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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38483
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorBrito, Rafaella Camilla Meira Prado de-
dc.date.accessioned2026-07-23T15:39:09Z-
dc.date.available2026-07-23-
dc.date.available2026-07-23T15:39:09Z-
dc.date.issued2025-10-03-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38483-
dc.description.abstractConventional plastic bags, derived from synthetic polymers of fossil origin, are durable and low-cost but contribute to waste accumulation and environmental pollution. Biodegradable bags, made from materials that decompose through microbial action, emerge as a more sustainable alternative, although their effectiveness depends on proper disposal and degradation conditions. This study evaluated sustainable consumption practices and the degradation of plastic bags labeled as “biodegradable.” Misleading green marketing, known as greenwashing, consists of applying the “biodegradable” label without evidence of actual biodegradability, influencing consumer choices. An environmental education activity was conducted at the EcoVárzea Agroecological Fair, on the UFPB Campus I, involving leaflet distribution and a questionnaire with 20 participants. The results showed a high level of environmental awareness, with understanding of the differences between conventional and biodegradable plastics and the importance of ecobags. However, only 40% of respondents reported always bringing their own ecobag, revealing a gap between knowledge and practice. The educational action was well received, indicating that awareness initiatives can promote more sustainable habits. Conventional and biodegradable bags were subjected to simulated photodegradation for 12 days, followed by ATR-FTIR spectral analysis. The results showed no significant changes in the characteristic polyethylene bands, suggesting low degradation efficiency of biodegradable bags in the short term. Literature review reinforced these findings, indicating that many so-called biodegradable products contain common polymers with pro-oxidant additives, and that current technical standards do not adequately address all disposal environments, especially the deep sea. In summary, this study highlights the need for stricter regulations, further research on actual biodegradability, and encouragement of reusable alternatives to reduce environmental impacts.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Josélia Silva (joseliabiblio@gmail.com) on 2026-07-23T15:39:09Z No. of bitstreams: 1 RCMPB23072026.pdf: 12116417 bytes, checksum: e9b3025eb77a69fb08776f1547352c2a (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-07-23T15:39:09Z (GMT). No. of bitstreams: 1 RCMPB23072026.pdf: 12116417 bytes, checksum: e9b3025eb77a69fb08776f1547352c2a (MD5) Previous issue date: 2025-10-03en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.subjectGreenwashingpt_BR
dc.subjectSacolas biodegradáveispt_BR
dc.subjectFotodegradaçãopt_BR
dc.subjectEducação ambientalpt_BR
dc.subjectQuímicapt_BR
dc.titlePráticas de consumo sustentável e sacolas biodegradáveis: educação ambiental e estudo sobre degradaçãopt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Cunha, Cláudia de Oliveira-
dc.contributor.referee1Pontes, Liliana de Fátima Bezerra Lira de-
dc.contributor.referee2Segundo, Silvânio da Silva Sousa-
dc.description.resumoAs sacolas plásticas convencionais, derivadas de polímeros sintéticos de origem fóssil, apresentam alta durabilidade e baixo custo, mas geram acúmulo de resíduos e poluição ambiental. Dessa forma, as sacolas biodegradáveis, produzidas a partir de materiais que se decompõem por ação microbiana, surgem como alternativa mais sustentável, embora sua eficiência dependa das condições adequadas de descarte e degradação. O presente estudo avaliou as práticas de consumo sustentável e a degradação de sacolas plásticas rotuladas como “biodegradáveis”. O marketing verde enganoso, conhecido como greenwashing, é uma prática que consiste na aplicação do rótulo “biodegradável” sem que haja comprovação da biodegradabilidade e pode influenciar a escolha do consumidor. Foi realizada ação de educação ambiental na Feira Agroecológica EcoVárzea, no campus I da UFPB, envolvendo distribuição de panfletos e aplicação de questionário com 20 participantes. Os resultados mostraram elevado nível de consciência ambiental, com entendimento da diferença entre plásticos convencionais e biodegradáveis e da importância das ecobags. Contudo, apenas 40% dos entrevistados afirmaram trazer sempre sua ecobag, evidenciando a lacuna entre conhecimento e prática. A panfletagem teve boa receptividade, indicando que ações educativas podem favorecer hábitos mais sustentáveis. Sacolas biodegradáveis e convencionais foram submetidas a fotodegradação simulada por 12 dias, com análise de espectros ATR-FTIR. Os resultados indicaram que não houve alterações significativas nas bandas características do polietileno, sugerindo baixa eficiência de degradação das sacolas biodegradáveis no curto prazo. A revisão da literatura reforçou esses dados, evidenciando que muitos produtos comercializados como biodegradáveis contêm polímeros comuns com aditivos pró-oxidantes, e que as normas técnicas existentes não contemplam adequadamente todos os ambientes de descarte, especialmente o mar profundo. Em síntese, o estudo evidencia a necessidade de regulamentações mais rigorosas, pesquisas adicionais sobre biodegradabilidade real e incentivo ao uso de alternativas reutilizáveis para reduzir impactos ambientais.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentQuímicapt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::QUIMICApt_BR
Aparece nas coleções:TCC - Química

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