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https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/39523| Tipo: | Tese |
| Título: | Estilos de socialização parental, orientação para o perdão e suas relações com o ajustamento psicossocial na juventude e vida adulta |
| Autor(es): | Andrade, Thiago Francisco de |
| Orientador: | Rique Neto, Júlio |
| Membro da Banca: | Torres, Ana Raquel Rosas |
| Membro da Banca: | Abreu, Eloá Losano de |
| Membro da Banca: | Queiroz, Pablo Vicente Mendes de Oliveira |
| Membro da Banca: | Lima Silva, Frankleudo Luan de |
| Resumo: | Estudos em diferentes culturas têm apontado para o papel central dos estilos de controle exercidos pelos pais no desenvolvimento psicossocial dos filhos. Considerado o protótipo da parentalidade, o estilo Autoritativo, caracterizado por elevados níveis de controle e consideração dos sentimentos e opiniões dos filhos tem sido associado a variáveis de ajustamento psicossocial e acadêmico dos filhos. Entretanto, evidências vêm sendo recolhidas apontando melhores indicadores de ajustamento entre os filhos de pais Indulgentes (baixo controle e elevada consideração), sobretudo em contextos latinoamericanos. Neste sentido, o presente estudo buscou identificar as relações entre os estilos de socialização empregados pelos pais e o ajustamento psicossocial positivo dos filhos, avaliado em termos de satisfação com a vida, felicidade subjetiva e sentido de vida. Ademais, buscou-se identificar em que medida os estilos parentais se relacionam com a transmissão de valores, especificamente a orientação para o perdão de ofensas interpessoais. Para tanto, foram realizados dois estudos empíricos independentes e integrativos. No Estudo 1, que contou com a participação de 80 estudantes universitários, predominantemente mulheres (91,3%) e com média de idade de 28 anos (DP = 9,78), buscou-se testar a validade ecológica do modelo quadripartido dos estilos de socialização (indulgente, negligente, autoritário e autoritativo). Uma análise de clusters com as práticas parentais elencadas na Escala de Socialização Parental na Adolescência (ESPA-29) permitiu classificar de forma satisfatória as respostas nos quatro estilos propostos pelo modelo original. No Estudo 2, que contou com a participação de 353 estudantes universitários, predominantemente do sexo feminino e com idade média de 23,9 anos (DP = 0,39), buscou-se investigar (a) as qualidades psicométricas de uma Escala de Orientação para o Perdão; (b) os efeitos dos estilos de socialização sobre a Orientação para o Perdão e (c) o impacto dos estilos parentais sobre os indicadores de ajustamento psicossocial (felicidade subjetiva, satisfação com a vida e sentido de vida). Como resultados, tem-se que a Escala de Orientação para o Perdão, nas suas duas formas (concordância com o perdão e atitude para o perdão) apresentou estrutura unifatorial com bons índices psicométricos. O estudo dos efeitos dos estilos de socialização sobre as demais variáveis, por meio de MANOVAs, mostrou que somente o estilo negligente apresentou efeitos significativos sobre o ajustamento psicossocial (sentido de vida e satisfação com a vida), não tendo sido encontrados efeitos dos estilos parentais sobre a orientação para o perdão. As implicações dos achados e uma discussão sobre o poder estatístico como possível explicação para os achados não significativos são apresentados. |
| Abstract: | Studies in different cultures have pointed to the central role of control styles
exercised by parents in the psychosocial development of their children. Considered as the
prototype of parenting, the authoritative style, characterized by high levels of control and
consideration of the feelings and opinions of the children, has been associated with variables
of psychosocial and academic adjustment of the children. However, evidence has been
collected indicating better adjustment indicators among the children of indulgent parents (low
control and high regard), especially in Latin American contexts. In this sense, the present
study sought to identify the relationships between the styles of socialization employed by the
parents and the positive psychosocial adjustment of the children, evaluated in terms of
satisfaction with life, subjective happiness and meaning in life. In addition, we sought to
identify to what extent parental styles relate to the transmission of values, specifically the
orientation for the forgiveness of interpersonal offenses. For this, two independent and
integrative empirical studies were performed. In Study 1, which was attended by 80 university
students, predominantly women (91.3%) and with a mean age of 28 years (SD = 9.78), the
objective was to test the ecological validity of the four styles model of socialization (indulgent,
negligent, authoritarian and authoritative). A cluster analysis of the parental practices listed in
the Scale of Parental Socialization in Adolescence (ESPA-29) allowed to classify
satisfactorily the answers in the four styles proposed by the original model. In Study 2, which
was attended by 353 university students, predominantly female and with a mean age of 23.9
years (SD = 0.39), we sought to investigate (a) the psychometric qualities of a Guidance Scale
to Forgiveness; (b) the effects of socialization styles on the Guidance for Forgiveness, and (c)
the impact of parental styles on indicators of psychosocial adjustment (subjective happiness,
life satisfaction, and sense of life). As a result, the Orientation Scale for Forgiveness, in its
two forms (agreement with forgiveness and attitude for forgiveness), showed a single factor
structure with good psychometric indexes. The study of the effects of socialization styles on
the other variables, through MANOVAs, showed that only the negligent style had significant
effects on the psychosocial adjustment (meaning in life and satisfaction with life), and no
effects of parental styles were found about guidance for forgiveness. The implications of the
findings and a discussion of statistical power as a possible explanation for non-significant
findings are presented. RESUMEN. Los estudios en diferentes culturas han apuntado al papel central de los estilos de control ejercidos por los padres en el desarrollo psicosocial de los hijos. Considerado el prototipo de la parentalidad, el estilo autoritario, caracterizado por altos niveles de control y consideración de los sentimientos y opiniones de los hijos ha sido asociado a variables de ajuste psicosocial y académico de los hijos. Sin embargo, evidencias vienen siendo recogidas apuntando mejores indicadores de ajuste entre los hijos de padres Indulgentes (bajo control y elevada consideración), sobre todo en contextos latinoamericanos. En este sentido, el presente estudio buscó identificar las relaciones entre los estilos de socialización empleados por los padres y el ajuste psicosocial positivo de los hijos, evaluado en términos de satisfacción con la vida, felicidad subjetiva y sentido de vida. Además, se buscó identificar en qué medida los estilos parentales se relacionan con la transmisión de valores, específicamente la orientación para el perdón de ofensas interpersonales. Para ello, se realizaron dos estudios empíricos independientes e integrativos. En el estudio 1, que contó con la participación de 80 estudiantes universitarios, predominantemente mujeres (91,3%) y con promedio de edad de 28 años (DP = 9,78), se buscó probar la validez ecológica del modelo cuatripartito de los estilos de socialización (indulgente, negligente, autoritario y autoritativo). Un análisis de clusters con las prácticas parentales enumeradas en la Escala de Socialización Parental en la Adolescencia (ESPA-29) permitió clasificar de forma satisfactoria las respuestas en los cuatro estilos propuestos por el modelo original. En el estudio 2, que contó con la participación de 353 estudiantes universitarios, predominantemente femeninos y con edad media de 23,9 años (DP = 0,39), se buscó investigar las cualidades psicométricas de una Escala de Orientación para el Perdón; (b) los efectos de los estilos de socialización sobre la Orientación al Perdón y (c) el impacto de los estilos parentales sobre los indicadores de ajuste psicosocial (felicidad subjetiva, satisfacción con la vida y sentido de la vida). Como resultados, se tiene que la Escala de Orientación para el Perdón, en sus dos formas (concordancia con el perdón y actitud hacia el perdón) presentó una estructura de relaciones con un buen índice psicométrico. El estudio de los efectos de los estilos de socialización sobre las demás variables, por medio de MANOVAs, mostró que sólo el estilo negligente presentó efectos significativos sobre el ajuste psicosocial (sentido de vida y satisfacción con la vida), no habiéndose encontrado efectos de los estilos parentales sobre la orientación hacia el perdón. Las implicaciones de los hallazgos y una discusión sobre el poder estadístico como posible explicación para los hallazgos no significativos se presentan. |
| Palavras-chave: | Socialização Perdão Ajustamento Psicologia positiva Socialization Forgiveness Adjustment Positive psychology Socialización Perdón Ajuste |
| CNPq: | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA |
| Idioma: | por |
| País: | Brasil |
| Editor: | Universidade Federal da Paraíba |
| Sigla da Instituição: | UFPB |
| Departamento: | Psicologia Social |
| Programa: | Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social |
| Tipo de Acesso: | Acesso aberto Attribution-NoDerivs 3.0 Brazil |
| URI: | http://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/ |
| URI: | https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/39523 |
| Data do documento: | 28-Mar-2019 |
| Aparece nas coleções: | Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) - Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social |
Arquivos associados a este item:
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