Use este identificador para citar ou linkar para este item:
https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/21217Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | ALBUQUERQUE, Willana Alves de | - |
| dc.date.accessioned | 2021-10-19T13:55:38Z | - |
| dc.date.available | 2020-05-04 | - |
| dc.date.available | 2021-10-19T13:55:38Z | - |
| dc.date.issued | 2020-03-31 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/21217 | - |
| dc.description.abstract | Este trabalho de conclusão de curso tem como objetivo realizar uma análise acerca do (des)cumprimento de normas nacionais e internacionais de direitos humanos das mulheres/mães encarceradas. O Brasil, em junho de 2016, contava com uma população prisional feminina de 42 mil mulheres, colocando-o em terceiro lugar no ranking de países que mais encarceram mulheres no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e da Tailândia. Essa constatação revela o caráter essencialmente punitivo do nosso sistema de justiça criminal, o qual atinge de forma específica e determinada a população feminina majoritariamente advinda dos grupos sociais mais desfavorecidos, reafirmando a seletividade do direito penal e aumentando a vulnerabilidade das mulheres. O cenário de violações é ainda mais ofensor no que tange à maternidade no cárcere. Sendo assim, pretende-se obter a resposta para o seguinte questionamento: “os direitos assegurados pela legislação nacional e pelos tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário são efetivados no contexto do sistema prisional brasileiro, especificamente, das mulheres/mães encarceradas?”. Ademais, para desenvolver este trabalho, reportou-se à Criminologia Feminista como fundamento metodológico, além de que foram manejados instrumentos de pesquisa normativos, estatísticos e bibliográficos, bem como jurisprudenciais. Tratase, outrossim, de pesquisa de caráter exploratório e teórico bibliográfico. Por fim, esta pesquisa justifica-se pela notória relevância do tema e pela introdução de um paradigma diferenciado de abordagem da questão concernente à maternidade no cárcere, cuja investigação jurídica será pautada em bases epistemológicas feministas. Ao final deste estudo, pode-se concluir que o que se observa no sistema prisional, no âmbito da maternidade no cárcere, é a violação sistemática a vários direitos humanos assegurados pelas normativas internacionais e nacionais a essa parcela da população temporariamente privada de sua liberdade de locomoção. | pt_BR |
| dc.description.provenance | Submitted by lucimário dias (luciocam@hotmail.com) on 2021-10-19T13:55:38Z No. of bitstreams: 1 WAA310320.pdf: 711094 bytes, checksum: d5313313ad7b3fe99cf176950192d4e5 (MD5) | en |
| dc.description.provenance | Made available in DSpace on 2021-10-19T13:55:38Z (GMT). No. of bitstreams: 1 WAA310320.pdf: 711094 bytes, checksum: d5313313ad7b3fe99cf176950192d4e5 (MD5) Previous issue date: 2020-03-31 | en |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal da Paraíba | pt_BR |
| dc.rights | Acesso aberto | pt_BR |
| dc.subject | Encarceramento | pt_BR |
| dc.subject | Mulheres/Mães | pt_BR |
| dc.subject | Normativas Internacionais e Nacionais | pt_BR |
| dc.subject | Direitos Humanos. | pt_BR |
| dc.title | MULHERES/MÃES ENCARCERADAS: UMA ANÁLISE ACERCA DO (DES)CUMPRIMENTO DE NORMAS NACIONAIS E INTERNACIONAIS DE DIREI | pt_BR |
| dc.type | TCC | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | BATISTA, Gustavo Barbosa de Mesquita | - |
| dc.contributor.advisor2 | FRANÇA, Marlene Helena de Oliveira | - |
| dc.description.resumo | Este trabalho de conclusão de curso tem como objetivo realizar uma análise acerca do (des)cumprimento de normas nacionais e internacionais de direitos humanos das mulheres/mães encarceradas. O Brasil, em junho de 2016, contava com uma população prisional feminina de 42 mil mulheres, colocando-o em terceiro lugar no ranking de países que mais encarceram mulheres no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e da Tailândia. Essa constatação revela o caráter essencialmente punitivo do nosso sistema de justiça criminal, o qual atinge de forma específica e determinada a população feminina majoritariamente advinda dos grupos sociais mais desfavorecidos, reafirmando a seletividade do direito penal e aumentando a vulnerabilidade das mulheres. O cenário de violações é ainda mais ofensor no que tange à maternidade no cárcere. Sendo assim, pretende-se obter a resposta para o seguinte questionamento: “os direitos assegurados pela legislação nacional e pelos tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário são efetivados no contexto do sistema prisional brasileiro, especificamente, das mulheres/mães encarceradas?”. Ademais, para desenvolver este trabalho, reportou-se à Criminologia Feminista como fundamento metodológico, além de que foram manejados instrumentos de pesquisa normativos, estatísticos e bibliográficos, bem como jurisprudenciais. Tratase, outrossim, de pesquisa de caráter exploratório e teórico bibliográfico. Por fim, esta pesquisa justifica-se pela notória relevância do tema e pela introdução de um paradigma diferenciado de abordagem da questão concernente à maternidade no cárcere, cuja investigação jurídica será pautada em bases epistemológicas feministas. Ao final deste estudo, pode-se concluir que o que se observa no sistema prisional, no âmbito da maternidade no cárcere, é a violação sistemática a vários direitos humanos assegurados pelas normativas internacionais e nacionais a essa parcela da população temporariamente privada de sua liberdade de locomoção. | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Ciências Jurídicas | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFPB | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITO | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | TCC - Direito - João Pessoa | |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| WAA310320.pdf | 694,43 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.
