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metadata.dc.type: TCC
Title: A roticização das fricativas em Pombal-PB
metadata.dc.creator: Silveira, Anna Elizabeth de Carvalho Cavalcanti da
metadata.dc.contributor.advisor1: Stein, Cirineu Cecote
metadata.dc.description.resumo: O rotacismo é um fenômeno fonético estudado por vários autores e habitualmente é reconhecido como uma alternância entre segmentos líquidos, precisamente o [l] e o [] (como ocorre por exemplo com a palavra <<blusa>> ao ser pronunciada [. No entanto, conforme a linha de Dubois (1973), o rotacismo não se restringe apenas ao grupo das líquidas, já que este fenômeno é a mudança fônica de qualquer consoante ao realizar-se como um segmento rótico. Portanto, a realização de segmentos fricativos como um rótico também é rotacismo. Para a discussão sobre a temática do rotacismo utilizamos as conceituações de Dubois (1973), Costa (2008) e outros. Para a explanação sobre as fricativas desde o latim, recorremos a Faria (1955) e, para a explanação dos estudos com fricativas, a Rodrigues (2012, 2013), Aragão (2009) e Marques (2001). Ao fazer a caracterização articulatória e acústica dos segmentos fricativos nos baseamos nos estudos de Callou e Leite (2001), Haupt (2007), Lopes e Andrade (2010), Silva (2008), Stein (2011), entre outros. Para a análise, nosso corpus foi delimitado a uma cidade do Sertão, Pombal-PB, contamos com 12 entrevistas em áudio, com temática livre, oriundas do projeto O Linguajar do Sertão Paraibano – patrimônio linguístico-cultural (STEIN et al, 2013). Objetivamos verificar com qual segmento fricativo o rotacismo é mais recorrente para cada informante e quais os possíveis fatores linguísticos condicionadores (ambientação fonológica, posição silábica etc.) para a realização do fenômeno em análise. Além disso, analisamos também alguns fatores extralinguísticos que podem favorecer a realização do rotacismo, como o sexo (masculino ou feminino), o grupo etário (g1-adolescentes, g2-adultos, g3-idosos) e as zonas rural ou urbana. Ao observar os fatores linguísticos, percebemos que o rotacismo ocorreu com as consoantes fricativas vozeadas (/v/, /z/, //) e o segmento /z/ foi o que obteve a maior frequência de roticização na fala de informantes da cidade de Pombal-PB. Para /v/, o fator que mais favoreceu o fenômeno foi ele estar ladeado pela vogal <<a>>, no contexto /ava/. Para /z/, o segmento seguinte ser nasal (/m/, /n/) foi o fator que mais favoreceu o rotacismo. E para //, o rotacismo aconteceu apenas com as palavras <<gente>> e <<já>>. Quanto aos fatores extralinguísticos, o processo de roticização se mostrou presente em todas as variáveis, porém se manifestou de forma mais frequente quando os informantes eram do sexo feminino, do grupo etário g3 (idosos) e da zona rural.
Abstract: not available.
Keywords: Linguística.
Fonética.
Rotacismo.
Fricativas.
metadata.dc.subject.cnpq: CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LINGUA PORTUGUESA
metadata.dc.language: por
metadata.dc.publisher.country: Brasil
Publisher: Universidade Federal da Paraíba
metadata.dc.publisher.initials: UFPB
metadata.dc.publisher.department: Letras Clássicas e Vernáculas
metadata.dc.rights: Acesso restrito
URI: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/3023
Issue Date: 20-Feb-2015
Appears in Collections:TCC - Letras - Português (Curso presencial)

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