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metadata.dc.type: TCC
Title: O ser e o tempo: sobre a terminalidade em Gregório de Matos
metadata.dc.creator: Queiroz, Marluce Cordeiro de
metadata.dc.contributor.advisor1: Rodrigues, Hermano de França
metadata.dc.description.resumo: O poeta Gregório de Matos e Guerra foi considerado o maior poeta barroco brasileiro, que se destacou na segunda fase do barroco, no grupo baiano, foi o que mais se destacou e também foi um dos fundadores da poesia lírica, satírica, e também fez poesia erótica, mas na sátira foi de exclusividade da Bahia, Na história da literatura brasileira a obra de Gregório de Matos é reconhecida como um projeto literário que não só abriu uma tradição entre nós, mas também superou os limites do movimento a que estava filiado o barroco, mas há quem acusam de ser ele um imitador dos poetas espanhóis do século XVII, sem, portanto, ter contribuído significamente para a formação da literatura brasileira. Foi feito um breve passeio biográfico da vida do poeta Gregório de Matos. Na segunda parte, que remete à transitoriedade do tempo, Freud determinou o que é o significado da palavra transitoriedade, e ele disse que é a qualidade daquilo que é transitório, que é breve passageiro. Este texto de Freud é uma reflexão poética e psicanalítica sobre a fugacidade das coisas e dos seres em geral. No livro de Ângela Mucida, o sujeito não envelhece, Lacan apresenta três bases de tempo: o tempo que passa que se refere ao passado, um tempo futuro e um tempo lógico.Em Heidegger, mostra que a temporalidade apresenta como sentido da presença, no qual, mas só vamos ter essa certeza através de várias interpretações. Já no capítulo ser e tempo e o sentido do ser, na concepção de Heidegger, só podemos compreender o ser a partir do tempo, das percepções, porém quem mostra é próprio ser. Em Norbert Elias o tempo é algo que não podemos tocar, ver, ouvir nem mesmo sentir o gosto e o cheiro. Este trabalho procurou analisar como seus poemas revelam as características do Barroco e a transitoriedade do tempo presente nos poemas e as incertezas das coisas do mundo. Para falar sobre isso, assim, são convidados para um embasamento teóricos Freud, (1916), Freud no olhar de Ângela Mucida, (1915, 1976), Lacan no olha de Ângela Mucida (2014) Heidegger, (1936), Norbert Elias (1897-1990), Cereja, (1994).
Abstract: The poet Gregorio de Matos e Guerra was considered the greatest Brazilian baroque poet, who stood out in the second phase of the baroque, in the Bahian group, was the one that stood out the most and was also one of the founders of lyric poetry, satirical, and also made poetry In the history of Brazilian literature the work of Gregório de Matos is recognized as a literary project that not only opened a tradition among us, but also surpassed the limits of the movement to which the Baroque was affiliated , But there are those who accuse him of being an imitator of the Spanish poets of the seventeenth century, without, therefore, having contributed significantly to the formation of Brazilian literature. A short biographical tour of the life of the poet Gregorio de Matos was made. In the second part, which refers to the transitoriness of time, Freud determined what is meant by the word transitoriness, and he said that it is the quality of that which is transitory, which is fleeting. This Freud text is a poetic and psychoanalytic reflection on the fugacity of things and beings in general. In the book of Ângela Mucida, the subject does not age, Lacan presents three time bases: the time that passes that refers to the past, a future time and a logical time. In Heidegger, shows that the temporality presents / displays like sense of the presence, in the Which, but we will only have this certainty through several interpretations. Already in the chapter being and time and the sense of being, in Heidegger's conception, we can only understand being from time, from perceptions, but who shows is own being. In Norbert Elias time is something we can not touch, see, hear or even taste and smell. This work sought to analyze how his poems reveal the characteristics of the Baroque and the transience of the present time in the poems and the uncertainties of the things of the world. Freud in the gaze of Angela Mucida (1915, 1976), Lacan in the look of Angela Mucida (2014) Heidegger, (1936), Norbert Elias (1916), Freud (1897-1990), Cherry,(1994).
Keywords: Literatura - poesia
Tempo - transitoriedade
metadata.dc.subject.cnpq: CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LINGUA PORTUGUESA
metadata.dc.language: por
metadata.dc.publisher.country: Brasil
Publisher: Universidade Federal da Paraíba
metadata.dc.publisher.initials: UFPB
metadata.dc.publisher.department: Letras Clássicas e Vernáculas
metadata.dc.rights: Acesso restrito
URI: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/2789
Issue Date: 20-Jun-2017
Appears in Collections:TCC - Letras - Português (Curso presencial)

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