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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/28247
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorMONTEIRO, EREMIAS MORAES LINS-
dc.date.accessioned2023-09-04T19:23:59Z-
dc.date.available2021-07-20-
dc.date.available2023-09-04T19:23:59Z-
dc.date.issued2021-07-16-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/28247-
dc.description.abstractThe Family’s concept, has been under constant mutation, which, within the Constitucional Knowledge, has been based in principles and modern cultural values that reach affective models, being characterized by bonds of affinity, affection and cohabitation. Thus, the law must keep pace with these developments, especially when combined with technological and Bio law evolutions, specifically as regards to assisted reproduction methods. What is intended with this work is to verify what is the legal nature of the in vitro embryo and check if there are constitutional guarantees that ensure the inheritance law of the child conceived by homologous artificial insemination post mortem, discussing their social, ethical and legal implication, once the Civil Code recognizes the affiliation of the child conceived by artificial insemination as provided by the Article 1597, paragraph III. However, there is no specific legislation to regulate the question, which eventually generates an anomalous situation where a child born while their parents were alive will be considered legitimate heir, while another born by homologous artificial insemination post mortem will be considered, at most, testamentary heir, which would lead us to a discrimination situation, thus violating the principle of equality among children, enshrined in the Constitution of the Republic. Our study was conducted using bibliographic research, using several doctrinal currents, legislation, and scientific journal articles and other publications related to the topic.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Gracineide Silva (gracineideehelena@gmail.com) on 2023-09-04T19:23:59Z No. of bitstreams: 1 JMLM 160721.pdf: 390228 bytes, checksum: df138b2abbf4ecea2b6728f686731ae8 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2023-09-04T19:23:59Z (GMT). No. of bitstreams: 1 JMLM 160721.pdf: 390228 bytes, checksum: df138b2abbf4ecea2b6728f686731ae8 (MD5) Previous issue date: 2021-07-16en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.subjectDireito da sucessãopt_BR
dc.subjectReprodução assistida - post mortempt_BR
dc.subjectInheritance lawpt_BR
dc.subjectAssisted human reproductionpt_BR
dc.subjectLaw affiliationpt_BR
dc.titlePARADIGMA DO DIREITO DE SUCESSÃO EM FACE À REPRODUÇÃO HUMANA ASSISTIDA POST MORTEM: A NATUREZA JURÍDICA DO EMBRIÃO IN VITRO E SUAS IMPLICAÇÕESpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Cabral, André Luiz Cavalcanti-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2889956790838404pt_BR
dc.description.resumoO conceito de família vem sofrendo significativas mutações que, sob a égide da tutela constitucional, pautam-se em princípios e valores culturais modernos. Visto que essa nova configuração familiar é caracterizada por laços de afeição, carinho e convivência, cabe ao Direito acompanhar essas evoluções, principalmente quando aliadas à evolução tecnológica e do Biodireito, especificamente no que tange aos métodos de reprodução assistida. O que se pretende com esse trabalho é conceber a natureza jurídica do embrião in vitro, e se existem garantias constitucionais que amparem o direito sucessório do filho nascido da reprodução assistida homóloga post mortem, discutindo suas implicações sociais, éticas e jurídicas, uma vez que o Código Civil Brasileiro reconhece a filiação do filho concebido através de inseminação artificial, conforme prevê o artigo 1.597, inciso III. Porém, não existe legislação específica que a regulamente, o que acaba por gerar uma situação anômala, onde um filho nascido enquanto os pais estavam vivos será considerado herdeiro legítimo, enquanto outro nascido por inseminação artificial homóloga post mortem, será considerado, no máximo, herdeiro testamentário, o que nos levaria a uma situação dispare que destoa, assim, do princípio da igualdade entre os filhos, previsto na Constituição da República. Nosso estudo foi realizado utilizando-se de pesquisa bibliográfica, tendo em vista a utilização de diversas correntes doutrinárias, legislações, artigos científicos e periódicos, bem como de outras publicações referentes ao tema.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCiências Jurídicaspt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
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dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITOpt_BR
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