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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38864
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorLeite, Lusandro Oliveira-
dc.date.accessioned2026-09-03T10:36:30Z-
dc.date.available2026-01-14-
dc.date.available2026-09-03T10:36:30Z-
dc.date.issued2025-08-28-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38864-
dc.description.abstractThe purpose of this paper is to address two central questions in the epistemology of vices: What kinds of things are epistemic vices, and in what sense are vices blameworthy or reprehensible? The choice of this topic is motivated by the philosophical concern that intellectual vices constitute some of the most problematic forms of human behavior. Our work focuses on one of the main strands of contemporary studies in the epistemology of vices — namely, the investigation of their structure, defining characteristics, and impact on knowledge. To this end, in the first chapter we examine an ontological question: What kinds of things are epistemic vices? We aim to provide a diagnosis of the psychology of intellectual vices based on the two leading contemporary theories — obstructionism and motivationism. We then briefly argue in favor of a moderate ontological and normative pluralism, according to which a plural account of what vices are and what makes them bad can overcome certain explanatory shortcomings found in purely motivationist or purely obstructionist approaches. In the second chapter, we turn to the question of what it takes to be properly blameworthy or criticizable for one’s epistemic vices. We begin with an overview of Cassam’s (2019) account, according to which an individual can be responsible — and therefore blameworthy — for a particular vice if (i) his or her past actions led to its development (responsibility of acquisition), or (ii) they have the ability to revise or control that vice but fail to do so (responsibility of revision). A person may also be blameworthy if their epistemic flaws reflect badly on them and constitute a deep-seated quality of their character. We then examine Battaly’s (2019) critique, which highlights a “responsibility problem” in the epistemology of vices: namely, that vices must be reprehensible in some sense, meaning that agents can be blameworthy or guilty in a nonvoluntarist way, even when they are not responsible for having those vices and have no control over them. Finally, we consider a possible solution proposed by Tanesini (2021) to Battaly’s challenge. This proposal yields a disjunctive account of criticizability for possessing an epistemic vice — an explanation inspired by the Strawsonian approach to holding people responsible for their character traits.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Fernando Augusto Alves Vieira (fernandovieira@biblioteca.ufpb.br) on 2026-09-03T10:36:30Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) LusandroOliveiraLeite_Dissert.pdf: 937384 bytes, checksum: 76cb617a4d9b8ca5f37e1e8b51419dc1 (MD5)en
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dc.description.sponsorshipFundação de Apoio à Pesquisa do Estado da Paraíba - FAPESQpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectVícios epistêmicospt_BR
dc.subjectAgentes intelectuaispt_BR
dc.subjectResponsabilidadept_BR
dc.subjectEpistemic vicespt_BR
dc.subjectIntellectual agentspt_BR
dc.subjectResponsibilitypt_BR
dc.titleVícios epistêmicos: ontologia e responsabilidadept_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Lopes, Arthur Viana-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6390378734403384pt_BR
dc.contributor.referee1Barros, Vitor Sommavilla de Souza-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0042442835301079pt_BR
dc.contributor.referee2Alves, Daniel Durante Pereira-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/0105245515649663pt_BR
dc.contributor.referee3Borba, Alexandre Ziani de-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/2573981587490550pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4251512923047593pt_BR
dc.description.resumoA proposta do presente trabalho é responder duas questões centrais da epistemologia dos vícios: Que tipos de coisas são vícios epistêmicos e em que sentido os vícios são culpáveis ou repreensíveis? A escolha deste tema é inspirada na preocupação filosófica de que os vícios intelectuais estão entre alguns dos comportamentos humanos mais problemáticos. O nosso trabalho está centrado em um dos principais eixos dos estudos contemporâneos em epistemologia dos vícios, que diz respeito à estrutura e às características dos vícios epistêmicos e seu impacto no conhecimento. Assim, para cumprir nosso objetivo, no primeiro capítulo, abordamos uma questão que é de natureza ontológica: Que tipos de coisas são vícios epistêmicos? Buscamos fornecer uma espécie de diagnóstico da psicologia dos vícios intelectuais com base nas duas principais teorias contemporâneas sobre eles, a saber, o obstrucionismo e o motivacionismo. Em seguida, argumentamos brevemente em favor de um pluralismo ontológico e normativo moderado, que afirma que a explicação plural do que são vícios e o que torna eles maus supera algumas dificuldades explicativas de uma posição puramente motivacionista ou puramente obstrucionista. No segundo capítulo, discutimos o que é preciso para ser adequadamente culpável ou criticável pelos próprios vícios epistêmicos. Aqui oferecemos uma visão geral do relato de Cassam (2019). Ele argumenta que alguém pode ser responsável e, portanto, culpável por um determinado vício se suas ações ou decisões passadas levaram ao seu desenvolvimento (responsabilidade de aquisição) ou se tiver a capacidade de revisar ou controlar tal vício, mas não o fizer (responsabilidade de revisão), ou criticável se são falhas epistêmicas que reflete mal e é uma qualidade profunda do agente. Prosseguimos com uma crítica de Battaly (2019), segundo a qual há um problema de responsabilidade na epistemologia dos vícios. Tal como ela aponta, é requerido que os vícios sejam repreensíveis de alguma forma, ou seja, os agentes são criticáveis ou culpáveis de um modo não voluntarista, mesmo no caso em que o agente não é responsável por ter vícios, já que não possui controle sobre eles. Por último, veremos uma possível solução oferecida por Tanesini (2021) para a crítica de Battaly. Esta solução gera um relato disjuntivo de criticabilidade por possuir um vício epistêmico. É uma explicação inspirada na abordagem strawsoniana à prática de responsabilizar as pessoas por seus vícios.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFilosofiapt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofiapt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIApt_BR
Aparece nas coleções:Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) - Programa de Pós-Graduação em Filosofia

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