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https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38333| Tipo: | TCC |
| Título: | Mapeando a influência estrutural: um estudo sobre a projeção sino-americana nas redes globais de produção |
| Autor(es): | Moraes, Vinicius Rafael |
| Orientador: | Almeida, Lucas Milanez de Lima |
| Resumo: | Qual a posição estrutural dos Estados Unidos e China em relação à propagação de estímulos nas redes globais de produção? Este trabalho analisa a projeção desses países nesse arranjo relacional-produtivo a partir de uma abordagem que combina análise do insumo-produto, redes complexas e economia política internacional. Utilizando as tabelas Inter Country Input-Output (ICIO) da OCDE (1995–2022), foram construídas redes direcionadas e ponderadas com base nas inversas de Leontief e de Ghosh; as relações fundamentais foram extraídas pelo método disparity filter e a influência estrutural dos setores na rede mensurada pela centralidade de PageRank. Os resultados indicam que a distribuição do poder estrutural é profundamente assimétrica entre os participantes da produção global: menos de 2% das relações produtivas concentram mais de 80% do peso total das redes. No que tange à competição sino-americana, em média, embora os Estados Unidos seja líder nas duas redes, especialmente pelo lado da oferta (concentrados em serviços avançados de alto valor agregado), a China demonstra ampla influência pela demanda, com presença distribuída em indústrias de base e manufatura intensiva em insumos. A atuação americana, embora qualitativamente relevante, revela-se estruturalmente frágil por depender de um conjunto restrito de nós. O poder estrutural da China na Backward network é permanente desde 2011; na Forward network a economia chinesa consolida um desempenho comparável ao dos Estados Unidos em 2020, evidenciando uma trajetória progressiva da influência estrutural. Adicionalmente, pelo lado da demanda, os resultados sugerem que a política externa recente de ambos os países busca fortalecer seus setores mais influentes: a China por meio da Belt and Road Initiative, que dinamiza o setor de construção civil; os Estados Unidos por meio de incursões militares e apoio bélico a aliados, que estimulam o complexo industrial-militar estadunidense. |
| Abstract: | What is the structural position of the United States and China regarding the propagation of incentives in global production networks? The present study analyzes the role of these countries in this relational-productive framework using an approach that combines input-output analysis, complex networks, and international political economy. Using OECD’s Inter-Country Input-Output tables (ICIO) (1995–2022), directed and weighted networks were constructed based on the Leontief and Ghosh inverse matrices; fundamental relationships were extracted using the disparity filter method, and the structural influence of sectors within the network was measured by PageRank centrality. The results indicate that the distribution of structural power is profoundly asymmetric among participants in global production: less than 2% of productive relationships account for more than 80% of the networks' total weight. Regarding Sino-American competition, on average, although the United States leads in both networks, especially on the supply side (concentrated in advanced, high-value-added services); China demonstrates broad influence on the demand side, with a widely distributed presence in basic industries and input-intensive manufacturing. The U.S. presence, while qualitatively significant, proves structurally fragile as it depends on a limited set of economic nodes. China’s structural power in the Backward network has been steady since 2011; in the Forward network, the Chinese economy achieved performance comparable to that of the United States in 2020, demonstrating a progressive trajectory of structural influence. Additionally, on the demand side, findings suggest that the recent foreign policies of both countries aim to strengthen their most influential sectors: China through the Belt and Road Initiative, which boosts the construction sector; the United States through military interventions and military support for allies, which stimulate the U.S. industrial-military complex. |
| Palavras-chave: | Cadeias globais de valor Redes de insumo-produto Redes complexas Influência estrutural Produção global Dinâmica sino-americana |
| CNPq: | CNPQ::OUTROS::RELACOES INTERNACIONAIS |
| Idioma: | por |
| País: | Brasil |
| Editor: | Universidade Federal da Paraíba |
| Sigla da Instituição: | UFPB |
| Departamento: | Relações Internacionais |
| Tipo de Acesso: | Acesso aberto Attribution-NoDerivs 3.0 Brazil |
| URI: | http://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/ |
| URI: | https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38333 |
| Data do documento: | 2-Abr-2026 |
| Aparece nas coleções: | CCSA - TCC - Relações Internacionais |
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