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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38892
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorBalbino, Taliane Rocha-
dc.date.accessioned2026-09-04T10:30:20Z-
dc.date.available2026-01-14-
dc.date.available2026-09-04T10:30:20Z-
dc.date.issued2025-08-08-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38892-
dc.description.abstractIntroduction: Temporomandibular dysfunction (TMD) encompasses a set of disorders affecting the temporomandibular joint, masticatory muscles, and adjacent structures, resulting in orofacial pain, joint noises, mandibular deviations, limited mouth opening, headaches, and functional impairment in mastication and speech. The etiology of TMD is multifactorial, involving neuromuscular factors, parafunctional habits, trauma, degenerative processes, and psychosocial aspects such as stress, anxiety, and depression, which can trigger or exacerbate symptoms. Treatment generally prioritizes non-invasive approaches, including pharmacotherapy, occlusal splints, physiotherapy, speech therapy, and psychotherapy, often combined with adjuvant modalities such as low-level laser therapy, electrostimulation, biofeedback, functional taping, and therapeutic ultrasound (TUS). TUS uses high-frequency sound waves to promote analgesia, reduce inflammation, and improve blood circulation. Surgical intervention is reserved for severe or refractory cases.Objective: This study aimed to evaluate the efficacy of therapeutic ultrasound associated with orofacial myofunctional therapy (OMT) in patients with chronic muscular TMD. Methods: A randomized clinical trial was conducted involving 26 women with chronic muscular TMD, aged 18 to 55 years. Participants were randomly assigned to two groups: G1 (OMT + TUS) and G2 (OMT), undergoing four weekly sessions. Data collection included four stages: screening according to the American Academy of Orofacial Pain (AAOP), application of the DC/TMD protocol, myofunctional evaluation using AMIOFE, and therapeutic intervention. OMT included thermotherapy, stretching, muscle relaxation, mandibular mobility exercises, and functional mastication training. TUS was applied to the masseter and anterior temporal muscles. Both groups received guidance on parafunctional habits and home exercises. Outcome measures included pain intensity, pressure pain threshold (PPT), mandibular range of motion, masticatory function, depressive symptoms, anxiety levels, frequency of parafunctional oral behaviors, and interference of pain in daily activities. Results: The OMT + TUS group showed significant improvement in maximal mouth opening (MMO) and mandibular protrusion, with a large effect size, and trends toward significance in right lateral movement and assisted maximal mouth opening. Both groups experienced significant pain reduction, slightly greater in the combined group. Mandibular functional limitation decreased only in the OMT group, while masticatory function improved in specific tasks only in the OMT + TUS group. Although changes in masticatory patterns were not statistically significant, the combined group demonstrated favorable clinical reorganization, showing a transition toward more functional bilateral patterns. The association between depression and parafunctional oral behavior was significant in the OMT group before intervention and disappeared afterward; in the OMT + TUS group, it became significant after intervention, with moderate depression and anxiety associated with high-level parafunctional behavior. No significant association was observed between pain intensity and other psychosocial variables. Conclusion: Although statistically significant efficacy of the OMT + TUS combination was not observed, the clinical effects suggest promising therapeutic potential, particularly regarding pain, mandibular mobility, and masticatory function. Findings in the combined group indicate that pain improvement may mask residual psychological symptoms, emphasizing the importance of integrated approaches addressing both physical and emotional aspects of TMD. Future studies with longer intervention periods are recommended to more comprehensively evaluate the effects of this therapeutic combination.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Fernando Augusto Alves Vieira (fernandovieira@biblioteca.ufpb.br) on 2026-09-04T10:30:20Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) TalianeRochaBalbino_Dissert.pdf: 12424955 bytes, checksum: 66731fbe90b50933e547b97f30e59212 (MD5)en
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dc.description.sponsorshipNenhumapt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectTerapia por ultrassompt_BR
dc.subjectTranstornos da Articulação Temporomandibularpt_BR
dc.subjectTerapia miofuncionalpt_BR
dc.subjectTranstornos de ansiedadept_BR
dc.subjectTranstorno depressivopt_BR
dc.subjectUltrasonic therapypt_BR
dc.subjectTemporomandibular Joint Disorderspt_BR
dc.subjectMyofunctional therapypt_BR
dc.subjectAnxiety disorderspt_BR
dc.subjectDepressive disorderpt_BR
dc.titleEficácia da ultrassonografia terapêutica associada à terapia miofuncional orofacial na disfunção temporomandibularpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Benevides, Silvia Damasceno-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1857583947702932pt_BR
dc.contributor.referee1Taveira, Karinna Veríssimo Meira-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0851971851975853pt_BR
dc.contributor.referee2Berretin, Giédre-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/2975779418096613pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3978527158815957pt_BR
dc.description.resumoIntrodução: A disfunção temporomandibular (DTM) corresponde a um conjunto de alterações que envolvem a articulação temporomandibular, os músculos mastigatórios e estruturas adjacentes, resultando em dor orofacial, ruídos articulares, desvios mandibulares, limitação de abertura oral, cefaleia e comprometimento funcional na mastigação e fala. A etiologia da disfunção temporomandibular (DTM) é multifatorial, abrangendo fatores neuromusculares, hábitos parafuncionais, traumas, processos degenerativos e aspectos psicoemocionais, como estresse, ansiedade e depressão, que podem desencadear ou intensificar os sintomas. O tratamento geralmente prioriza abordagens não invasivas, incluindo farmacoterapia, placas oclusais, fisioterapia, fonoterapia e psicoterapia, associadas a modalidades adjuvantes como laser de baixa potência, eletroestimulação, biofeedback, bandagem funcional e ultrassonografia terapêutica (USt). O USt utiliza ondas sonoras de alta frequência, promovendo analgesia, redução da inflamação e melhora da circulação sanguínea. A cirurgia é indicada apenas em casos graves ou refratários às intervenções conservadoras. Objetivo: O presente estudo teve como objetivo avaliar a eficácia da ultrassonografia terapêutica associada à terapia miofuncional orofacial (TMO) em pacientes com DTM muscular crônica. Métodos: Trata-se de um ensaio clínico randomizado envolvendo 26 mulheres com DTM muscular crônica, com idades entre 18 e 55 anos. As participantes foram distribuídas aleatoriamente em dois grupos: G1 (TMO + USt) e G2 (TMO), submetidas a quatro sessões semanais. A coleta de dados incluiu quatro etapas: triagem conforme a Academia Americana de Dor Orofacial (AAOP), aplicação do protocolo DC/TMD, avaliação miofuncional por meio do AMIOFE e intervenção terapêutica. A TMO compreendeu termoterapia, alongamentos, relaxamento muscular, mobilidade mandibular e treino mastigatório funcional. A USt foi aplicada nos músculos masseter e temporal anterior. Ambos os grupos receberam orientações sobre hábitos parafuncionais e exercícios domiciliares. Os desfechos avaliados foram intensidade da dor, limiar de dor à pressão (LDP), amplitude dos movimentos mandibulares, função mastigatória, sintomas depressivos, níveis de ansiedade, frequência de comportamentos orais parafuncionais e interferência da dor nas atividades diárias. Resultados: O grupo TMO + USt apresentou melhora significativa na abertura oral máxima (AOM) e na protrusão mandibular, com efeito elevado, além de tendências à significância na lateralidade direita e na abertura oral máxima assistida. Ambos os grupos apresentaram redução significativa da dor, com efeito ligeiramente maior no grupo combinado. A limitação funcional mandibular reduziu-se apenas no grupo TMO, enquanto a função mastigatória melhorou em tarefas específicas apenas no grupo TMO + USt. Apesar de não haver alterações estatisticamente significativas nos padrões mastigatórios, o grupo combinado apresentou reorganização clínica favorável, evidenciando transição para padrões bilaterais mais funcionais. A associação entre depressão e comportamento oral parafuncional foi significativa no grupo TMO antes da intervenção e desapareceu após o tratamento; no grupo TMO + USt, tornou-se significativa após a intervenção, com depressão e ansiedade moderadas associadas a comportamento parafuncional elevado. Não houve associação significativa entre a intensidade da dor e as demais variáveis psicossociais. Conclusão: Embora não tenha sido verificada eficácia estatisticamente significativa da combinação TMO + USt, os efeitos clínicos observados sugerem potencial terapêutico promissor, especialmente em relação à dor, mobilidade mandibular e função mastigatória. Os achados do grupo combinado indicam que a melhora da dor pode mascarar sintomas psicológicos residuais, reforçando a importância de abordagens integradas que considerem aspectos físicos e emocionais na DTM. Estudos futuros com períodos de intervenção mais longos são recomendados para avaliar de forma mais abrangente os efeitos dessa associação terapêutica.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFonoaudiologiapt_BR
dc.publisher.programPrograma Associado de Pós Graduação em Fonoaudiologia (PPgFon/UFPB/UFRN/UNCISAL)pt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FONOAUDIOLOGIApt_BR
Aparece nas coleções:Centro de Ciências da Saúde (CCS) - Programa Associado de Pós Graduação em Fonoaudiologia

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