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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/tede/5673
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorNascimento, Marcio Lima do-
dc.date.accessioned2015-05-14T12:11:58Z-
dc.date.accessioned2018-07-21T00:07:25Z-
dc.date.available2015-03-23-
dc.date.available2018-07-21T00:07:25Z-
dc.date.issued2014-09-22-
dc.identifier.citationNASCIMENTO, Marcio Lima do. Do mal-estar em Freud ao mal-estar em Bauman. 2014. 85 f. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal da Paraí­ba, João Pessoa, 2014.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/tede/5673-
dc.description.abstractThe purpose of this project is to portray a particular trait combination between guilt and fear and establish a connection between the analysis of Freud and Bauman on the notion of ill-being . Our reading of Freud's literature on the ill-being of civilization points to guilt as being a key element in the civilizing project, which transgresses the authenticity of the values of life and leads the subject to live continually immersed in a state of hardship. From this perspective, to be protected of threats of any kind, everyone is bound to sacrifice freedom and convert pleasure into guilt. In a civilized dimension obsessed with security, more freedom is akin to less ill-being. Bauman attempts to analyze the issue from the aspect of uncertainty and undetermination, which according to you are striking features of contemporaneity. According to the author, in the postmodern condition we find a deep lack of certainty, protection and security. The fearfulness is very numerous and inseparable from human life. He presents the foundations of social fears that plague individuals in liquid modernity, seeking to identify their common origins. In his view all that human beings have always sought was happiness and that it could only be obtained through communion between security and freedom, irreconcilable throughout history, incompatible in the modern civilization but apparently viable for consumption.eng
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dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior-
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal da Paraí­bapor
dc.rightsAcesso abertopor
dc.subjectMal-estarpor
dc.subjectcivilizaçãopor
dc.subjectculpapor
dc.subjectmedopor
dc.subjectconsumopor
dc.subjectill-beingeng
dc.subjectcivilizationeng
dc.subjectguilteng
dc.subjectfeareng
dc.subjectconsumptioneng
dc.titleDo mal-estar em Freud ao mal-estar em Baumanpor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Andrade, Abrahao Costa-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8852787259832200por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9264536322230034por
dc.description.resumoO propósito do presente trabalho é estabelecer um diálogo entre as análises de Freud (O mal-estar na civilização) e Bauman (O mal-estar da pós-modernidade) acerca da noção de Mal-estar, a fim de mostrar um traço específico da combinação entre culpa e medo, que seria a vida para o consumo. Nossa leitura sobre o Mal-estar na civilização de Freud aponta para o sentimento de culpa como um elemento fundamental dentro do projeto civilizatório, que fere a autenticidade dos valores da vida e conduz o sujeito a viver continuamente mergulhado numa incômoda condição. Nessa perspectiva, em nome da proteção contra ameaças de qualquer tipo, todos são convocados para sacrificar a liberdade, convertendo prazer por culpa, ainda que na dimensão civilizada obcecada pela segurança, mais liberdade seja sinônimo de menos mal-estar. Bauman procura analisar a questão sob o aspecto da insegurança e indeterminação que, no seu entendimento, são traços marcantes da contemporaneidade. De acordo com o autor, na pós-modernidade encontramos um momento profundamente carente de certezas, proteção e segurança, os medos são inúmeros e inseparáveis da vida humana. Ele apresenta os alicerces sociais dos medos que assolam os indivíduos na modernidade líquida, procurando identificar suas origens comuns. Na visão dele tudo o que o ser humano sempre buscou foi a felicidade, que só poderia ser obtida através da comunhão entre segurança e liberdade, inconciliáveis ao longo da história, incompatíveis na civilização moderna, sólida ou líquida, mas, aparentemente, viáveis no consumo.por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.departmentFilosofiapor
dc.publisher.programPrograma de Pós Graduação em Filosofiapor
dc.publisher.initialsUFPBpor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIApor
dc.thumbnail.urlhttp://tede.biblioteca.ufpb.br:8080/retrieve/14265/arquivototal.pdf.jpg*
Aparece nas coleções:Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) - Programa de Pós-Graduação em Filosofia

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