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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38017
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorAlbuquerque, Diogo Barbosa de-
dc.date.accessioned2026-05-10T02:01:16Z-
dc.date.available2025-12-31-
dc.date.available2026-05-10T02:01:16Z-
dc.date.issued2025-12-02-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38017-
dc.description.abstractMarathon running, beyond being a long-distance sporting event, is configured as a sociocultural phenomenon that mobilizes emotions, narratives of self- overcoming, collective bonds, and symbolic meanings. This study aimed to understand the ambience created by recreational runners from the decision to run a marathon to crossing the finish line, analyzing how challenges, emotions, social interactions, and cultural contexts structure this experience. This is a qualitative study with a descriptive-interpretive approach, conducted with 42 recreational runners from the city of Recife, Pernambuco, Brazil. Data collection included a sociodemographic questionnaire, semi-structured interviews, observations during training sessions and races, and a field diary. The narratives were analyzed through Bardin’s Content Analysis (2016) and organized into thematic categories encompassing motivations, challenges, strategies, emotions, and ambience. The results are structured according to the Scandinavian academic model of evaluation, culminating in the submission of four scientific articles. The findings demonstrate that the decision to run a marathon emerges from multiple factors, including the desire for personal achievement, the reconstruction of life histories, a sense of belonging to running groups, peer influence, social recognition, and the pursuit of intense existential experiences. Preparation involves discipline, sacrifices, and physical and emotional strain, but also support from family members, coaches, peers, and digital networks. During the race, runners experience an emotional cycle marked by anxiety, fear, pain, euphoria, gratitude, transcendence, and, at times, extreme suffering. The environment—comprising sounds, landscapes, spectators, symbols, rituals, and social relationships—exerts a direct influence on motivation, pain coping, and the continuation of the race. It is concluded that the marathon constitutes a contemporary rite of passage in which body, emotion, and culture intertwine, generating identity re-significations and strengthening social bonds. Therefore, the practice transcends the physiological dimension and is reaffirmed as a symbolic, emotional, and collective experience.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Maria Jose Rodrigues Paiva (mariaj.paiva@biblioteca.ufpb.br) on 2026-05-10T02:01:16Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) DiogoBarbosaDeAlbuquerque_Tese.pdf: 9737508 bytes, checksum: caa486d82ac907ca40bc81fb97672f95 (MD5)en
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dc.description.sponsorshipNenhumapt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectMaratonapt_BR
dc.subjectEmoçõespt_BR
dc.subjectAmbiênciapt_BR
dc.subjectCorrida de Ruapt_BR
dc.subjectCulturapt_BR
dc.subjectMarathonpt_BR
dc.subjectEmotionspt_BR
dc.subjectAmbiencept_BR
dc.subjectCulturept_BR
dc.subjectStreet runningpt_BR
dc.titleO ambiente, o grupo, os desafios, as emoções: um mergulho profundo sob o contexto que envolve a maratona a partir das narrativas de maratonistas recreacionaispt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.contributor.advisor1Caminha, Iraquitan de Oliveira-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0554271319840687pt_BR
dc.contributor.referee1Santos, Ana Raquel Mendes dos-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8811081041067973pt_BR
dc.contributor.referee2Santos, Marcos André Moura dos-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/1255644458061968pt_BR
dc.contributor.referee3Silva, Priscilla Pinto Costa da-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/1363896566076787pt_BR
dc.contributor.referee4Mendes, Maria Isabel Brandão de Souza-
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/6831555305550834pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6411144623835626pt_BR
dc.description.resumoA maratona, mais do que uma prova esportiva de longa duração, configura-se como fenômeno sociocultural que mobiliza emoções, narrativas de superação, vínculos coletivos e significados simbólicos. Este estudo teve como objetivo compreender a ambiência criada por corredores recreacionais desde a decisão de correr uma maratona até o cruzar da linha de chegada, analisando como desafios, emoções, interações sociais e contextos culturais estruturam essa experiência. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, de caráter descritivo- interpretativo, realizada com 42 corredores de rua da cidade do Recife-PE. Foram utilizados questionário sociodemográfico, entrevistas semiestruturadas, observações em treinos e provas, além de diário de campo. As narrativas foram analisadas à luz da Análise de Conteúdo de Bardin (2016), organizadas em categorias temáticas que contemplam motivações, desafios, estratégias, emoções e ambiência. Os resultados se estruturam a partir do modelo acadêmico escândinavo de apreciação, com a entrega de 4 artigos científicos. Estes demonstram que a decisão de correr uma maratona emerge de múltiplos fatores: desejo de superação pessoal, reconstrução de histórias de vida, pertencimento a grupos de corrida, influência de pares, reconhecimento social e busca por experiências existenciais intensas. A preparação envolve disciplina, renúncias, desgaste físico e emocional, mas também apoio de familiares, treinadores, colegas e redes digitais. Durante a prova, os corredores vivenciam um ciclo emocional marcado por ansiedade, medo, dor, euforia, gratidão, transcendência e, por vezes, sofrimento extremo. O ambiente – composto por sons, paisagens, público, símbolos, rituais e relações – exerce influência direta na motivação, no enfrentamento da dor e na continuidade do percurso. Conclui- se que a maratona configura-se como ritual contemporâneo de passagem, no qual corpo, emoção e cultura se entrelaçam, gerando ressignificações identitárias e fortalecimento de laços sociais. A prática, portanto, ultrapassa a dimensão fisiológica e reafirma-se como experiência simbólica, emocional e coletiva.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentMedicinapt_BR
dc.publisher.programPrograma Associado de Pós Graduação em Educação Física (UPE/UFPB)pt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::EDUCACAO FISICApt_BR
Aparece nas coleções:Centro de Ciências da Saúde (CCS) - Programa Associado de Pós-Graduação em Educação Física (UPE/UFPB)

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