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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37957
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorTexeira, Lucas Helder da Costa-
dc.date.accessioned2026-04-30T11:27:16Z-
dc.date.available2024-11-28-
dc.date.available2026-04-30T11:27:16Z-
dc.date.issued2024-10-25-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37957-
dc.description.abstractThe pursuit of physical activity aimed at generating well-being has been growing exponentially, and simultaneously, there has been an increase in road running due to its practicality and health benefits. However, individuals who practice it, whether competitively or recreationally, are sus-ceptible to potential injury risks. The study aimed to analyze the prevalence of injuries in road runners of sports advisory groups. Methodological aspects: The research was cross-sectional, descriptive with a quantitative approach. The sample consisted of 51 amateur runners from two sports advisory groups in the city of João Pessoa/PB. The variables investigated were aspects of running training and the main injuries affecting road runners, identified through a structured questionnaire developed by the authors. The data were analyzed using descriptive statistics of mean, standard deviation, and frequency distribution. Results: Regarding the time of running practice, 15.7% train for three to six months, 5.9% for six months to one year, 17.6% for one to two years, and 60.8% for more than two years. Regarding duration, 43.1% train for less than 60 minutes, 29.4% up to 60 minutes, 21.6% between 61 to 90 minutes, and 5.9% for more than 91 minutes; 7.8% train 1 to 2 days/week and 9.8% more than 5 days/week; 23.5% have a trai-ning volume of up to 20 km/week, 37.2% between 20.1 to 30 km/week, 27.5% between 30.1 to 50 km/week, and 11.8% have a volume of more than 50.1 km/week. Regarding participation in sporting events, 17.6% do not compete, 58.8% participate 1 to 2 times/month, 3.9% 3 to 4 times/month, 9.8% 1 every two months/year, 3.9% 1 every three months/year, and 5.9% 1 every four months/year. The most cited types of training were: 21.3% steady runs, 17.7% weight trai-ning, 17.0% long runs, 15.6% fartlek, 15.6% interval training, and 12.8% recovery runs. In gender analysis, men more frequently perform steady runs (20.8%) and long runs (20.8%), while women perform fartlek (22.2%) and weight training (22.2%).Regarding injuries among runners of both sexes, 73.8% said they do not frequently feel pain during training, and 52.4% reported having already felt some injury. Among those who had injuries, 31.7% said it was mild, 29.3% moderate, and 9.8% severe. Both sexes showed similar percentages in severe in-juries (8.3% male and 7.7% female). The most susceptible body segments to injuries were the knee (24.6%), ankle (15.8%), and hip (15.8%). Overall, the most reported types of injuries were: 27.3% muscle strain, 20.5% tendinitis, 18.2% contracture, 9.1% dislocation, and 6.8% sprain. Males were more affected by contracture (30.4%) and muscle strain (21.7%), while fe-males were more affected by muscle strain (33.3%) and tendinitis (28.6%). Conclusion: Most road runners from the studied advisory groups have been running for more than two years and participate in sporting events throughout the year. Regarding reported injuries, it was seen that although most do not frequently feel pain during training, more than half have already suffered a mild, moderate, or severe injury. Both sexes have experienced severe injuries in the same percentage, with the knee being the most exposed body segment to ailments. The most prevalent injuries among runners were muscle strain, tendinitis, and contracture, with males more affected by contractures and females by muscle strains.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by maria dalvanir lima (dalvanir07@gmail.com) on 2026-03-05T12:33:08Z No. of bitstreams: 1 TCC - LHCT28112024.pdf: 2126086 bytes, checksum: 065f08bf25a222507e214fe6ddd79a68 (MD5)en
dc.description.provenanceApproved for entry into archive by Tahis Silva (tahis@ccs.ufpb.br) on 2026-04-30T11:27:16Z (GMT) No. of bitstreams: 1 TCC - LHCT28112024.pdf: 2126086 bytes, checksum: 065f08bf25a222507e214fe6ddd79a68 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-04-30T11:27:16Z (GMT). No. of bitstreams: 1 TCC - LHCT28112024.pdf: 2126086 bytes, checksum: 065f08bf25a222507e214fe6ddd79a68 (MD5) Previous issue date: 2024-10-25en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.subjectCorridapt_BR
dc.subjectLesões esportivaspt_BR
dc.subjectPrevalênciapt_BR
dc.titlePrevalência de lesões na prática da corrida de rua em adeptos de duas assessorias esportivas de João Pessoapt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Pontes, Luciano Meireles de-
dc.contributor.advisor1Latteshttps://lattes.cnpq.br/8818317016971963pt_BR
dc.description.resumoA busca pela prática de atividade física com o intuito de gerar bem-estar vem crescendo expo-nencialmente e, concomitantemente, houve um aumento da prática da corrida de rua devido a sua praticidade e benefícios para a saúde. Contudo, os indivíduos que a praticam, seja no âmbito competitivo ou recreativo, estão suscetíveis a eventuais riscos associados a lesão. O objetivo do estudo foi analisar a prevalência de lesões em adeptos à corrida de rua de assessorias espor-tivas. Aspectos metodológicos: A pesquisa foi transversal, descritiva com abordagem quanti-tativa. A amostra será composta por 51 corredores amadores de duas assessorias esportivas da cidade de João Pessoa/PB. As variáveis investigadas foram os aspectos do treinamento de cor-rida e as principais lesões que acometem os corredores de rua, sendo identificado através de questionário estruturado e elaborado pelos autores. Os dados foram analisados através de esta-tística descritiva de média, desvio-padrão e distribuição de frequência. Resultados: Sobre o tempo de prática de corrida, 15,7% treinam entre três e seis meses, 5,9% entre seis meses a um ano, 17,6% entre um a dois anos e 60,8% por um tempo superior a dois anos. Em relação a duração, 43,1% treinam por um tempo inferior a 60 minutos, 29,4% até 60 minutos, 21,6% entre 61 a 90 minutos e 5,9% superior a 91 minutos; 7,8% têm frequência entre 1 a 2 dias/se-mana e 9,8% superior a 5 dias/semana; 23,5% têm volume de treino até 20 km/semana, 37,2% entre 20,1 a 30 km/semana, 27,5% entre 30,1 a 50 km/semana e 11,8% têm volume superior a 50,1 km/semana. Em relação a participação em eventos esportivos, 17,6% não competem, 58,8% participam entre 1 e 2 vezes/mês, 3,9% entre 3 e 4 vezes/mês, 9,8% entre 1 a cada dois meses/ano, 3,9% entre 1 a cada três meses/ano e 5,9% entre 1 a cada quatro meses/ano. Os tipos de treinos mais citados foram: 21,3% rodagem, 17,7% musculação, 17,0% longo, 15,6% fartlek, 15,6% intervalado e 12,8% regenerativo. Na análise por sexo, o masculino realiza mais a roda-gem (20,8%) e longo (20,8%) e o feminino, fartlek (22,2%) e musculação (22,2%). Sobre as lesões nos corredores de ambos os sexos, 73,8% disseram não sentir dor com frequência nos treinos e 52,4% relataram já ter sentido alguma lesão. No caso dos que já tiveram lesão, 31,7% disseram ser lesão em nível leve, 29,3% moderada e 9,8% grave. Ambos os sexos, mostraram percentuais semelhantes nas lesões graves (8,3% masculino e 7,7% feminino). Os segmentos corporais mais susceptíveis ao acometimento de lesões foram: o joelho (24,6%), tornozelo (15,8%) e quadril (15,8%). De modo geral, os tipos de lesões mais referidas foram: 27,3% dis-tensão muscular, 20,5% tendinite, 18,2% contratura, 9,1% luxação e 6,8% entorse. O sexo mas-culino esteve mais acometido por contratura (30,4%) e distensão muscular (21,7%) e o feminino por distensão muscular (33,3%) e tendinite (28,6%). Conclusão: Os praticantes de corrida de rua das assessorias estudadas são em maioria corredores com tempo superior a dois anos e que participam de competições esportivas no decorrer do ano. Em relação às lesões referidas, foi visto que apesar da maioria não sentir dor com frequência nos treinos, mais da metade já sofre-ram uma lesão em nível leve, moderada ou grave. Ambos os sexos já foram acometidos por lesões graves na mesma proporção percentual, sendo que, o segmento corporal mais exposto a enfermidades foram os joelhos. As lesões que mais foram prevalentes nos corredores foram a distensão muscular, tendinite e contratura, com os homens mais enfermos por contraturas e às mulheres a distensão muscular.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEducação Físicapt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCiências da Saúde: Educação Física Bachareladopt_BR
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