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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37733
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorSousa, Matheus Ramos Araújo de-
dc.date.accessioned2026-02-25T20:10:21Z-
dc.date.available2025-09-25-
dc.date.available2026-02-25T20:10:21Z-
dc.date.issued2025-08-19-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37733-
dc.description.abstractLa presente etnografía resulta de la experiencia de campo realizada en la Aldea Grupiúna dos Cândidos, ubicada en la Tierra Indígena Jacaré de São Domingos, en el Territorio Indígena Potiguara, litoral norte de Paraíba (Brasil). La aldea, considerada por sus propios habitantes como la más aislada de la región, llamó la atención por la presencia destacada de una Iglesia Evangélica Pentecostal construida en albañilería, en contraste con las casas de barro que componen el paisaje local. Compuesta por 26 familias, todas convertidas al pentecostalismo, la comunidad despertó el interés de esta investigación en torno a la presencia y expansión de las iglesias evangélicas en territorios indígenas. El campo de investigación se centra en dicha aldea, donde fui acogido por las familias y pude realizar visitas recurrentes. La investigación adopta como metodología el uso de diario de campo, entrevistas, fotoetnografía, cartografía social, recursos audiovisuales, revisión bibliográfica y, sobre todo, la escucha sensible y el aprendizaje junto a la comunidad. La discusión se inscribe en el contexto del crecimiento de las iglesias de orientación pentecostal y neopentecostal en tierras indígenas, fenómeno que ocurre paralelamente a los procesos de recuperación de los signos diacríticos por parte de los pueblos indígenas del Nordeste. En este sentido, se busca comprender cómo la ancestralidad y la cosmología potiguara dialogan con el pentecostalismo, investigando los significados atribuidos a la presencia evangélica en el territorio. Como cuestión central, la investigación se enfoca en la posibilidad de coexistencia entre la identidad indígena y la religiosidad pentecostal, proponiendo la siguiente reflexión: ¿es posible ser indígena y creyente?pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Karla Oliveira (kmo@academico.ufpb.br) on 2026-02-25T20:10:21Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) Sousa, Matheus Ramos Araújo de TCC.pdf: 13853097 bytes, checksum: bc05cad0eb50e5d68815fc4d10678634 (MD5)en
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectPentecostalismopt_BR
dc.subjectCosmologiapt_BR
dc.subjectAldeia Cândidospt_BR
dc.subjectTerritório indígenapt_BR
dc.subjectPotiguarapt_BR
dc.subjectAldea Cândidospt_BR
dc.title" A cruz que cravou na minha aldeia : a presença do pentecostalismo dentro da aldeia Potiguara Grupiúna dos Cândidos”pt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Gonçalves, Alícia Ferreira-
dc.description.resumoA presente etnografia resulta da experiência de campo realizada na Aldeia Grupiúna dos Cândidos, situada na Terra Indígena Jacaré de São Domingos, no Território Indígena Potiguara, litoral norte da Paraíba. A aldeia, considerada pelos próprios moradores como a mais isolada da região, chamou atenção pela presença marcante de uma Igreja Evangélica Pentecostal construída em alvenaria, contrastando com as casas de barro que compõem o cenário local. Composta por 26 famílias, todas convertidas ao pentecostalismo, a comunidade despertou o interesse desta pesquisa quanto à presença e à expansão das igrejas evangélicas em territórios indígenas. O campo de investigação se concentra na referida aldeia, onde fui acolhido pelas famílias e pude realizar visitas recorrentes. A pesquisa adota como metodologia o uso de diário de campo, entrevistas, foto, etnografia, cartografia social, recursos audiovisuais, revisão bibliográfica e, sobretudo, a escuta sensível e o aprendizado junto à comunidade. A discussão se insere no contexto do crescimento das igrejas de orientação pentecostal e neopentecostal em terras indígenas, fenômeno que ocorre paralelamente aos processos de retomada dos sinais diacríticos por parte dos povos indígenas do Nordeste. Nesse sentido, busca-se compreender como a ancestralidade e a cosmologia potiguara dialogam com o pentecostalismo, investigando os significados atribuídos à presença evangélica no território. Como questão central, a pesquisa se debruça sobre a possibilidade de coexistência entre identidade indígena e religiosidade pentecostal, propondo a reflexão: é possível ser indígena e crente?pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCiências Sociaispt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::SOCIOLOGIApt_BR
Aparece nas coleções:TCC - Ciências Sociais

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