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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37509
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorNascimento, Márcia Pereira do-
dc.date.accessioned2026-02-04T16:28:30Z-
dc.date.available2025-11-04-
dc.date.available2026-02-04T16:28:30Z-
dc.date.issued2025-08-14-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37509-
dc.description.abstractThis study explores the origins of the subjugation of Black people, considering the philosophical and scientific perspectives that shaped knowledge from the 16th to the 19 th centuries and have continued to impact the lives of Black populations in the 20th and 21 st centuries. We analyze authors who engage with these conceptual origins to reveal the constitution of anti-Black racism in contemporary society. These authors include Sílvio de Almeida, Clóvis Moura, Angela Davis, Florestan Fernandes, Frantz Fanon, Lília Schwarcz, and Grada Kilomba, who explore the multiple manifestations of these historical marks, from the most common to the most subtle, without negating the violence rooted in Brazil's cultural formation. Building on this theoretical foundation, we show the reality of the Black population in post-abolition Brazil regarding the labor market, education, and identity, including their subjectivity and self-esteem. In this context, it was necessary to identify the concept of anti-Black racism in Brazil and its societal structure, while also making distinctions compared to other historical realities. Starting with the post-abolition reality of the Black population and how the maintenance of racism is evident today, we reflect on its roots in Black slavery, which lasted until 1888. This study also highlights the role of the state, governments, and society concerning the reality of Black people, the arguments that claim racism does not exist in Brazil, and the evidence of its existence. Despite many struggles, the achievements of Black people have been reversed into affirmative action laws implemented by the state, especially in educational spaces, as a driver for reducing the social distances they face. Therefore, we use education, through Laws 10.639/2003 and 11.645/2008, and their application in basic education, to map the work developed during the school year. This research corpus, conducted as a History teacher for 8th and 9th graders in the Municipal City of João Pessoa, includes racial literacy and rap workshops for the students' original productions. From this perspective, we highlight the teaching strategy of producing raps with student protagonism based on a theoretical and practical understanding of racism. We show how racism occurs within the school environment and the resistance to it, with the ultimate goal of more systematically implementing an anti-racist culture inside and outside of the school.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Jackson R. L. A. Nunes (jackson@biblioteca.ufpb.br) on 2026-02-04T16:28:30Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) MárciaPereiraDoNascimento_Dissert.pdf: 1267837 bytes, checksum: d5a1ba5fef4857e881ac83911dcd8fd5 (MD5)en
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dc.description.sponsorshipPró-Reitoria de Pós-graduação da UFPB (PRPG/UFPB)pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectRacismo negropt_BR
dc.subjectMovimento negropt_BR
dc.subjectHistória estudo e ensinopt_BR
dc.subjectEducação antirracistapt_BR
dc.subjectPoesia rappt_BR
dc.subjectHistory Teachingpt_BR
dc.subjectAnti-Black Racismpt_BR
dc.subjectBlack Movementpt_BR
dc.subjectAnti-racist Laws and Educationpt_BR
dc.subjectRap Poetrypt_BR
dc.titleA história do racismo negro: marcas e resistências na poesia rappt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Lima, Damião de-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8788300833928470pt_BR
dc.contributor.referee1Sousa Júnior, José Pereira de-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3838287945502936pt_BR
dc.contributor.referee2Miranda, Itacyara Viana-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/1581019338010107pt_BR
dc.contributor.referee3Santos Neto, Martinho Guedes dos-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/8408909217107103pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1172089336980326pt_BR
dc.description.resumoEste trabalho explora as origens da inferiorização do povo negro, considerando as perspectivas filosófica e científica que modelaram os saberes entre os séculos XVI e XIX, impactando nos séculos XX e XXI a vida da população negra. A partir disso, analiso os autores que dialogam com essas origens conceituais, a fim de mostrar a constituição do racismo negro em nossa sociedade contemporânea, são eles: Sílvio de Almeida, Clóvis Moura, Angela Davis, Florestan Fernandes, Fanon Frantz e Lília Schwarcz, Grada Kilomba, pois exploram as múltiplas atuações dessas marcas, das evidências mais comuns às mais sutis, não anulando a violência enraizada na formação cultural brasileira. Partindo dessas fundamentações teóricas, busco mostrar como ficou a realidade da população negra pósabolição, no aspecto do mundo do trabalho, na educação e nas raízes identitárias, em suas subjetividades e autoestima. Nesse sentido, fez-se necessário identificar o conceito de racismo negro no Brasil, que estrutura a nossa sociedade, isso com as suas distinções comparadas a outras realidades históricas. Assim, partindo da abolição, da realidade do povo negro após esse período e de como a manutenção do racismo se evidencia nos dias de hoje, refletimos suas raízes na escravidão negra que perdurou até 1888, mostrando o papel do Estado, dos governos e da sociedade no que se refere à sua realidade, às discussões que perpassam em afirmativas distintas de não haver racismo no Brasil e às evidências de sua existência. A partir de muitas lutas, suas conquistas foram revertidas em leis de afirmação implementadas pelo Estado, principalmente nos espaços de educação, como motor gerador para reduzir as distâncias sociais enfrentadas por eles. Portanto, por meio da educação, através das leis 10.639/2003 e 11.645/2008, e sua atuação na educação básica, mapeamos o trabalho desenvolvido durante o ano letivo, através do letramento racial e das oficinas de rap para a produção autoral por parte dos alunos, enquanto professora de História nos 8º e 9º Anos da Prefeitura Municipal de João Pessoa, como corpus da pesquisa. Diante dessa perspectiva, evidencio a estratégia de ensino para a produção de Rap’s com o protagonismo discente com base no entendimento teórico e prático do racismo, mostrando como ele acontece dentro do espaço escolar, suas resistências e, por fim, almejando implementar de forma mais sistemática uma cultura antirracista dentro e fora da escola.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentHistóriapt_BR
dc.publisher.programMestrado Profissional em Ensino de História (PROFHISTÓRIA)pt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIApt_BR
Aparece nas coleções:Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) - Mestrado Profissional em Ensino de História (ProfHistória)

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