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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37920
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorVieira, Gabrielle Samara Melo-
dc.date.accessioned2026-04-22T15:09:24Z-
dc.date.available2026-04-22T15:09:24Z-
dc.date.issued2026-03-25-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37920-
dc.description.abstractThe biometric tables for disability incidence commonly used in the Brazilian pension market often lack adherence to the specific demographic reality of certain pension regimes. This study aimed to model disability incidence estimates from the perspective of long-term survival models, considering the nature of the event as an occurrence experienced by only a portion of the population exposed to risk (cure fraction). The methodology consisted of applying these models to the experience of a specific timeframe from the insured database of the Federal Public Servants’ Social Security Regime (RPPS). The statistical performance obtained was compared with both the classic survival model and the Álvaro Vindas market table, which serves as the minimum criterion parameter for public pension systems. The results indicate that the standard mixture model demonstrated better adherence in the scenario that was methodologically most compatible with the cure fraction hypothesis. This approach outperformed both the Álvaro Vindas table and the limitations of the model without a cure fraction, which artificially forces the survival probability to zero at advanced ages. In conclusion, the adoption of long-term survival models provides a more reliable measurement of risks, mitigating distortions in actuarial valuations and contributing to the solvency of the pension system.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Maria Erika (maria.erika@academico.ufpb.br) on 2026-04-14T15:54:15Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) GSMV14042026.pdf: 1146700 bytes, checksum: f344ebbbe117482e9c1776690a7a8bcc (MD5)en
dc.description.provenanceApproved for entry into archive by André Domingos da Silva (andredomingos@ccsa.ufpb.br) on 2026-04-22T15:09:24Z (GMT) No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) GSMV14042026.pdf: 1146700 bytes, checksum: f344ebbbe117482e9c1776690a7a8bcc (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-04-22T15:09:24Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) GSMV14042026.pdf: 1146700 bytes, checksum: f344ebbbe117482e9c1776690a7a8bcc (MD5) Previous issue date: 2026-03-25en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectRegime Próprio de Previdência Socialpt_BR
dc.subjectPremissas atuariais biométricaspt_BR
dc.subjectEntrada em invalidezpt_BR
dc.subjectAnálise de sobrevivênciapt_BR
dc.subjectModelos de longa duraçãopt_BR
dc.titleEntrada em invalidez sob a perspectiva dos modelos de sobrevivência de longa duraçãopt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Gomes, Hugo Vieira Sá Ferreira-
dc.contributor.advisor-co1Santos Júnior, Luiz Carlos-
dc.description.resumoAs tábuas biométricas de entrada em invalidez comumente utilizadas no mercado previdenciário brasileiro muitas vezes carecem de aderência à realidade demográfica específica de determinados regimes. Este estudo objetivou modelar estimativas de entrada em invalidez sob a perspectiva dos modelos de sobrevivência de longa duração, considerando a natureza do evento como uma ocorrência experimentada por apenas uma parcela da população exposta ao risco (fração de cura). A metodologia consistiu na aplicação desses modelos à experiência de um recorte temporal da base de segurados do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) da União, comparando o desempenho estatístico obtido com o modelo clássico de sobrevivência e com a tábua de mercado Álvaro Vindas, parâmetro de critério mínimo para regimes próprios. Os resultados evidenciam que o modelo de mistura padrão mostrou melhor aderência no cenário metodologicamente mais compatível com a hipótese de fração de cura, superando a tábua Álvaro Vindas e a limitação do modelo sem fração de cura, que força a probabilidade de sobrevivência a zero em idades avançadas. Conclui-se que a adoção de modelos de longa duração proporciona uma mensuração de riscos mais fidedigna, mitigando distorções em avaliações atuariais e contribuindo para a solvência do sistema previdenciário.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCiências Sociais Aplicadaspt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::OUTROS::CIENCIAS ATUARIAISpt_BR
Aparece nas coleções:CCSA - TCC - Ciências Atuariais

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