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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/30348
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorNASCIMENTO, RHUBENNS INACIO ISIDRO DO-
dc.date.accessioned2024-06-03T13:25:10Z-
dc.date.available2023-05-13-
dc.date.available2024-06-03T13:25:10Z-
dc.date.issued2023-04-30-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/30348-
dc.description.abstractThe reality of digital consumption cannot be ignored. After the covid-19 pandemic in 2020, internet shopping became, statistically, the main gear in the global consumer market. Faced with this new reality in the way of hiring, new challenges inevitably arise. The right to repentance, provided for in purchases outside the commercial establishment, began to be called into question with the emergence of conflicts arising from this new way of contracting. In this work, we will address the topic of the right to repentance, more precisely, in relation to the essential assumptions for the exercise of this right, making direct criticisms of its own wording. This is a theoretical, descriptive and qualitative research with procedural methods divided into comparative, interpretative and analytical. We will see that faced with this new reality of electronic commerce, the literal interpretation of what is stated in the device is not, and perhaps never has been, sufficient to protect consumer protection, as well as guarantee justice in hiring. Throughout the chapters, we will be able to see that the consumer's right to repent must follow the principled bases and the real purpose of the standard, essential observing the consumer's vulnerability, the harmony of consumer relations and objective good faith.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Gracineide Silva (gracineideehelena@gmail.com) on 2024-06-03T13:25:10Z No. of bitstreams: 1 RIIN 300423.pdf: 656046 bytes, checksum: 2c25e8c42aeb3f05375de834cbdd9f35 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2024-06-03T13:25:10Z (GMT). No. of bitstreams: 1 RIIN 300423.pdf: 656046 bytes, checksum: 2c25e8c42aeb3f05375de834cbdd9f35 (MD5) Previous issue date: 2023-04-30en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.subjectConsumo digitalpt_BR
dc.subjectDireito do consumidorpt_BR
dc.subjectPandemiapt_BR
dc.subjectCovid-19pt_BR
dc.subjectDigital consumptionpt_BR
dc.subjectPandemicpt_BR
dc.titleDireito de arrependimento do consumidor e os pressupostos essenciais como condição para o seu exercíciopt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Araújo, Karoline Lucena de-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5551097117815645pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Lourenço, Adaumirton Dias-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7213962437951809pt_BR
dc.description.resumoA realidade do consumo digital não pode ser ignorada. Após a pandemia do covid-19 no ano de 2020, as compras na internet tornaram-se, estatisticamente, a engrenagem principal no mercado de consumo mundial. Diante dessa nova realidade na forma de contratar, surgem, inevitavelmente, novos desafios. O direito ao arrependimento, previsto nas compras fora do estabelecimento comercial, começou a ser posto em questão no surgimento dos conflitos advindos desta nova forma de contratar. Neste trabalho, abordaremos o tema do direito ao arrependimento, mais precisamente, em relação aos pressupostos essenciais para o exercício deste direito, tecendo críticas diretas à sua própria redação. Trata-se de uma pesquisa teórica, descritiva e qualitativa com os métodos de procedimento desdobrando-se em comparativo, interpretativo e analítico. Veremos que diante dessa nova realidade do comércio eletrônico, a interpretação literal daquilo que está positivado no dispositivo não é, e talvez nunca foi, suficiente para tutelar a defesa do consumidor, como também, garantir a justiça nas contratações. Ao longo dos capítulos, poderemos perceber que o direito de arrependimento do consumidor deve acompanhar as bases principiológicas e a real finalidade da norma, observando imprescindivelmente a vulnerabilidade do consumidor, a harmonia das relações de consumo e a boa-fé objetiva.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCiências Jurídicaspt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITOpt_BR
Aparece nas coleções:TCC - Direito - João Pessoa

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