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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37719
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorOliveira, Josilene Ribeiro de-
dc.date.accessioned2026-02-24T22:31:36Z-
dc.date.available2023-04-03-
dc.date.available2026-02-24T22:31:36Z-
dc.date.issued2023-02-28-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37719-
dc.description.abstractFrom the understanding that the prison is a political device of domination and social control that is exercised by regulating the flows, the transit of objects and people, producing and reproducing exclusions and inequalities, the objective of this research is to analyze the dynamics that characterize the social relations and the disciplining process within a prison for women in conflict with the law. The locus of the research is the Maria Júlia Maranhão Women's Prison, where an ethnographic study was carried out supported by observation, semi-structured interviews and informal conversations with public servants working in the aforementioned penal unit and with women serving a custodial sentence in a closed regime, among others. February and June 2022. Statistical data on the Brazilian prison population, criminal legislation, reports and other documents made available by the Secretariat of Penitentiary Administration of Paraíba and by the National Penitentiary Department are also part of the analyzed corpus. The results of the investigation point out that the social markers of gender, race and class differences are articulated in the production of bodies vulnerable to incarceration and, when in prison, in the impact that this has on the prisoner's relationship with her family, in the way the punishment will be experienced and, even, in the possibility of recurrence and chances of success upon release/extrication. Inside the prison, the social dispositions acquired throughout the socialization process, function as a device for separating those defined as suitable and not suitable for internal work in prison. Those women who resist the daily discipline of prison are overly determined by the disqualifying gaze that demeans and excludes them, transforming difference into unequal opportunities and reproducing vulnerabilities. Maintaining the job requires, therefore, more than knowing how to do and carrying out the assigned task properly, as it demands assuming the dominant values and engaging in performances and symbolic exchanges with the surveillance teams, which, in other words, strengthens the punitive, moralizing and disciplining bias of the custodial sentence for women in conflict with the law.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Maria Jose Rodrigues Paiva (mariaj.paiva@biblioteca.ufpb.br) on 2026-02-24T22:31:36Z No. of bitstreams: 3 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) JosileneRibeiroDeOliveira_Dissert_COM_Tarjamento.pdf: 6589958 bytes, checksum: 35858a91ab5ff07b161f216b807c2c7a (MD5) JosileneRibeiroDeOliveira_Dissert_Sem_Tarjamento.pdf: 3447785 bytes, checksum: 6b83024933caf3daf0357b1ad5f98249 (MD5)en
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dc.description.sponsorshipNenhumapt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectInstituição penitenciáriaspt_BR
dc.subjectMulheres encarceradaspt_BR
dc.subjectPresídio Maria Júlia Maranhãopt_BR
dc.subjectTrabalho interno - Presídiopt_BR
dc.subjectInterseccionalidadespt_BR
dc.subjectTrabalho internopt_BR
dc.subjectDisciplinamentopt_BR
dc.subjectWomen deprived of libertypt_BR
dc.subjectIntersectionalitiespt_BR
dc.subjectDisciplinept_BR
dc.subjectWork in prisonpt_BR
dc.subjectMaria Júlia Maranhão Prisonpt_BR
dc.title"Presas do trabalho": encarceramento feminino como dispositivo de (re) produção de vulnerabilidades e desigualdadespt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Ramiro, Patricia Alves-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7155476977488017pt_BR
dc.contributor.referee1Pires , Flavia Ferreira-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6989436256176648pt_BR
dc.contributor.referee2Ribeiro, Luziana Ramalho-
dc.contributor.referee2LattesLattes não recuperado em 24/02/2026pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8019405195269135pt_BR
dc.description.resumoA partir do entendimento que a prisão é um dispositivo político de dominação e controle social que se exerce pela regulação dos fluxos, do trânsito de objetos e de pessoas, produzindo e reproduzindo exclusões e desigualdades, o objetivo desta pesquisa é analisar as dinâmicas que caracterizam as relações sociais e o processo de disciplinamento dentro de um presídio para mulheres em conflito com a lei. O locus da pesquisa é o Presídio Feminino Maria Júlia Maranhão, onde se realizou um estudo etnográfico suportado pela observação, entrevistas semiestruturadas e conversas informais com servidores públicos lotados na referida unidade penal e com mulheres em cumprimento de pena privativa de liberdade em regime fechado, entre fevereiro e junho de 2022. Dados estatísticos sobre a população carcerária brasileira, a legislação penal, relatórios e outros documentos disponibilizados pela Secretaria de Administração Penitenciária da Paraíba e pelo Departamento Penitenciário Nacional também fazem parte do corpus analisado. Os resultados da investigação apontam que os marcadores sociais das diferenças de gênero, raça e classe se articulam na produção de corpos vulneráveis ao encarceramento e, quando da prisão, no impacto que esta tem sobre a relação da presa com sua família, na forma como a punição será vivenciada e, até mesmo, na possibilidade de reincidência e chances de sucesso quando da soltura/desencarceramento. Dentro da prisão, as disposições sociais adquiridas ao longo do processo de socialização, funcionam como dispositivo de separação das definidas como aptas e não aptas ao trabalho interno no cárcere. Aquelas mulheres que resistem ao disciplinamento diário do cárcere são sobre determinadas pelo olhar desqualificador que as inferioriza e exclui, transformando diferença em desigualdade de oportunidades e reproduzindo vulnerabilidades. A manutenção do posto de trabalho requer, portanto, mais do que saber fazer e realizar a tarefa designada adequadamente, pois demanda assumir os valores dominantes e se engajar em performances e troca simbólicas com as equipes de vigilância, o que, em outros termos, fortalece o viés punitivo, moralizante e disciplinador da pena privativa de liberdade para mulheres em conflito com a lei.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEducaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Antropologiapt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::ANTROPOLOGIApt_BR
Aparece nas coleções:Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) - Programa de Pós-Graduação em Antropologia



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