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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37356
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorGonçalo, Olaisylenne dos Santos-
dc.date.accessioned2026-01-16T19:22:55Z-
dc.date.available2025-07-28-
dc.date.available2026-01-16T19:22:55Z-
dc.date.issued2025-02-25-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37356-
dc.description.abstractThe discourse of biological naturalization determines motherhood as something intrinsic to female nature, operating so that the maternal is not a questioned aspect, thus considering motherhood as a natural factor, not being influenced by cultural, economic and political aspects, which, from this perspective, would be nothing more than epiphenomena. Consequently, a normativity is generated, in which the “true woman” is configured through being a mother, and all those who lack this normativity would be considered as a deviation. In this research, I propose to observe how the maternal conception that prevails in the West is a sociocultural construction linked to social interests and needs, analyzing how maternal discourses are formulated in Revista da Semana and Fon-Fon, with the temporal cut from 1930 to 1939. The analyzes will focus on discursive practices that involve motherhood, establishing a naturalization based on the biological, with ideals of completeness and fulfillment; and the construction of maternal desire, characterized as maternal instinct, through performative acts that begin in childhood, permeating women's entire lives. Including maternal importance for social political and economic development, it becomes a central element for the formation of human capital, configuring itself as an instrument of power, exerting significant influence on social dynamics and, consequently, operating as a regulatory mechanism.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Jackson R. L. A. Nunes (jackson@biblioteca.ufpb.br) on 2026-01-16T19:22:55Z No. of bitstreams: 3 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) OlaisylenneDosSantosGonçalo_Dissert_COM_Tarjamento.pdf: 4239164 bytes, checksum: 1b12befbbe7ff3c591340561eca8654e (MD5) OlaisylenneDosSantosGonçalo_Dissert_Sem_Tarjamento.pdf: 4338054 bytes, checksum: 04b684f613a259f2bced20909d110d78 (MD5)en
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dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectHistória culturalpt_BR
dc.subjectRevista da Semanapt_BR
dc.subjectRevista Fon-Fonpt_BR
dc.subjectDiscurso - Maternidadept_BR
dc.subjectDiscoursept_BR
dc.subjectRevista da Semanapt_BR
dc.subjectFon-Fon magazinept_BR
dc.subjectMaternitypt_BR
dc.subjectNaturalizationpt_BR
dc.titleOlaisylenne dos Santos Gonçalopt_BR
dc.title.alternativeEntre a construção e a desconstrução : os discursos sobre a maternidade nas páginas da revista da semana e da fon-fon (1930-1939)pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Veiga, Ana Maria-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5507849878186996pt_BR
dc.contributor.referee1Rosa, Susel Oliveira da-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4405235882606968pt_BR
dc.contributor.referee2Silva, Alômia Abrantes da-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4194100285846150pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6893013026996381pt_BR
dc.description.resumoO discurso da naturalização biológica determina a maternidade como algo intrínseco à natureza feminina, operando para que o materno não seja um aspecto questionado, considerando, dessa forma, a maternidade como um fator natural, não sendo influenciada pelos aspectos culturais, econômicos e políticos, que, nesta perspectiva, não passariam de epifenômenos. Por conseguinte, é gerada uma normatividade, na qual a “verdadeira mulher” se configuraria por meio do ser mãe e todas aquelas que destituíssem dessa normatividade, seriam consideradas como um desvio. Nesta pesquisa, proponho observar como a concepção materna que prevalece no Ocidente é um construto sociocultural interligado a interesses e necessidades sociais, analisando como os discursos maternos são formulados na Revista da Semana e na revista Fon-Fon, com o recorte temporal de 1930 a 1939. As análises terão como foco as práticas discursivas que envolvem a maternidade estabelecendo uma naturalização pautada no biológico, com ideais de completude e realização; e a construção do desejo maternal, caracterizado como instinto materno, através de atos performativos que se iniciam ainda na infância, perpassando toda a vida das mulheres. Incluindo a importância materna para o desenvolvimento político e econômico social, se tornando elemento central para formação do capital humano, configurando-se como um instrumento de poder, exercendo influência significativa nas dinâmicas sociais e, consequentemente, atuando como um mecanismo de regulação.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentHistóriapt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Históriapt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIApt_BR
Aparece nas coleções:Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) - Programa de Pós-Graduação em História



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