Skip navigation

Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37742
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorSANTOS, LEONARDO FELIPE VIANA DOS-
dc.date.accessioned2026-02-26T15:27:52Z-
dc.date.available2025-10-06-
dc.date.available2026-02-26T15:27:52Z-
dc.date.issued2025-09-26-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37742-
dc.description.abstractThis paper addresses the controversy regarding the constitutionality of Article 385 of the Code of Criminal Procedure (CPP) under the Federal Constitution of 1988, which authorizes a judge to issue a conviction even when the Public Prosecutor's Office, the holder of the criminal action, requests an acquittal. The general objective is to analyze the constitutionality of the said provision. As a specific objective, it seeks to verify whether the solution of the "heightened burden of reasoning" is sufficient for the alignment of Art. 385 with the accusatory system. The methodology employed involves doctrinal and jurisprudential analysis, with a study of landmark cases from the superior courts, notably the debate surrounding ADPF No. 1122. The research contrasts the arguments against the article's constitutionality, which cite violations of judicial impartiality and the adversarial principle, with the majority position that upholds its constitutionality based on the principles of reasoned free conviction and the non-waivability of the criminal action. It is concluded that the prevailing case law, by requiring a heightened burden of reasoning, has found an interpretive solution that imposes on the magistrate the duty to justify their decision in a robust and exceptional manner, as a condition of validity for a conviction established against the position of the holder of the punitive claim.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Gracineide Silva (gracineideehelena@gmail.com) on 2026-02-26T15:27:52Z No. of bitstreams: 1 LFVS 260925.pdf: 800681 bytes, checksum: b361d79a9f3d445b674882d4132adc19 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-02-26T15:27:52Z (GMT). No. of bitstreams: 1 LFVS 260925.pdf: 800681 bytes, checksum: b361d79a9f3d445b674882d4132adc19 (MD5) Previous issue date: 2025-09-26en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.subjectSistema Acusatóriopt_BR
dc.subjectProcesso Penalpt_BR
dc.subjectAccusatory Systempt_BR
dc.subjectCriminal Procedurept_BR
dc.titleO ÔNUS DA FUNDAMENTAÇÃO ELEVADA COMO ARGUMENTO PARA MANUTENÇÃO DO ART 385 DO CÓDIGO DE PROCESSO PENALpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Meirelles, Lenilma Cristina Sena de Figueiredo-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1497768537063521pt_BR
dc.contributor.referee1Braga, Romulo Rhemo Palitot-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0554845070455840pt_BR
dc.contributor.referee2Amorim, Alcides Leite de-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/9675998473364334pt_BR
dc.description.resumoO presente trabalho aborda a controvérsia sobre a recepção do artigo 385 do Código de Processo Penal (CPP) pela Constituição Federal de 1988, que autoriza o juiz a proferir sentença condenatória mesmo quando o Ministério Público, titular da ação penal, opina pela absolvição. O objetivo geral é analisar a constitucionalidade do referido dispositivo. Como objetivo específico, busca-se verificar se a solução do ônus da fundamentação elevada é suficiente para a adequação do art. 385 ao sistema acusatório. A metodologia empregada consiste na análise doutrinária e jurisprudencial, com estudo de casos paradigmáticos dos tribunais superiores, notadamente o debate no âmbito da ADPF nº 1122. A pesquisa confronta os argumentos pela não recepção do artigo, que apontam violação à imparcialidade do julgador e ao contraditório, com a posição majoritária, que defende sua constitucionalidade com base no livre convencimento motivado e na indisponibilidade da ação penal. Conclui-se que a jurisprudência dominante, ao exigir um ônus de fundamentação elevada, encontrou uma solução interpretativa que impõe ao magistrado o dever de justificar de forma robusta e excepcional a sua decisão, como condição de validade para uma condenação firmada contra a posição do titular da pretensão punitiva.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCiências Jurídicaspt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADASpt_BR
Aparece nas coleções:TCC - Direito - João Pessoa

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
LFVS 260925.pdf781,92 kBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.