Skip navigation

Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37734
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorSouza, Akim de Paula-
dc.date.accessioned2026-02-25T21:12:32Z-
dc.date.available2025-10-13-
dc.date.available2026-02-25T21:12:32Z-
dc.date.issued2025-09-26-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37734-
dc.description.abstractThis monograph investigates the experiences of people living with HIV/Aids since birth, drawing from childhood memories to shed light on the so-called posit(hiv)e childhoods and their historically invisible trajectories. It contextualizes the epidemic by differentiating the pre-ART period — marked by moral panic, stigma, and the association of Aids with the “gay plague” — from the post-ART period, when antiretroviral therapy transformed the disease into a chronic condition, even though stigma persists. With a qualitative approach grounded in the Social Sciences, particularly Anthropology, the research employs semi-structured “comprehensive” interviews with three adults living with HIV through vertical transmission — Lego, Lina, and Lírio — whose narratives reveal that HIV has shaped everyday life since childhood, generating coping strategies and negotiations that resonate into adulthood, so that chronicity does not present itself as a biographical rupture but rather as a constitutive part of the “always lived.” The interviews address diagnostic disclosure, school experiences, mourning, orphanhood, secrecy, and the ongoing impact of stigma, connecting these memories to audiovisual productions such as Um Lugar para Annie, A Cura, and Aquela Criança com AiD$ — the latter starring Lírio Nascimento, who proposes a counter-hegemonic narrative and reimagines futures for these children. The study demonstrates that understanding HIV requires going beyond the biomedical dimension, taking into account its social, affective, and symbolic implications. By recovering these “subterranean memories,” this research contributes to the Anthropology of Health and to the fight against “social viruses,” reaffirming the need for public policies that not only ensure access to treatment but also promote dignity, care, and the right to the full experience of posit(hiv)e childhoods, adolescences, and youths.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Karla Oliveira (kmo@academico.ufpb.br) on 2026-02-25T21:12:32Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) Souza, Akim de Paula TCC.pdf: 10299777 bytes, checksum: 638a8d6534a15cbc8258eaee461c628d (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-02-25T21:12:32Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) Souza, Akim de Paula TCC.pdf: 10299777 bytes, checksum: 638a8d6534a15cbc8258eaee461c628d (MD5) Previous issue date: 2025-09-26en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectHIV/Aidspt_BR
dc.subjectCronicidadept_BR
dc.subjectTransmissão verticalpt_BR
dc.subjectInfânciapt_BR
dc.subjectEstigmapt_BR
dc.subjectChronicitypt_BR
dc.subjectVertical transmissionpt_BR
dc.subjectChildhoodpt_BR
dc.subjectStigmapt_BR
dc.title“Memórias de infâncias posithivas : a cronicidade do HIV por transmissão vertical”pt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Gutiérrez, Mónica Lourdes Franch-
dc.description.resumoEsta monografia investiga as experiências de pessoas que vivem com HIV/Aids desde o nascimento, a partir das memórias de infância, dando visibilidade às chamadas infâncias posit(hiv)as e às suas trajetórias historicamente invisibilizadas. Contextualiza a epidemia, diferenciando o período pré-TARV — marcado por pânico moral, estigma e a associação da Aids à “peste gay” — e o pós-TARV, quando a terapia antirretroviral transformou a doença em condição crônica, embora o estigma persista. Com abordagem qualitativa e ancoragem nas Ciências Sociais, especialmente na Antropologia, a pesquisa utiliza entrevistas semiestruturadas compreensivas com três adultos que vivem com HIV por transmissão vertical — Lego, Lina e Lírio — cujas narrativas mostram que o HIV atravessa o cotidiano desde a infância, produzindo estratégias de enfrentamento e negociações que repercutem na vida adulta, de modo que a cronicidade não se apresenta como ruptura biográfica, mas como parte constitutiva do “sempre vivido”. As entrevistas abordam revelação diagnóstica, experiências escolares, luto, orfandade, sigilo e o impacto contínuo do estigma, articulando essas memórias a produções audiovisuais como Um lugar para Annie, A cura e Aquela Criança com AiD$, este último protagonizado por Lírio Nascimento, que propõe uma narrativa contra-hegemônica e reimagina futuros para essas crianças. O estudo evidencia que compreender o HIV exige ir além da dimensão biomédica, considerando suas implicações sociais, afetivas e simbólicas. Ao resgatar essas “memórias subterrâneas”, a pesquisa contribui para a Antropologia da Saúde e para o enfrentamento dos “vírus sociais”, reafirmando a necessidade de políticas públicas que combatam o estigma e garantam não apenas o acesso ao tratamento, mas também dignidade, acolhimento e o direito à plena vivência das infâncias, adolescências e juventudes posit(hiv)as.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCiências Sociaispt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::SOCIOLOGIApt_BR
Aparece nas coleções:TCC - Ciências Sociais

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
Souza, Akim de Paula TCC.pdf10,06 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Este item está licenciada sob uma Licença Creative Commons Creative Commons