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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37399
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorBarbosa, Ana Júlia Neves-
dc.date.accessioned2026-01-22T16:58:54Z-
dc.date.available2025-10-08-
dc.date.available2026-01-22T16:58:54Z-
dc.date.issued2025-10-03-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37399-
dc.description.abstractThe American Gilded Age covers the last three decades of the nineteenth century and is marked by the fast industrialisation and country’s deep economic inequality at the time. For the bourgeoisie, it is synonymous with excess and prosperity. Being an heiress to old New York families, the novelist Edith Wharton grew up surrounded by this environment and, through her literary works, described the social problems, hypocrisy, rigidity of social conventions and the individuality repression that she observed beneath its gilded surface. It is in this context that the plot of The Age of Innocence (1920) develops, whose protagonist, Newland Archer, faces an inner struggle between his individual desires and the expectations of New York high society. According to Nancy Armstrong’s (2022) theories of bourgeois morality and the paradox of individualism, this paper aims to analyse how Newland Archer’s construction conforms both to the structural forms of the novel as a literary genre and to the norms of conduct of his class. Written in 1920, during the rise of modernist movements in art and the decline of the Gilded Age, the novel also presents traces of the turn of the century in its character, its setting and in old New York.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Karla Oliveira (kmo@academico.ufpb.br) on 2026-01-22T16:58:54Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) Barbosa, Ana Júlia Neves TCC.pdf: 606500 bytes, checksum: 586ba982c27c1dec714ae6a4e8f2ccd5 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-01-22T16:58:54Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) Barbosa, Ana Júlia Neves TCC.pdf: 606500 bytes, checksum: 586ba982c27c1dec714ae6a4e8f2ccd5 (MD5) Previous issue date: 2025-10-03en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectHistória e literaturapt_BR
dc.subjectMoral burguesapt_BR
dc.subjectEra douradapt_BR
dc.subjectEstados Unidospt_BR
dc.subjectEdith Whartonpt_BR
dc.subjectHistory and literaturept_BR
dc.subjectBourgeois moralitypt_BR
dc.subjectGilded agept_BR
dc.subjectUnited Statespt_BR
dc.titleA moral burguesa na era dourada nova-iorquina : uma análise do personagem Newland Archer no romance A época da inocência (1920)pt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Rosa, Débora Souza da-
dc.description.resumoA era dourada dos Estados Unidos abarca as três últimas décadas do século XIX e caracteriza a rápida industrialização e a profunda desigualdade econômica do país na época. Para a burguesia, é sinônimo de excessos e prosperidade. Herdeira de antigas famílias da velha Nova York, a romancista Edith Wharton cresceu nesse mundo e, através de suas obras literárias, descreveu os problemas sociais, a hipocrisia, a rigidez das convenções sociais e a repressão individual que observava por debaixo dos excessos dourados. É nesse contexto que se localiza o enredo de A época da inocência (1920), cujo personagem principal, Newland Archer, trava um embate interno entre seus desejos individuais e as expectativas da alta sociedade nova- iorquina. A partir das teorias sobre a moral burguesa e o paradoxo do individualismo de Nancy Armstrong (2022), pretende-se, neste trabalho, desenvolver a análise de como a construção de Newland Archer obedece às formas de estrutura do romance enquanto gênero literário e às normas de conduta de sua classe. Escrita em 1920, em um período de ascensão das correntes modernistas na arte e queda da era dourada, observamos, ainda, os marcos da virada do século que são apresentados na obra, no personagem e na velha Nova York.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentHistóriapt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIApt_BR
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