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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37664
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorSilva, Julia da Costa-
dc.date.accessioned2026-02-20T18:46:42Z-
dc.date.available2025-10-06-
dc.date.available2026-02-20T18:46:42Z-
dc.date.issued2025-09-16-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37664-
dc.description.abstractEl trabajo aborda el concepto de justicia desde una perspectiva histórica, enfatizando su papel en la colonización de América y en la Controversia de Valladolid. Parte de la idea de que la justicia, como categoría ideológica, ha sido utilizada tanto para legitimar actos de dominación como para denunciar abusos. Se analiza primero la etapa insular (1442-1517), marcada por la llegada de Cristóbal Colón al Caribe y el inicio de la conquista basada en el derecho de posesión, invisibilizando la presencia indígena. Luego, la etapa peninsular (desde 1517) se caracteriza por la conquista de sociedades más complejas como los incas y aztecas, donde se implementaron sistemas como la encomienda, que revelaban la imposición cultural, religiosa y militar.Frente a este modelo surgieron resistencias y denuncias, especialmente a través del sermón de Fray Antonio de Montesinos, los aportes de Francisco de Vitoria y la obra de Bartolomé de las Casas, quien defendió la dignidad y humanidad de los indígenas. Lewis Hanke, a través del libro “La lucha por la justicia en la conquista de América”, destaca que el debate sobre la justicia y el derecho de los indios constituyó un hito inédito en la historia de las ideas políticas. Eduardo Galeano, por su parte, resalta los impactos permanentes de la violencia colonial sobre la memoria y la identidad latinoamericana. Ya autores contemporáneos como Luis Adrián Mora Rodrigues, Salvador Manero y López (2015) analizan cómo estas disputas conceptuales continúan reflejándose en debates actuales sobre derechos humanos y relaciones de poder.Estos debates desembocaron en la Controversia de Valladolid (1550-1551), donde se discutió si era justo o no colonizar y esclavizar a los pueblos originarios. El estudio conecta este debate histórico con el presente, destacando cómo las lógicas coloniales de dominación siguen reproduciéndose en contextos políticos y sociales actuales. La justicia aparece, así, como una categoría en disputa entre la humanización y la legitimación de la explotación, manteniendo su vigencia hasta nuestros días.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Karla Oliveira (kmo@academico.ufpb.br) on 2026-02-20T18:46:42Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) Silva, Julia da Costa TCC.pdf: 705855 bytes, checksum: f14c0753889fbefc0e3694c759ca94c5 (MD5)en
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectJustiçapt_BR
dc.subjectColonização da Américapt_BR
dc.subjectControvérsia de Valladolidpt_BR
dc.subjectLegitimação de atospt_BR
dc.subjectJusticiapt_BR
dc.subjectColonización de Américapt_BR
dc.subjectLegitimar actospt_BR
dc.titleLa perspectiva de la justicia en la dominación de América y el concepto de derecho moderno a través de la discursividad colonialpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Centurión López, Juan Ignacio Jurado-
dc.description.resumoO presente trabalho aborda o conceito de justiça a partir de uma perspectiva histórica, enfatizando o seu papel na colonização da América e na Controvérsia de Valladolid. Parte-se da ideia de que a justiça, enquanto categoria ideológica, foi utilizada tanto para legitimar atos de dominação como para denunciar abusos.Analisa-se, em primeiro lugar, o período insular (1442-1517), marcado pela chegada de Cristóvão Colombo ao Caribe e pelo início da conquista baseada no direito de posse, que invisibilizava a presença indígena. Em seguida, o período peninsular (a partir de 1517) caracteriza-se pela conquista de sociedades mais complexas, como os incas e astecas, onde se implementaram sistemas como a encomienda, que revelavam a imposição cultural, religiosa e militar. Diante desse modelo surgiram resistências e denúncias, especialmente através do sermão de Frei Antônio de Montesinos, das contribuições de Francisco de Vitória e da obra de Bartolomé de las Casas, que defendeu a dignidade e a humanidade dos povos indígenas. Lewis Hanke através do livro “La lucha por la justicia en la conquista de América” destaca que o debate sobre a justiça e o direito dos índios constituiu um marco inédito na história das ideias políticas. Eduardo Galeano, por sua vez, ressalta os impactos permanentes da violência colonial sobre a memória e a identidade latino-americana. Já autores contemporâneos como Luis Adrián Mora Rodrigues, Salvador Manero e López (2015) analisam como essas disputas conceituais continuam a refletir-se em debates atuais sobre direitos humanos e relações de poder. Esses debates culminaram na Controvérsia de Valladolid (1550-1551), na qual se discutiu se era justo ou não colonizar e escravizar os povos originários. O estudo conecta esse debate histórico com o presente, destacando como as lógicas coloniais de dominação continuam a reproduzir-se em contextos políticos e sociais atuais. A justiça aparece, assim, como uma categoria em disputa entre a humanização e a legitimação da exploração, mantendo a sua vigência até os dias de hoje.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentLetras Estrangeiras Modernaspt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LINGUAS ESTRANGEIRAS MODERNASpt_BR
Aparece nas coleções:TCC - Letras - Espanhol (Curso presencial)

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