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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/16256
Tipo: TCC
Título: Substituição animal no ensino e na pesquisa científica: uma análise acerca da lei nº 11.794/08 (Lei Arouca)
Autor(es): Teles, Luis Eduardo Pessoa Rafael.
Orientador: Figueiredo, Francisco José Garcia.
Resumo: Na ciência, a experimentação animal vem sendo utilizada indiscriminadamente há anos, mesmo diante de novas tecnologias que possibilitam esses seres serem substituídos na forma determinada legalmente. O presente trabalho trata da substituição animal no ensino e na pesquisa científica, apresentando uma análise detalhada acerca da Lei nº 11.794/08, conhecida como Lei Arouca, responsável por regulamentar a atividade no Brasil, realizando uma crítica aos seus pontos negativos que estabelecem um retrocesso para a proteção animal. Para isso, foram utilizados os métodos histórico, comparativo e explicativo e a técnica de pesquisa documental, a fim de se comprovar a falta de comprometimento da legislação em estudo com a implantação dos meios alternativos para a utilização animal. Tal abordagem tem inicio com uma passagem que destaca a influência do Antropocentrismo e do Biocentrismo no reconhecimento do Direito Animal, estabelecendo uma conexão com a Declaração de Cambridge sobre a Consciência em Animais Humanos e Não Humanos. Dando continuidade, houve uma explanação que correlaciona a Declaração Universal dos Direitos dos Animais, a Constituição Federal de 1988, e as leis infraconstitucionais que tratam ou trataram da vivissecção, entre elas a Lei Arouca, demonstrando as alterações que ocorreram sobre tema com o passar dos anos. Para sustentar a tese de que a experimentação animal vem se tornando uma prática ultrapassada, foram citados os exemplos da União Europeia e de alguns estados brasileiros, que instituíram a proibição de testes e experimentos em animais na indústria cosmética. Por fim, será feita uma explanação sobre os métodos alternativos para a experimentação animal e a falta de compromisso notada na Lei Arouca, tendo em vista que pouco fala em sua redação sobre a implantação desses meios. Diante do estudo realizado, conclui-se que a Lei nº 11.794/08 estabelece, em alguns pontos, um retrocesso, uma vez que possui uma política voltada muito mais para o bem-estar dos animais utilizados na vivissecção, deixando em segundo plano a abolição da prática, que já é uma realidade alcançável devido ao avanço tecnológico.
Abstract: Na ciência, a experimentação animal vem sendo utilizada indiscriminadamente há anos, mesmo diante de novas tecnologias que possibilitam esses seres serem substituídos na forma determinada legalmente. O presente trabalho trata da substituição animal no ensino e na pesquisa científica, apresentando uma análise detalhada acerca da Lei nº 11.794/08, conhecida como Lei Arouca, responsável por regulamentar a atividade no Brasil, realizando uma crítica aos seus pontos negativos que estabelecem um retrocesso para a proteção animal. Para isso, foram utilizados os métodos histórico, comparativo e explicativo e a técnica de pesquisa documental, a fim de se comprovar a falta de comprometimento da legislação em estudo com a implantação dos meios alternativos para a utilização animal. Tal abordagem tem inicio com uma passagem que destaca a influência do Antropocentrismo e do Biocentrismo no reconhecimento do Direito Animal, estabelecendo uma conexão com a Declaração de Cambridge sobre a Consciência em Animais Humanos e Não Humanos. Dando continuidade, houve uma explanação que correlaciona a Declaração Universal dos Direitos dos Animais, a Constituição Federal de 1988, e as leis infraconstitucionais que tratam ou trataram da vivissecção, entre elas a Lei Arouca, demonstrando as alterações que ocorreram sobre tema com o passar dos anos. Para sustentar a tese de que a experimentação animal vem se tornando uma prática ultrapassada, foram citados os exemplos da União Europeia e de alguns estados brasileiros, que instituíram a proibição de testes e experimentos em animais na indústria cosmética. Por fim, será feita uma explanação sobre os métodos alternativos para a experimentação animal e a falta de compromisso notada na Lei Arouca, tendo em vista que pouco fala em sua redação sobre a implantação desses meios. Diante do estudo realizado, conclui-se que a Lei nº 11.794/08 estabelece, em alguns pontos, um retrocesso, uma vez que possui uma política voltada muito mais para o bem-estar dos animais utilizados na vivissecção, deixando em segundo plano a abolição da prática, que já é uma realidade alcançável devido ao avanço tecnológico.
Palavras-chave: Direito Animal.
Lei Arouca.
Vivissecção de animais
Métodos Alternativos
Lei nº 11.794/08
CNPq: CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITO
Idioma: por
País: Brasil
Editor: Universidade Federal da Paraíba
Sigla da Instituição: UFPB
Departamento: Direito Privado
Tipo de Acesso: Acesso aberto
Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil
URI: http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
URI: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/16256
Data do documento: 24-Set-2019
Aparece nas coleções:TCC - Direito - João Pessoa

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