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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/tede/5623
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorSilva, Marcos érico de Araújo-
dc.date.accessioned2015-05-14T12:11:48Z-
dc.date.accessioned2018-07-21T00:07:10Z-
dc.date.available2009-12-21-
dc.date.available2018-07-21T00:07:10Z-
dc.date.issued2008-06-11-
dc.identifier.citationSILVA, Marcos érico de Araújo. Liberté e Non-liberté dans le Concept d Angoisse de Søren Kierkegaard. 2008. 116 f. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal da Paraí­ba, João Pessoa, 2008.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/tede/5623-
dc.description.abstractL objectif de notre étude est de faire une analyse d interprétation de l oeuvre Le Concept d Angoisse (Begrebet Angest, 1844) de Kierkegaard, particulièrement des phénomènes de liberté et de non-liberté. Nous avons commencé la recherche par une tentative d explication de la méthode de communication indirecte, utilisée par le philosophe. En effet, nous interprétons que le sens philosophique du pseudonyme Vigilius Haufniensis (veilleur ou sentinelle de Copenhague) montre l originalité avec laquelle les questions, principalement de la constitution du « moi », sont abordées en relation avec la tradition. La thématique de l angoisse à partir de l oeuvre Le Concept d Angoisse, n est plus um thème parmi les autres dans la philosophie de Kierkegaard, devenant le thème-clé révélateur de ce que l être humain est en essence. Cette dissertation focalisera donc son analyse sur la question de la synthèse constitutive de l homme. Cette synthèse n est pas donnée d avance, mais doit être réalisée. Cela signifie précisément le devenir de l homme, c est à dire le parcours de la liberté. L angoisse révélatrice du devenir du moi implique une réflexion sur le temps, car nous ne sommes pas angoissés devant le présent, mais devant le futur. Ainsi l angoisse et l instant s équivalent en tant qu intersection du temporel et de l éternel dans l existence. Pour cette raison, l instant se revêt d une importance décisive pour mettre em marche le devenir de l homme. La liberté, ainsi entendue, s oppose totalement à la conception de libre arbitre, c est à dire, au choix arbitraire entre le bien et le mal, entre ceci et cela. Nous terminons notre travail en indiquant la structure formelle de non-liberté dans le mépris de l instant, c est à dire que le devenir de l homme établit la liberté comme perte de liberté.fra
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2015-05-14T12:11:48Z (GMT). No. of bitstreams: 1 arquivototal.pdf: 913703 bytes, checksum: ecda216ec312651e74d7addf92d0ae67 (MD5) Previous issue date: 2008-06-11eng
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dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior-
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal da Paraí­bapor
dc.rightsAcesso abertopor
dc.subjectLiberdadepor
dc.subjectNão-liberdadepor
dc.subjectDever do homempor
dc.subjectAngústiapor
dc.subjectInstantepor
dc.subjectLibertéfra
dc.subjectNon-libertéfra
dc.subjectDevenir de l hommefra
dc.subjectAngoissefra
dc.subjectInstantfra
dc.titleLiberdade e não-liberdade em o conceito de angústia de SØREN KIERKEGAARDpor
dc.title.alternativeLiberté e Non-liberté dans le Concept d Angoisse de Søren Kierkegaardfra
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Nascimento, Miguel Antonio do-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0321996317822568por
dc.description.resumoO objetivo de nosso estudo é fazer uma análise interpretativa da obra O Conceito de Angústia (Begrebet Angest, 1844) de Kierkegaard, particularmente dos fenômenos da liberdade e da não-liberdade. Principiamos a pesquisa com uma tentativa de explicitar o método da comunicação indireta, utilizado pelo filósofo. Com efeito, interpretamos que o sentido filosófico do pseudônimo Vigilius Haufniensis (vigia ou vigilante de Copenhague) aponta para a originalidade com que as questões, principalmente da constituição do eu , são abordadas em relação à tradição. A temática da angústia, a partir da obra O Conceito de Angústia, deixa de ser um tema entre outros na filosofia de Kierkegaard, para ser o temachave desvelador do que o ser humano em essência é. A presente dissertação, portanto, focará sua análise na questão da síntese constituinte do homem. Esta síntese não está dada de antemão, mas necessita ser realizada. Isto significa precisamente o devir do homem, isto é, o percurso da liberdade. A angústia reveladora do devir do eu , implica numa reflexão sobre o tempo, pois não nos angustiamos ante o presente, mas pela possibilidade, pelo futuro. Daí que a angústia e o instante se equivalem, enquanto intersecção do temporal e do eterno na existência. Por esta razão, o instante reveste-se de uma importância decisiva para pôr em marcha o devir do homem. A liberdade, assim entendida, opõe-se frontalmente a concepção de livre arbítrio, isto é, a escolha arbitrária entre o bem ou o mal, entre isto ou aquilo. Finalizamos o nosso trabalho indicando a estrutura formal da não-liberdade no desprezo do instante, isto é, o devir do homem estabelece a liberdade como perda da liberdade.por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.departmentFilosofiapor
dc.publisher.programPrograma de Pós Graduação em Filosofiapor
dc.publisher.initialsUFPBpor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIApor
dc.thumbnail.urlhttp://tede.biblioteca.ufpb.br:8080/retrieve/14186/arquivototal.pdf.jpg*
Aparece nas coleções:Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) - Programa de Pós-Graduação em Filosofia

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