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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/23232
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorGUEDES, Davi da Trindade-
dc.date.accessioned2022-06-29T14:45:33Z-
dc.date.available2020-07-01-
dc.date.available2022-06-29T14:45:33Z-
dc.date.issued2020-03-20-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/23232-
dc.description.abstractEm um contexto social marcado pela violência, assistimos à atuação estatal na aprovação de leis penais que atenderam às demandas de outros movimentos sociais, como o movimento negro e do movimento feminista). Entretanto, no que se refere ao público LGBT, a inércia em torno da tutela (cível ou criminal) era visível e escancarada. A urgência de uma postura ativa estatal, aliada aos números da violência LGBTfóbica, adicionaram às pautas do legislativo a criminalização como medida demandada pelo movimento LGBT. Esta monografia tem como objetivo apresentar uma investigação de cunho sócio-jurídico, acerca da LGBTfobia enquanto um fenômeno social, e sobre a utilização da esfera penal (através da criminalização) enquanto mecanismo estatal de proteção de direitos do grupo LGBT. Em uma perspectiva construcionista, a luz da obra de Butler e Bourdieu e a partir de uma análise da sociedade cisheteronormativa e falocêntrica, duas frentes principais foram apresentadas: a LGBTfobia, enquanto materialização da cisheteronormatividade e a LGBTfobia enquanto expressão do sexismo. Ademais, foi constatado que a violência LGBTfóbica é um fenômeno complexo, que pode ser decomposto em violência simbólica (a própria cultura LGBTfóbica), violência estatal e violência interpessoal (a violência real), sendo dada atenção principal a esta última, em razão dos números preocupantes, que apontam, inclusive, o Brasil como país que em 2018 mais houve homicídios transfóbicos. Na última parte do trabalho, que versa sobre a criminalização da LGBTfobia no ordenamento jurídico brasileiro, após apresentado o histórico das propostas de criminalização direcionadas ao legislativo e o contexto atual, com a criminalização da LGBTfobia através da decisão do STF (ADO nº 26 e MI nº 4733), foram apresentados argumentos favoráveis e contrários à criminalização. Por fim, a partir das reflexões suscitadas durante o trabalho, apresentam-se alguns argumentos que levam a concluir que, com base na realidade do sistema penal brasileiro, a esfera penal não seja o meio mais eficiente de proteção dos direitos do grupo LGBT.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by lucimário dias (luciocam@hotmail.com) on 2022-06-29T14:45:33Z No. of bitstreams: 1 DTG200320.pdf: 838324 bytes, checksum: 883372d87a3ff91992a1265b5300cb60 (MD5)en
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.subjectPreconceitopt_BR
dc.subjectLGBTfobiapt_BR
dc.subjectDiscriminaçãopt_BR
dc.subjectHeteronormatividadept_BR
dc.subjectSexismopt_BR
dc.titleLGBTFOBIA: ANÁLISE SOCIOJURÍDICA DO FENÔMENO SOCIAL E DAS PROPOSTAS DE CRIMINALIZAÇÃOpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1ASFORA, Alessandra Macedo-
dc.description.resumoEm um contexto social marcado pela violência, assistimos à atuação estatal na aprovação de leis penais que atenderam às demandas de outros movimentos sociais, como o movimento negro e do movimento feminista). Entretanto, no que se refere ao público LGBT, a inércia em torno da tutela (cível ou criminal) era visível e escancarada. A urgência de uma postura ativa estatal, aliada aos números da violência LGBTfóbica, adicionaram às pautas do legislativo a criminalização como medida demandada pelo movimento LGBT. Esta monografia tem como objetivo apresentar uma investigação de cunho sócio-jurídico, acerca da LGBTfobia enquanto um fenômeno social, e sobre a utilização da esfera penal (através da criminalização) enquanto mecanismo estatal de proteção de direitos do grupo LGBT. Em uma perspectiva construcionista, a luz da obra de Butler e Bourdieu e a partir de uma análise da sociedade cisheteronormativa e falocêntrica, duas frentes principais foram apresentadas: a LGBTfobia, enquanto materialização da cisheteronormatividade e a LGBTfobia enquanto expressão do sexismo. Ademais, foi constatado que a violência LGBTfóbica é um fenômeno complexo, que pode ser decomposto em violência simbólica (a própria cultura LGBTfóbica), violência estatal e violência interpessoal (a violência real), sendo dada atenção principal a esta última, em razão dos números preocupantes, que apontam, inclusive, o Brasil como país que em 2018 mais houve homicídios transfóbicos. Na última parte do trabalho, que versa sobre a criminalização da LGBTfobia no ordenamento jurídico brasileiro, após apresentado o histórico das propostas de criminalização direcionadas ao legislativo e o contexto atual, com a criminalização da LGBTfobia através da decisão do STF (ADO nº 26 e MI nº 4733), foram apresentados argumentos favoráveis e contrários à criminalização. Por fim, a partir das reflexões suscitadas durante o trabalho, apresentam-se alguns argumentos que levam a concluir que, com base na realidade do sistema penal brasileiro, a esfera penal não seja o meio mais eficiente de proteção dos direitos do grupo LGBT.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCiências Jurídicaspt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITOpt_BR
Aparece nas coleções:TCC - Direito - João Pessoa

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