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Campo DCValorIdioma
dc.creatorSantos, Cecília Mendonça de Souza Leão-
dc.date.accessioned2017-10-02T11:19:41Z-
dc.date.accessioned2018-07-21T00:07:44Z-
dc.date.available2018-07-21T00:07:44Z-
dc.date.issued2011-05-24-
dc.identifier.citationSANTOS. Cecília Mendonça de Souza Leão. A Temporalidade do Belo: Caminhos para uma filosofia da arte pós-idealista a partir de Gadamer. 2011. 178 f. Tese (Doutorado em Filosofia)- Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2011.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/tede/9651-
dc.description.abstractThe present paper consists in exploring the philosophical inquiries on aesthetic objects as developed by the german idealist tradition in order to evaluate how Hans-Georg Gadamer ´s take on the subject provides an overcoming of the said tradition. The role played by works of art in the history of philosophical thinking is accurately embodied by “Oldest Programme for a System of German Idealism”, which is profoundly connected to the constuction of modern subjectivity. Under the light of the desconstruction of the category of subject undertaken in the twentieth century, which took shape in the thought of Martin Heidegger, new parameters become necessary in order to properly understand the relationship of mankind with beings that exceed the concept of being “present-at-hand” (Vorhandenes) and manifest themselves as something radically different: the true works of art. Following that trail, we shall demonstrate how articulating a new conception of temporality, specific to the aesthetic being, allows philosophical hermeneutics to understand, by the standards of our own time, what sort of truth is disclosured in artworks. Through the proper regarding of the singularity of the temporal mode of being of artworks, which is given as simultaneity, we will show how works from the past become contemporary before our eyes. Recognizing the temporal mode of art´s existence opens a path for contemporary philosophy of art that by forgoing any normative criteria to define what is art, gains the ability to illuminate the phenomenon of transformation performed by such works in human existence – whether they may belong to the past or to our current time.eng
dc.description.provenanceSubmitted by Maike Costa (maiksebas@gmail.com) on 2017-10-02T11:19:41Z No. of bitstreams: 1 arquivototal.pdf: 1263925 bytes, checksum: 588b1e2faa3446b3dc650cf2b460623e (MD5)eng
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dc.formatapplication/pdf*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapor
dc.rightsAcesso abertopor
dc.subjectArtepor
dc.subjectEstéticapor
dc.subjectHermenêuticapor
dc.subjectIdealismopor
dc.subjectAlemãopor
dc.subjectTemporalidadepor
dc.subjectArteng
dc.subjectAestheticseng
dc.subjectHermeneuticseng
dc.subjectGerman idealismeng
dc.subjectTemporalityeng
dc.titleA Temporalidade do Belo: Caminhos para uma filosofia da arte pós-idealista a partir de Gadamerpor
dc.typeTesepor
dc.contributor.advisor1Pelizzoli, Marcelo Luiz-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8289371491303781por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2376765812716221por
dc.description.resumoO presente trabalho consiste, num primeiro momento, em demonstrar como se deu o desenvolvimento das investigações filosóficas sobre os objetos estéticos dentro do escopo do idealismo alemão, para revelar de que maneira Hans-Georg Gadamer se apropriará desta tradição para superá-la. Defendemos que o papel que as obras de arte adquiriram neste período histórico da filosofia, encarnado com precisão em “O Mais Antigo Programa Sistemático do Idealismo Alemão”, está irrevogavelmente atrelado à construção da subjetividade moderna. Sob a luz da desconstrução da categoria de sujeito empreendida no século XX, que tomou forma no pensamento de Martin Heidegger, tornam-se necessários novos parâmetros para compreender a relação que a humanidade guarda com os entes que, escapando a conceituação de “entes simplesmente dados”, emergem como algo radicalmente diverso: as genuínas obras de arte. No segundo momento de nossa pesquisa, demonstramos como o desenvolvimento de uma nova concepção de temporalidade, própria ao ser estético, a hermenêutica filosófica inaugura a possibilidade de, a partir de nossa própria época, compreender que sorte verdade é desvelada em tais obras. A partir da compreensão da singularidade do tempo dos entes artísticos, dado na forma de uma simultaneidade, mostramos como é possível que a arte do passado se atualize diante de nós. Ao reconhecer o modo temporal da existência da arte, traçamos o caminho de uma filosofia da arte contemporânea que, ao abrir mão de quaisquer critérios normativos para definir o que é arte,ganha a possibilidade de iluminar o fenômeno da transformação que tais obras realizam em nós – sejam elas do passado ou hodiernas.por
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.departmentFilosofiapor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofiapor
dc.publisher.initialsUFPBpor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIApor
dc.thumbnail.urlhttp://tede.biblioteca.ufpb.br:8080/retrieve/18180/arquivototal.pdf.jpg*
Aparece nas coleções:Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) - Programa de Pós-Graduação em Filosofia

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