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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37518
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorFerreira, Carine Fiúza-
dc.date.accessioned2026-02-05T14:00:38Z-
dc.date.available2025-07-22-
dc.date.available2026-02-05T14:00:38Z-
dc.date.issued2024-08-28-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37518-
dc.description.abstractThis dissertation, developed from an antiracist and Afrocentric perspective, aims to outline the historiographical contours of Paraibano Black Cinema. Based on a preliminary diagnosis of the state of the art regarding the representation of Black bodies in Paraibano cinematography from 1918 to 2023, the research takes a leap to question representativity—where are Black professionals in space/time?—with the aim of highlighting the systemic inequalities and barriers that still persist, limiting opportunities and contributions to the establishment of Black Cinema. This dissertation contributes to a broad and updated view of the presence of Black people in Paraibano cinema, inevitably addressing its absences and silences. To achieve this, it draws a parallel between the landmark established by the documentary Aruanda (Linduarte Noronha, 1960)—the first Paraibano film featuring Black people—and the overlooked milestone of As Cegas (Maria Antônia Pereira Ágape, 1982)—the first film made by a Black person, which is recognized in this research as pioneering in Paraibano Black Cinema, adhering to criteria that articulate representation, representativity, and a careful intersection between the two. Two methodological approaches were chosen to address what has been silenced by historical records and to create a map of memories oriented toward a counter-hegemonic perspective: a cartography that combines a detailed documentary review with the reformulation of narratives about Black filmmakers; and an "escrevivência", based on the life experiences and encounters between two filmmakers: Carine Fiúza (the author of this dissertation and audiovisual creator) and Maria Antônia Pereira, also known as Antônia Ágape (the first Black female filmmaker in the state). In dialogue with Antônia Ágape, this text seeks to reaffirm the role of the creative self as an expression of autonomy, desire, and potency, thereby transcending limitations imposed by hegemonic narratives. It aims to construct Black female narratives that actively challenge dominant discourses in order to interweave diverse forms of knowledge.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Fernando Augusto Alves Vieira (fernandovieira@biblioteca.ufpb.br) on 2026-02-05T14:00:38Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) CarineFiúzaFerreira_Dissert.pdf: 25259740 bytes, checksum: ea6de07b672eaa7a207a11cfab707757 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-02-05T14:00:38Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) CarineFiúzaFerreira_Dissert.pdf: 25259740 bytes, checksum: ea6de07b672eaa7a207a11cfab707757 (MD5) Previous issue date: 2024-08-28en
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPqpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectCinema paraibanopt_BR
dc.subjectCinema negropt_BR
dc.subjectMulheres negraspt_BR
dc.subjectEscrevivênciapt_BR
dc.subjectParaiban cinemapt_BR
dc.subjectBlack cinemapt_BR
dc.subjectBlack womenpt_BR
dc.subjectWritexperiencept_BR
dc.titleSou uma cineasta!: Antônia Ágape e o cinema negro paraibano no femininopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Valle, Isabella Chianca Bessa Ribeiro do-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2859317457070176pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Mayer, Flávia Affonso-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9960637815307770pt_BR
dc.contributor.referee1Souza, Edileuza Penha de-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5958884727540260pt_BR
dc.contributor.referee2Costa, Mannuela Ramos da-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5388593067572622pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4881542414197266pt_BR
dc.description.resumoEsta dissertação, elaborada através de uma perspectiva antirracista e afrocentrada, tem o propósito de dar contornos historiográficos a um Cinema Negro Paraibano. A partir de um diagnóstico preliminar do estado da arte em relação à representação do corpo negro na cinematografia paraibana, de 1918 a 2023, a pesquisa dá um salto para questionar a representatividade - onde estão os profissionais negros no espaço/tempo? - no intuito de visibilizar as desigualdades e barreiras sistêmicas que ainda persistem, limitando oportunidades e contribuições para a solidificação de um Cinema Negro. Esta dissertação contribui para uma visão ampla e atualizada da presença da pessoa negra no cinema paraibano, passando, inevitavelmente, por suas ausências e silenciamentos. Para isso, faz um paralelo entre o marco promovido pelo documentário Aruanda (Linduarte Noronha, 1960) - primeiro filme paraibano protagonizado por pessoas negras - e o marco invisibilizado de As Cegas (Maria Antônia Pereira Ágape, 1982) - primeiro filme realizado por uma mulher negra, sendo reconhecido, ainda pela pesquisa, como pioneiro no Cinema Negro Paraibano, obedecendo critérios que articulam representação, representatividade e um atravessamento cuidadoso entre os dois. Optou-se por trabalhar com duas vertentes metodológicas, no intuito de enfrentar o que foi silenciado pelo registro histórico e criar um mapa de memórias orientado no sentido contra-hegemônico: uma cartografia, que acopla uma revisão documental atenta à reformulação narrativa de histórias de cineastas negros; e uma escrevivência, baseada nas experiências de vida e encontros entre duas cineastas: Carine Fiúza (autora desta dissertação e realizadora audiovisual) e Maria Antônia Pereira, também chamada de Antônia Ágape (primeira mulher negra realizadora do Estado). Em diálogo com Antônia Ágape, o texto busca reafirmar o papel do eu criativo como expressão de autonomia, desejo e potência, superando as limitações impostas pelas narrativas hegemônicas e construindo narrativas negras no feminino que desafiam o discurso dominante de forma a tecer os saberes.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentComunicaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Comunicaçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAOpt_BR
Aparece nas coleções:Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) - Programa de Pós-Graduação em Comunicação

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