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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/23401
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorLima, Joana Gomes da Silva-
dc.date.accessioned2022-07-11T17:42:56Z-
dc.date.available2021-12-05-
dc.date.available2022-07-11T17:42:56Z-
dc.date.issued2021-12-03-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/23401-
dc.description.abstractThis article is the result of a simple research on the current scenario of teaching English Language (LI) in Public School (EP), especially in High School (EM). Through this research we seek to understand how the English Language (LI) classes are, our objective is to observe the relationship between theory and oral practice existing in the classes. Teaching the English language in public schools has always presented challenges. Today we already have some facilities, such as access to technology and ways to further improve this learning process. But, in public schools, English classes involve more theory than practice, and this can justify the delay in student learning, of course, this depends a lot on the interest of those who make up the teaching-learning process. Based on this assumption, we decided to understand how the classes are and how the students are performing in relation to oral practice. In fact, students who are not in the habit of practicing the foreign language they are learning, and school is the place where we can cultivate this learning, teachers and students must maintain greater interaction and develop spontaneous classes. With this in mind, we decided to ask students if they would like to have different classes and with a more spontaneous methodology, where everyone participates in classes, talking and interacting more. For that, we base ourselves on the following authors: Barcelos (2006) Cavalcanti; Moita Lopes (1991) Leffa (1999) Lima; Luquetti; Souza (2014) Martins (1997), Libâneo (2001).pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Cátia Costa (catia@ccae.ufpb.br) on 2022-07-11T17:42:56Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) 11 - Joana - TCC.pdf: 857317 bytes, checksum: b359e03b2cea84aad93a90c6a281c825 (MD5)en
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectEnsino da língua inglesapt_BR
dc.subjectEscola públicapt_BR
dc.subjectPrática oralpt_BR
dc.subjectTeoria.pt_BR
dc.titleA relação entre teoria e prática no ensino de Língua Inglesa no ensino médio de uma escola pública: a necessidade da implementação de uma prática oral cotidianapt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Osias, Juliene Paiva de Araújo-
dc.creator.LattesCurrículo Lattes não encontrado em 08/07/2022pt_BR
dc.creator.LattesCurrículo Lattes não encontrado em 08/07/2022pt_BR
dc.description.resumoEste artigo é resultado de uma pesquisa simples sobre o cenário atual do ensino da Língua Inglesa (LI) na Escola Pública (EP), especialmente no Ensino Médio (EM). Através desta pesquisa buscamos compreender como são as aulas de Língua Inglesa (LI), nosso objetivo é observar a relação entre a teoria e a prática oral existente nas aulas. O ensino da língua inglesa em escolas públicas sempre apresentou desafios. Hoje já temos algumas facilidades, como acesso à tecnologia e formas de aprimorar ainda mais esse aprendizado. Mas, na escola pública, as aulas de inglês envolvem mais teoria do que prática, e isso pode justificar o atraso no aprendizado dos alunos, claro, isso depende muito do interesse de quem compõe o processo ensino-aprendizagem. Partindo desse pressuposto, decidimos entender como são as aulas e como os alunos estão se saindo em relação à prática oral. Na verdade, alunos que não têm o hábito de praticar a língua estrangeira que estão aprendendo, e a escola é o lugar onde podemos cultivar esse aprendizado, professores e alunos devem manter uma interação maior e desenvolver aulas espontâneas. Pensando nisso, decidimos perguntar aos alunos se gostariam de ter aulas diferentes e com uma metodologia mais espontânea, onde todos participassem das aulas, conversando e interagindo mais. Para tanto, baseamo-nos nos seguintes autores: Barcelos (2006) Cavalcanti; Moita Lopes (1991) Leffa (1999) Lima; Luquetti; Souza (2014) Martins (1997), Libâneo (2001).pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentLetraspt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.relation.referencesBARCELOS, Ana Maria Ferreira. Narrativas, crenças e experiência de aprender inglês. Revista Linguagem & Ensino, v. 9, n. 2, p. 145-175, 2006. CAVALCANTI, Marilda C.; DA MOITA LOPES, Luiz Paulo. Implementação de pesquisa na sala de aula de línguas no contexto brasileiro. Trabalhos em Linguística Aplicada, v. 17, 1991. CORRÊA, Edith Santos et al. A política de formação de professores de Língua Inglesae os desafios da prática cotidiana na escola pública. 2018. COSTA, Giselda dos Santos. Mobile learning: explorando potencialidades com o uso do celular no ensino-aprendizagem de Língua Inglesacomo língua estrangeira com alunos da escola pública. 2013. DAVID, Ricardo Santos. O Ensino-Aprendizagem de Língua Inglesaem Escolas Públicas: O Real e o Ideal. Revista Ciências Humanas, v. 9, n. 2, p. 24-31, 2016. DE ASSIS-PETERSON, Ana Antônia; COX, Maria Inês Pagliarini. Inglês em tempos de globalização: para além de bem e mal. Calidoscópio, v. 5, n. 1, p. 5-14, 2007. DE LIMA, Vera Lúcia Strube; NUNES, Maria das Graças Volpe; VIEIRA, Renata. Desafios do processamento de línguas naturais. SEMISH-Seminário Integrado de Software e Hardware, v. 34, p. 1, 2007. DE SOUZA, Eliana Santos et al. O ensino da Língua Inglesano Brasil. BABEL: Revista Eletrônica de Línguas e Literaturas Estrangeiras, v. 1, n. 1, p. 39-46, 2011. FRANCESCON, Paula Kracker; SENEFONTE, Fábio Henrique Rosa; DE ALMEIDA BARONAS, Joyce Elaine. Variação linguística no ensino de língua inglesa. Entrelinhas, v. 7, n. 2, p. 209-221, 2013. LIBÂNEO, José Carlos. Pedagogia e pedagogos: inquietações e buscas. Educar em Revista, p. 153-176, 2001. GODOY, Arilda Schmidt. Pesquisa qualitativa: tipos fundamentais. Revista de Administração de empresas, v. 35, n. 3, p. 20-29, 1995. LEFFA, Vilson J. O ensino de línguas estrangeiras no contexto nacional. Contexturas, APLIESP, n. 4, p. 13-24, 1999. LELES, MARIA ANDRÉIA SILVA. Repensando o ensino de Língua Inglesa na escola pública: da teoria à prática. 2011. LIMA, Laís Teixeira; DE FONSECA SOUZA, Sonia Maria; LUQUETTI, Eliana Crispim França. O ensino da habilidade oral da Língua Inglesanas escolas públicas. Caderno do CNLF, Rio de Janeiro, v. 18, n. 10, p. 86-103, 2014. LOPES, Moita. Da aplicação de linguística à linguística aplicada indisciplinar. Linguística aplicada: um caminho com diferentes acessos. São Paulo: Contexto, p. 1124, 2009. MARTINS, João Carlos. Vygotsky e o papel das interações sociais na sala de aula: reconhecer e desvendar o mundo. Série Idéias, v. 28, p. 111-122, 1997. TILIO, Rogério. Língua estrangeira moderna na escola pública: possibilidades e desafios. Educação & Realidade, v. 39, p. 925-944, 2014. ZOLNIER, Maria da Conceição Aparecida Pereira et al. Língua inglesa: expectativa e crenças de alunos e de uma professora do Ensino Fundamental. 2007.pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTESpt_BR
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