 1 ISJ110820.pdf: 529252 bytes, checksum: f87c17af164e5f7c76c59c77962ff0f4 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2022-06-30T16:47:35Z (GMT). No. of bitstreams: 1 ISJ110820.pdf: 529252 bytes, checksum: f87c17af164e5f7c76c59c77962ff0f4 (MD5) Previous issue date: 2020-08-11en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.subjectTransgeneridadept_BR
dc.subjectCriança e Adolescentept_BR
dc.subjectPoder Familiarpt_BR
dc.subjectConflito.pt_BR
dc.titleA TRANSFOBIA NOSSA DE CADA DIA: UMA ANÁLISE DA OBRA “MEU NOME É RAY” À LUZ DO PRINCÍPIO DO MELHOR INTERESSE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTEpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1HOLANDA, Caroline Sátiro de-
dc.description.resumoO tema da transexualidade tem adquirido mais visibilidade na sociedade civil, sobretudo fora da militância pelos direitos das pessoas LGBTs, porém, mesmo assim, ainda é pouco discutida a transgeneridade em crianças e adolescentes. Sendo assim, seria possível um adolescente se submeter ao tratamento de bloqueio hormonal ainda que em conflito com decisão de um dos pais? Qual vontade deverá prevalecer: do adolescente, com base no princípio do melhor interesse da criança e do adolescente ou a vontade do genitor? Para isso foi utiliza-se a metodologia bibliográfica, com revisão textual, de autores, artigos e doutrinas, assim como análise da Constituição Federal (1988), do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n° 8.069/90) e da Declaração dos Direitos da Criança (1959), além do filme “Meu nome é Ray”, que tem como temática a transgeneridade na adolescência. O objetivo deste trabalho é, portanto, verificar a possibilidade de resguardo da autonomia do adolescente, no caso de conflito com o exercício do poder familiar. Porém, o intuito não é de esgotar o tema e sim trazer uma perspectiva crítica sobre, ao defender a autonomia do adolescente frente ao poder familiar.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentDireito Privadopt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITOpt_BR
Aparece nas coleções:TCC - Direito - João Pessoa

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