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https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/31012Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | CAMPOS, CLARISSE MACK DA SILVA | - |
| dc.date.accessioned | 2024-07-25T11:14:09Z | - |
| dc.date.available | 2024-05-10 | - |
| dc.date.available | 2024-07-25T11:14:09Z | - |
| dc.date.issued | 2024-04-17 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/31012 | - |
| dc.description.abstract | Inicialmente, ao repensar teórico-filosoficamente o direito, retirando a pergunta central sobre “o que é o direito?” e realocando o questionamento “direito para quem?” buscamos estruturar não dogmaticamente, mas em aberto, algumas bases para uma outra teoria do direito, que emerge da necessidade de se pensá-lo a partir de uma travesti. Ao buscarmos compreender se uma travesti pode ou não cursar o direito, queremos questioná-lo sob o olhar de gênero, (re) pensando os (não) lugares epistemológicos que histórico-socialmente foram destinados à esta identidade. A partir da metodologia de pesquisa documental, normativa e autoetnográfica, buscamos na decolonialidade, no direito das subalternidades, no direito antidiscriminatório e na análise de gênero, um lugar possível para um direito que também seja travesti. Nesta pesquisa sujeita e objeto confluem em si mesmos, uma vez que o conceito central da travestilidade atravessa indissociavelmente a pesquisadora, sem que se possa soltar. Ao fim, ao compreender quais as bases de um caminho possível para uma outra teoria/filosofia do direito, desaguamos em um direito travesti, capaz de encher de esperança os corpos-potência que rompem com o trans-epistemicídio jurídico e podem, enfim, encontrar um lugar de acesso e permanência nos cursos jurídicos do país. | pt_BR |
| dc.description.provenance | Submitted by Gracineide Silva (gracineideehelena@gmail.com) on 2024-07-25T11:14:09Z No. of bitstreams: 1 CMSC 1704.pdf: 435295 bytes, checksum: 9db24bbd890cd0ffdab5a9fea1d68174 (MD5) | en |
| dc.description.provenance | Made available in DSpace on 2024-07-25T11:14:09Z (GMT). No. of bitstreams: 1 CMSC 1704.pdf: 435295 bytes, checksum: 9db24bbd890cd0ffdab5a9fea1d68174 (MD5) Previous issue date: 2024-04-17 | en |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal da Paraíba | pt_BR |
| dc.rights | Acesso aberto | pt_BR |
| dc.subject | Travesti | pt_BR |
| dc.subject | Direito | pt_BR |
| dc.subject | Gênero | pt_BR |
| dc.subject | Transfeminismo | pt_BR |
| dc.subject | Autoetonografia | pt_BR |
| dc.title | PODE UMA TRAVESTI CURSAR DIREITO? UMA ANÁLISE AUTOETNOGRÁFICA SOBRE SER “A PRIMEIRA MULHER TRAVESTI NO CURSO DE DIREITO DO CCJ UFPB” À LUZ DO TRANSFEMINISMO JURÍDICO | pt_BR |
| dc.type | TCC | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Mello Neto, Jose Baptista de | - |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/2605840472671536 | pt_BR |
| dc.description.resumo | Inicialmente, ao repensar teórico-filosoficamente o direito, retirando a pergunta central sobre “o que é o direito?” e realocando o questionamento “direito para quem?” buscamos estruturar não dogmaticamente, mas em aberto, algumas bases para uma outra teoria do direito, que emerge da necessidade de se pensá-lo a partir de uma travesti. Ao buscarmos compreender se uma travesti pode ou não cursar o direito, queremos questioná-lo sob o olhar de gênero, (re) pensando os (não) lugares epistemológicos que histórico-socialmente foram destinados à esta identidade. A partir da metodologia de pesquisa documental, normativa e autoetnográfica, buscamos na decolonialidade, no direito das subalternidades, no direito antidiscriminatório e na análise de gênero, um lugar possível para um direito que também seja travesti. Nesta pesquisa sujeita e objeto confluem em si mesmos, uma vez que o conceito central da travestilidade atravessa indissociavelmente a pesquisadora, sem que se possa soltar. Ao fim, ao compreender quais as bases de um caminho possível para uma outra teoria/filosofia do direito, desaguamos em um direito travesti, capaz de encher de esperança os corpos-potência que rompem com o trans-epistemicídio jurídico e podem, enfim, encontrar um lugar de acesso e permanência nos cursos jurídicos do país. | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Ciências Jurídicas | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFPB | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITO | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | TCC - Direito - João Pessoa | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| CMSC 1704.pdf | 425,09 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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