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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/36539
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorSouza, Eike Guilherme Torres de-
dc.date.accessioned2025-11-17T17:43:41Z-
dc.date.available2025-04-28-
dc.date.available2025-11-17T17:43:41Z-
dc.date.issued2025-02-25-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/36539-
dc.description.abstractSpirits are one of the most widely consumed distillates in the world and, in order to satisfy increasingly demanding markets, maturation has become a fundamental stage in improving chemical and sensory characteristics. Traditionally carried out in wooden barrels, this process is costly and time-consuming, which has prompted the development of quick and alternative methods, such as the use of wood chips. This study investigated the use and reuse of oak (Quercus sp.), chestnut (Bertholletia excelsa) and amburana (Amburana cearensis) wood chips for the accelerated maturation of brandy, assessing the effects of the process on the chemical profile and bioactivity of the beverage. The experimental design was divided into two main stages. In the first, the alcoholic matrix was collected and chemically characterized, obtained from a local mill in Paraíba, mono-distilled and undiluted. After confirming the identity and quality parameters, the distillate was used in the second stage, which consisted of accelerated maturation in two cycles with oak, amburana, and chestnut chips. In the first cycle, the beverage was stored for 28 days with six chips per liter, generating the treatments Q-1, A-1, and B-1. After this phase, the chips were reused for a second cycle, giving rise to treatments Q-2, A-2, and B-2. Periodic monitoring was carried out at seven-day intervals (alcohol content, relative density, color intensity, volatile acidity, total phenolics, and total tannins). The final drinks were evaluated for instrumental color, antioxidant activity (DPPH, ABTS, and FRAP), phenolic profile, volatile congeners, and volatile profile, providing their chemical and bioactive characterization. The results indicated that the first use of the chips led to greater extraction of phenolic compounds, directly associated with an increase in color intensity (saturated yellow) and antioxidant activity. These samples also showed greater diversity and intensity of volatile compounds, especially esters, and terpenes, resulting in characteristic profiles depending on the type of wood used. Among the woods, oak stood out for its higher phenolic content and antioxidant activity. Chestnut had a similar phenolic profile to oak, while amburana had different characteristics in terms of the types of phenolics present. On the other hand, the reuse of the chips proved to be limited, with a reduction in the intensity of the chemical characteristics, bringing the samples closer to the alcoholic matrix, due to the extraction of the compounds from the wood occurring more efficiently in the first use. The findings suggest that the use of wood chips is a promising alternative for the production of high-quality sugarcane spirits, especially in markets that demand more economical and faster processes. However, the practice of reusing the chips requires additional optimizations to ensure that the chemical quality is maintained throughout the maturation cycles.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Jackson R. L. A. Nunes (jackson@biblioteca.ufpb.br) on 2025-11-17T17:43:41Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) EikeGuilhermeTorresDeSouza_Dissert.pdf: 9057292 bytes, checksum: f1b084e7a702ec3a318245f19b1a4d67 (MD5)en
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dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectAguardente - cana-de-açúcarpt_BR
dc.subjectMaturação aceleradapt_BR
dc.subjectChips de madeirapt_BR
dc.subjectPerfil fenólico e volátilpt_BR
dc.subjectAtividade antioxidantept_BR
dc.subjectSugarcane spiritpt_BR
dc.subjectAccelerated maturationpt_BR
dc.subjectWood chipspt_BR
dc.subjectReusept_BR
dc.subjectPhenolic and volatile profilept_BR
dc.subjectAntioxidant activitypt_BR
dc.titleEfeito do reciclo de "chips" das madeiras carvalho (Quercus sp.), castanheira (Bertholletia excelsa) e amburana (Amburana cearensis) para maturação acelerada de aguardentept_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Bezerra, Taliana Kênia Alencar-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3073326980952939pt_BR
dc.contributor.advisor2Canillas, Sonia Ventanas-
dc.contributor.advisor2LattesLattes não encontrado em 17/11/2025.pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Muniz, Marcelo Barbosa-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6333963543499533pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1812921075248507pt_BR
dc.description.resumoA aguardente é um dos destilados mais consumidos mundialmente e, para atender mercados cada vez mais exigentes, a maturação torna-se uma etapa fundamental para a melhoria das características químicas e sensoriais. Tradicionalmente realizada em barris de madeira, esse processo apresenta alto custo e longo tempo, o que motivou o desenvolvimento de métodos rápidos e alternativos, como o uso de chips de madeira. Este trabalho investigou a utilização e a reutilização de chips das madeiras carvalho (Quercus sp.), castanheira (Bertholletia excelsa) e amburana (Amburana cearensis) para maturação acelerada de aguardente, avaliando os efeitos do processo no perfil químico e na bioatividade da bebida. O delineamento experimental foi dividido em duas etapas principais. Na primeira, realizou-se a coleta e caracterização química da matriz alcoólica, obtida de engenho local na Paraíba, monodestilada e sem diluição. Após a confirmação dos parâmetros de identidade e qualidade, o destilado foi utilizado na segunda etapa, que consistiu na maturação acelerada em dois ciclos com chips de carvalho, amburana e castanheira. No primeiro ciclo, a bebida foi armazenada por 28 dias com seis chips por litro, gerando os respectivos tratamentos Q-1, A-1 e B-1. Após essa fase, os chips foram reutilizados para um segundo ciclo, originando os tratamentos Q-2, A-2 e B-2. O acompanhamento periódico foi realizado em intervalos de 7 dias (teor alcoólico, densidade relativa, intensidade de cor, acidez volátil, fenólicos totais e taninos totais), e as bebidas finais foram avaliadas quanto à cor instrumental, atividade antioxidante (DPPH, ABTS e FRAP), perfil de fenólicos, congêneres voláteis e perfil de voláteis, proporcionando sua caracterização química e bioativa. Os resultados indicaram que a primeira utilização dos chips promoveu maior extração de compostos fenólicos, diretamente associados ao aumento da intensidade de cor (amarelo saturado) e da atividade antioxidante. Essas amostras também apresentaram maior diversidade e intensidade de compostos voláteis, especialmente ésteres e terpenos, resultando em perfis característicos em função do tipo de madeira utilizado. Entre as madeiras, o carvalho destacou-se pelo maior conteúdo fenólico e atividade antioxidante. A castanheira apresentou um perfil de fenólicos semelhante ao carvalho, e a amburana apresentou características diferenciadas quanto aos tipos de fenólicos presentes. Por outro lado, a reutilização dos chips revelou-se limitada, com redução na intensidade das características químicas, aproximando as amostras da matriz alcoólica, devido à extração dos compostos da madeira ocorrer de forma mais eficiente no primeiro uso. Os achados sugerem que o uso de chips de madeira é uma alternativa promissora para a produção de aguardentes de alta qualidade, especialmente em mercados que demandam processos mais econômicos e rápidos. Contudo, a prática de reutilização dos chips requer otimizações adicionais para garantir a manutenção da qualidade química ao longo dos ciclos de maturação.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEngenharia de Alimentospt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentospt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::CIENCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOSpt_BR
Aparece nas coleções:Centro de Tecnologia (CT) - Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos

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