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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37298
Tipo: Tese
Título: Efeito da música motivacional no desempenho de corrida de atletas recreacionais mentalmente fatigados
Autor(es): Silva, Douglas Cavalcante
Orientador: Fortes, Leonardo de Sousa
Orientador: Penna, Eduardo Macedo
Orientador: Batista, Gilmário Ricarte
Orientador: Carmo, Everton Crivoi do
Orientador: Boullosa Álvarez, Daniel Alexandre
Resumo: Objetivo: avaliar os efeitos da música motivacional auto selecionada no desempenho de corrida de atletas recreacionais mentalmente fatigados e comparar o desempenho de corrida de atletas recreacionais mentalmente fatigados em teste com músicas motivacionais preferidas e não preferidas. Metodologia: O trabalho foi dividido em dois estudo que foram realizados com 33 corredores recreacionais (18 participantes no primeiro e 15 no segundo). As pesquisas foram realizadas em modelo experimental com delineamento cruzado e randomizado. Inicialmente, os participantes realizaram um teste incremental para determinar a velocidade máxima (Vmax). Em seguida, foram realizadas quatro condições experimentais randomizadas no primeiro estudo, as quais envolveram testes de corrida até a exaustão (TCE): (1) CON (repouso + TCE); (2) FMC (fadiga mental + TCE); (3) FMM (fadiga mental + TCE com música motivacional); (4) MUS (repouso + TCE com música motivacional). No segundo estudo duas condições experimentais foram realizadas: (1) MMP (fadiga mental + TCE com músicas motivacionais preferidas); (2) MNP (fadiga mental + TCE com músicas motivacionais não preferidas). A intensidade do TCE foi de 85% da Vmax. Os participantes selecionaram suas faixas de música motivacional tocadas durante o teste e as músicas não preferidas foram escolhidas pela equipe de pesquisa com base no gênero musical de menor interesse dos participantes. A fadiga mental foi induzida por esforço cognitivo intenso de 60 minutos, utilizando uma tarefa Stroop individualizada. Durante o TCE, foram avaliados a frequência cardíaca, a percepção subjetiva de esforço, o nível de excitação. A motivação intrínseca foi avaliada após o TCE. Resultados: os resultados do 1º estudo revelaram que o desempenho no TCE foi significativamente reduzido na condição FMC em comparação à CON (p=0,003). Ouvir música motivacional melhorou o desempenho no TCE tanto na condição MUS (p=0,047) quanto na FMM (p<0,001). Os níveis de excitação durante os testes de corrida foram maiores nas condições com música (p<0,001). A música também aumentou a motivação intrínseca (p<0,001). No segundo estudo, o desempenho no TCE foi significativamente maior em MMP em comparação com MNP (MMP = 633±265s vs. MNP = 508±184s, p=0,001). Os níveis de excitação também foram mais altos na condição MMP em relação à MNP (p=0,001, d=0,44), enquanto a motivação intrínseca não apresentou diferenças entre as condições experimentais (p>0,05). Não foram encontradas diferenças estatisticamente significantes na frequência cardíaca ou na percepção subjetiva de esforço. Conclusão: ouvir música motivacional auto selecionada durante um teste de corrida melhora o desempenho de corredores recreacionais mentalmente fatigados. Este efeito parece estar atrelado as preferências pessoais dos atletas.
Abstract: Aim: evaluate the effect of self-selected motivational music on the running performance of mentally fatigued recreational runners and compare the running performance in mentally fatigued athletes in tests with preferred motivational music and non-preferred music. Methods: the study was divided into two research projects with 33 recreational runners (18 in the first and 15 in the second). The studies were developed in a randomized crossover experimental design study. Initially, participants completed an incremental test to achieve the endurance maximal velocity (Vmax). Then, four randomized experimental conditions involving time-to-exhaustion (TTE) running tests were performed in the first study: (1) CON (rest + TTE); (2) MFC (mental fatigue + TTE); (3) MFM (mental fatigue + TTE with motivational music); (4) MUS (rest + TTE with motivational music). In the second study two experimental conditions were performed: (1) PMM (mental fatigue + TTE with preferred motivational music); (2) NPM (mental fatigue + TTE with non-preferred motivational music). The intensity of the TTE was 85% of Vmax. Participants self-selected the motivational music tracks played during the TTE and the non-preferred motivational music was selected for research team considering the musical preferences of participants. Mental fatigue was induced with a 60-minute-high cognitive effort, adopting an individualized Stroop word-color task. Heart rate, rating perceived exertion, arousal was assessed during the TTE. Intrinsic motivation was evaluated after TTE. Results: the outcomes of the first study show that the running performance was significantly reduced in MFC compared to CON (p=0.003). Listening to motivational music improved TTE performance, both in MUS (p=0.47) and MFM (p<0.001). The arousal levels during running tests were greater in music conditions (p<0.001). In the second study the time-to-exhaustion running was significantly longer in the PMM than NPM experimental condition (PMM = 633±265s vs. NPM = 508±184s, p=0.001). Arousal levels were also higher in the PMM when compared to NPM condition (p=0.001, d=0.44), while intrinsic motivation did not differ between experimental conditions (p>0.05). No significant differences were found in heart rate or perceived exertion. Conclusion: music also enhanced intrinsic motivation (p<0.001). Listening to self-selected motivational music during a running test improves the performance of mentally fatigued recreational runners. This effect seems to be linked to the athletes’ personal preferences.
RESUMÉN. Objetivo: Evaluar el efecto de la música motivacional autoelegida en el rendimiento en carrera de corredores recreacionales mentalmente fatigados y comparar el rendimiento en carrera de atletas mentalmente fatigados en pruebas con música motivacional preferida y no preferida. Métodos: El estudio se dividió en dos proyectos de investigación con 33 corredores recreacionales (18 en el primero y 15 en el segundo). Los estudios fueron desarrollados en un diseño experimental cruzado y aleatorizado. Inicialmente, los participantes realizaron una prueba incremental para determinar la velocidad máxima de resistencia (Vmax). Luego, en el primer estudio se realizaron cuatro condiciones experimentales aleatorizadas con pruebas de carrera hasta la extenuación (PCHE): (1) CON (descanso + PCHE); (2) FMC (fatiga mental + PCHE); (3) FMM (fatiga mental + PCHE con música motivacional); (4) MUS (descanso + PCHE con música motivacional). En el segundo estudio se realizaron dos condiciones experimentales: (1) MMP (fatiga mental + PCHE con música motivacional preferida); (2) MNP (fatiga mental + PCHE con música motivacional no preferida). La intensidad del PCHE fue del 85% de la Vmax. Los participantes seleccionaron las pistas de música motivacional reproducidas durante el PCHE, y la música no preferida fue seleccionada por el equipo de investigación considerando las preferencias musicales de los participantes. La fatiga mental fue inducida mediante una tarea Stroop individualizada de palabras y colores durante 60 minutos de esfuerzo cognitivo elevado. Durante el PCHE se evaluaron la frecuencia cardíaca, la percepción subjetiva del esfuerzo y el nivel de activación. La motivación intrínseca fue evaluada después del PCHE. Resultados: Los resultados del primer estudio muestran que el rendimiento en carrera fue significativamente menor en la condición FMC en comparación con la CON (p=0.003). Escuchar música motivacional mejoró el rendimiento en el PHCE tanto en la condición MUS (p=0.047) como en la FMM (p<0.001). Los niveles de activación durante las pruebas de carrera fueron mayores en las condiciones con música (p<0.001). En el segundo estudio, el tiempo hasta la extenuación fue significativamente mayor en la condición MMP en comparación con la MNP (MMP = 633±265s vs. MNP = 508±184s, p=0.001). Los niveles de activación también fueron más altos en la MMP que en la MNP (p=0.001, d=0.44), mientras que no se encontraron diferencias significativas en la motivación intrínseca entre las condiciones experimentales (p>0.05). No se encontraron diferencias significativas en la frecuencia cardíaca ni en la percepción subjetiva del esfuerzo. Conclusión: La música también aumentó la motivación intrínseca (p<0.001). Escuchar música motivacional autoelegida durante una prueba de carrera mejora el rendimiento de corredores recreacionales mentalmente fatigados. Este efecto parece estar vinculado a las preferencias personales de los atletas.
Palavras-chave: Endurance
Carga cognitiva
Excitação
Motivação
Música
Physical endurance
Cognitive load
Arousal
Motivation
Music
Resistencia
Excitación
Motivación
CNPq: CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::EDUCACAO FISICA
Idioma: por
País: Brasil
Editor: Universidade Federal da Paraíba
Sigla da Instituição: UFPB
Departamento: Educação Física
Programa: Programa Associado de Pós Graduação em Educação Física (UPE/UFPB)
Tipo de Acesso: Acesso aberto
Attribution-NoDerivs 3.0 Brazil
URI: http://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/
URI: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37298
Data do documento: 29-Jul-2025
Aparece nas coleções:Centro de Ciências da Saúde (CCS) - Programa Associado de Pós-Graduação em Educação Física (UPE/UFPB)

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