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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38063
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorNascimento, Bianca Dias do-
dc.date.accessioned2026-05-15T19:31:01Z-
dc.date.available2026-04-08-
dc.date.available2026-05-15T19:31:01Z-
dc.date.issued2026-03-18-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38063-
dc.description.abstractThis study examines the social control exerted by language in the first season of the series The Handmaid's Tale, adapted from Margaret Atwood's homonymous work. The main objective is to investigate how verbal language is instrumentalized as a mechanism of oppression and, simultaneously, as a space for symbolic resistance in the theocratic regime of Gilead. For this purpose, the research adopts a qualitative approach, anchored in Critical Discourse Analysis, with contributions from Sociolinguistics and the theoretical thought of authors such as Ernst Cassirer, Michel Foucault, Pierre Bourdieu, and José Luiz Fiorin. The analysis focuses on the ten episodes of the first season, emphasizing ritualized discourses, surveillance practices, the resemantization of terms, and the silencing strategies imposed by the regime. The results demonstrate that language in Gilead operates as a technology of power, standardizing behaviors, erasing identities, and naturalizing gender hierarchies. However, cracks of resistance are also revealed through minimal linguistic gestures, such as the preservation of proper names, clandestine writing, and the formation of underground solidarity networks. It is concluded that, even in contexts of totalitarian control, language retains an insurgent potential, serving both domination and the re-existence of subordinate characters. This work contributes to studies on language, power, and gender, offering a critical reflection on the political uses of language in contemporary societies.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Karla Oliveira (kmo@academico.ufpb.br) on 2026-05-15T19:31:01Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) Nascimento, Bianca Dias do TCC.pdf: 1610083 bytes, checksum: ca5fe17afed06e29bd3c61b5020407fd (MD5)en
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectThe handmaid's talept_BR
dc.subjectControle socialpt_BR
dc.subjectPoder discursivopt_BR
dc.subjectViolência simbólicapt_BR
dc.subjectResistênciapt_BR
dc.subjectAnálise crítica do discursopt_BR
dc.subjectSocial controlpt_BR
dc.subjectDiscursive powerpt_BR
dc.subjectSymbolic violencept_BR
dc.subjectResistancept_BR
dc.subjectCritical discourse analysispt_BR
dc.titleO controle social pela linguagem em The handmaid’s tale : discurso, poder e resistênciapt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Lucena, Rubens Marques de-
dc.description.resumoEste estudo analisa o controle social exercido pela linguagem na primeira temporada da série The Handmaid's Tale, adaptada da obra homônima de Margaret Atwood. O objetivo central é investigar como a linguagem verbal é instrumentalizada como mecanismo de opressão e, simultaneamente, como espaço de resistência simbólica no regime teocrático de Gilead. Para isso, a pesquisa adota uma abordagem qualitativa, ancorada na Análise Crítica do Discurso, com contribuições da Sociolinguística e do pensamento teórico de autores como Ernst Cassirer, Michel Foucault, Pierre Bourdieu e José Luiz Fiorin. A análise concentra-se nos dez episódios da primeira temporada, com ênfase nos discursos ritualizados, nas práticas de vigilância, na ressemantização de termos e nas estratégias de silenciamento impostas pelo regime. Os resultados demonstram que a linguagem em Gilead opera como tecnologia de poder, normatizando comportamentos, apagando identidades e naturalizando hierarquias de gênero. No entanto, também se evidenciam brechas de resistência por meio de gestos linguísticos mínimos, como a preservação de nomes próprios, a escrita clandestina e a formação de redes subterrâneas de solidariedade. Conclui-se que, mesmo em contextos de controle totalitário, a linguagem mantém um potencial insurgente, servindo tanto à dominação quanto à reexistência das personagens subalternas. Este trabalho contribui para os estudos sobre linguagem, poder e gênero, oferecendo uma reflexão crítica sobre os usos políticos da linguagem em sociedades contemporâneas.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentLetras Estrangeiras Modernaspt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LINGUAS ESTRANGEIRAS MODERNASpt_BR
Aparece nas coleções:TCC - Letras - Inglês (Curso presencial)

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