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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/11381
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorTavares, Tatiana Lopes de Albuquerque-
dc.date.accessioned2018-08-22T21:23:53Z-
dc.date.available2017-06-07-
dc.date.available2018-08-22T21:23:53Z-
dc.date.issued2017-05-07-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/11381-
dc.description.abstractObstetric violence, understood in this work as a gender violence, suffered by women in a public maternity hospital in the city of João Pessoa, is the central theme of this study, which aims to understand how parturients and doulas signify this violence in childbirth. Using a qualitative approach, five narratives were produced, provoked by a semi-structured script, that served as guiding parameter for the construction of this work. The interviews were carried out with parturients and doulas who suffered or witnessed obstetric violence in the largest public maternity hospital in João Pessoa, an institution chosen for its public character and its importance in providing care to women in the state of Paraíba. The analysis was based on categories, fragmented narratives, which deal with the place of objectification and invisibility that women occupy within the motherhood; On the exercise of women's autonomy in relation to health professionals; On maternity-school as a scenario of teaching of naturalized violence and on the behaviors that physically and psychologically violate women during the birth and postpartum process. The analysis of the speeches shows that the search for information and empowerment was not enough to prevent women from being raped; on the contrary, the attempt to exercise their autonomy by choosing what they wanted or not done with their bodies led them to a situation of Retaliation and denial of care by the professional team. We also saw that feelings such as guilt, isolation, postpartum depression, difficulties of sexual recovery and pelvic pain were present in the reports, being understood by the interviewees as a consequence of the violence suffered at the time of delivery.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Ana Beatriz Silva (beatrizoliveira@biblioteca.ufpb.br) on 2018-08-22T21:23:53Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) TLAT07062017.pdf: 857408 bytes, checksum: f7fbdedf05f5fa7b0d2c1e6f17699d35 (MD5)en
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectViolência obstétricapt_BR
dc.subjectViolência de gêneropt_BR
dc.subjectMaternidade públicapt_BR
dc.subjectNarrativas sobre violênciapt_BR
dc.subjectObstetric violencept_BR
dc.subjectGender violencept_BR
dc.subjectPublic maternitypt_BR
dc.subjectNarratives about violencept_BR
dc.titleUm corte na alma: como parturientes e doulas significam a violência obstétrica vivenciada em uma maternidade pública de João Pessoapt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Efrem Filho, Roberto-
dc.contributor.advisor-co1Sampaio, Juliana-
dc.description.resumoA violência obstétrica, entendida neste trabalho como uma violência de gênero, sofrida por mulheres em uma maternidade pública na cidade de João Pessoa é o tema central deste trabalho, que objetiva compreender como as parturientes e doulas significam essa violência na vivência do parto. Utilizando-se de uma abordagem qualitativa, foram produzidas cinco narrativas, provocadas por um roteiro semi-estruturado, que serviram de parâmetro norteador para a construção deste trabalho. As entrevistas foram realizadas junto a parturientes e doulas que sofreram ou presenciaram violência obstétrica na maior maternidade pública de João Pessoa, instituição escolhida pelo caráter público e pela sua importância no atendimento às mulheres no estado paraibano. As análises firmaram-se em categorias, fragmentadas das narrativas, que versam sobre o lugar de objetificação e invisibilidade que ocupa a mulher dentro da maternidade; sobre o exercício da autonomia das mulheres na relação com os profissionais de saúde; sobre a maternidade-escola como um cenário de ensino da violência naturalizada e sobre as condutas que violentam física e psicologicamente as mulheres durante o processo de parto e pós-parto. A análise das narrativas mostra que a busca por informações e empoderamento não foi suficiente para evitar que as mulheres fossem violentadas, ao contrário, a tentativa de exercerem sua autonomia escolhendo o que desejavam ou não que fosse feito com seu corpo as levou a uma situação de retaliação e negativa de atendimento por parte da equipe profissional. Vimos ainda que sentimentos como culpa, isolamento, depressão pós-parto, dificuldades da retomada sexual e dores na pelve estiveram presentes nos relatos, sendo entendidos pelas entrevistadas como sequelas advindas da violência sofrida no momento do parto.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCiências Jurídicaspt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITOpt_BR
Aparece nas coleções:TCC - Direito - Santa Rita

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